quarta-feira, outubro 18, 2006

Civilização cristã e ocidental?


Nova lei antiterrorista autoriza uso da força em interrogatórios

«George W. Bush assinou ontem uma lei que permite métodos agressivos de interrogatório para suspeitos de terrorismo e o seu julgamento em tribunais militares. Apesar das críticas que o acusam de promover a tortura, o Presidente dos EUA garantiu que o documento é um "instrumento vital" para garantir a segurança nacional». DN

5 Comments:

At quarta out 18, 05:00:00 da tarde, Anonymous Anónimo said...

Os terroristas ganham terreno. Como inimigos da liberdade, querem que ela desapareça.
E vão conseguindo. Bush e os seus procuram os mesmos objectivos que Bin Laden, puro produto da CIA.

 
At quarta out 18, 10:22:00 da tarde, Blogger Camisa Azul said...

Onde esta a Europa que devia ser a terceira via. Calada e consentindo.

 
At quinta out 19, 12:53:00 da manhã, Anonymous e-pá! said...

"Civilização cristã e ocidental?"

Não! Arremedos evangélicos e fundamentalistas...

Com este Bush, todos os dias, perdemos "trunfos" civilizacionais.

O pais da democracia americana - Thomas Jefferson, James Madison, George Washington, Abraham Lincolin, entre outros - devem, a esta hora, estarem a revolver-se, nos túmulos.

Para o "pai de família", com certeza, que todo este retrocesso humanitário representa a sacrossanta "ordem".
A partir daí, estarão os fanáticos à beira de convocar uma "cruzada" contra Bin Laden, os infiéis, etc. - sobreponível ao "fundamentalismo islâmico".

Visões do Mundo... misérias populistas... demagogias cegas e ...
a imperiosa necessidade de lutar quotidianamente pelos princípios democráticos e humanitários.

 
At quinta out 19, 12:11:00 da tarde, Blogger Rosario Andrade said...

Bom dia!
Lendo os (poucos) relatórios independentes sobre Guantanamo, para os presos/acusados não me parece que a nova lei traga algo de novo. Creio que a lei apenas vem tornar "legais" as práticas correntes nos EUA.
Cumprimentos.

 
At quinta out 19, 05:01:00 da tarde, Anonymous Anónimo said...

Bem dito. Quando à febre, parte-se o termometro e resolveu-se o caso.

 

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