sexta-feira, maio 19, 2006

Ainda não chegámos à Madeira

O PSD criticou asperamente a iniciativa que visa alargar aos deputados da Assembleia Regional da Madeira o regime de incompatibilidades e impedimentos que vigora para os deputados da Assembleia da República.

O inefável deputado nacional Guilherme Silva deu voz ao descontentamento dos seus conterrâneos.

«O PSD diz estar em causa a unidade nacional» - lê-se no DN, hoje (sítio indisponível).

É a primeira vez que o PSD invoca a diversidade legislativa e a desigualdade perante as leis como elementos estruturantes da unidade nacional.

Ou terá medo da incontinência verbal do soba vitalício da Madeira?

6 Comments:

At sexta mai 19, 09:49:00 da tarde, Blogger Antonio Almeida Felizes said...

Apesar de compreensível, a argumentação utilizada é absolutamente caricata.

Não sei porquê, mas para o PSD o Sr. Alberto João é uma espécie de vaca sagrada.

Seja como for, este é mais um episódio a tornar mais penosa a actual "via sacra" do PSD.

AF - Regionalização
.

 
At sábado mai 20, 01:35:00 da manhã, Blogger Cavaleiros do Apocalipse said...

os psd's do contenente sempre foram submissivos ao fidel Jardim.....rsrrssr

 
At sábado mai 20, 01:55:00 da manhã, Anonymous e-pá! said...

Afima Guilherme Silva:
- «O PSD diz estar em causa a unidade nacional».

Com certeza! Se os cidadãos portugueses tiveram direitos e regalias diferentes.

 
At sábado mai 20, 02:05:00 da tarde, Anonymous Jagudi said...

O PSD foi sempre o partido que melhor espelha, que melhor sintetiza, as idiossincrasias dos portugueses, no que elas têm de mais negativo.
Os senhores de toda a direita e dos interesses, oportunistas, parasitas e adversários das mudanças indispensáveis na sociedade e na vida dos portugueses, tomaram sempre o PSD como o seu partido. O CDS foi um ovo que não chegou a eclodir.
O PSD fez SEMPRE parte do problema português, nunca fez parte da solução! A única excepção a esta norma, (cada vez mais evidente), foi um senhor do Norte que se chamava Sá Carneiro, e ficou no lugar do Desejado por ter morrido cedo demais.
O próprio P.R. actual, que nunca foi um PSD genuíno, ao fim de dez anos de governo chegou a 1994 e deu-se conta de que estava rodeado dum partido de abutres, de gestores corruptos, de carreiristas oportunistas. Submeteu-os a um ano inteiro de tabu, sem lhes dizer o que ia fazer. No fim tirou-lhes o tapete e deixou-os órfãos.
Até hoje, nunca mais se encontraram, e têm acumulado desgraças próprias e tragédias alheias. Marcelos, Nogueiras, Barrosos, Santanas, Borges, Meneses, não passam de variações sobre o mesmo tema da ignorância, da incompetência, da espertice saloia ou do novo-riquismo carreirista. O cafre da Madeira só se distingue deles porque nunca bebeu chá em pequeno, e eles terão bebido.
Consta que a Ferreira Leite sabe fazer contas. Mas consta apenas, porque se ela soubesse fazer alguma coisa há muito que não estava no PSD.

 
At terça mai 23, 01:11:00 da manhã, Anonymous zarco said...

Estes comentários só me fazem RIR...

Devem viver aí no Continente no melhor dos mundos...

É um Paraíso! ;)

Não Há Pachorra!

 
At terça mai 23, 07:33:00 da tarde, Anonymous Zarco said...

Esta expressão: " Já chegámos à MADEIRA " é ofensiva...

O Esperança devia reformular:

" Quem dera a nós CONTINENTAIS chegar a usufruir da qualidade de vida, mesmo sem chegar á ILha da Madeira "

 

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