sábado, outubro 21, 2006

O SOL não brilha, falsifica

O "Sol" não é um jornal sério

O novel semanário "Sol" imputa-me na primeira página a opinião de que o orçamento é "inconstitucional". É uma pura falsificação. [Publicado por vital moreira] 21.10.06

5 Comments:

At sábado out 21, 07:27:00 da tarde, Blogger cardeal patriarca said...

Não é que Vital Moreira não se ponha a geito ! Claro ...

Mas, o "Sol" é um projecto político de magnatas do PSD e restante direita para fazerem aquilo que têm a certeza que o seu partido não está em condições de fazer - oposição ao PS.

Daí os títulos bombásticos, as tentativas de ultrapassagem pela direita - difíceis porque Sócrates e o seu Ministro da Saúde não saem do meio da estrada !

Mas uns títulos nuns escaparates mesmo que não sejam comprados, ainda são comentados.

E foi do Independente que Paulo Portas chegou aos negócios - porque politica fez pouca ...

O Marques Mendes, de certeza que não me dava este trabalho. Se fosse ele a dizer qualquer coisa só sorria ...

 
At sábado out 21, 08:13:00 da tarde, Anonymous Anónimo said...

E o EXPRESSO o que é?
Quando o SOL deixar de brilhar, estamos lixados, morremos de frio...

 
At sábado out 21, 10:24:00 da tarde, Blogger Manel said...

Nem o Deus Mitra o salva. Depois do Natal em vez de salto de pardal, um passo para o funeral.
O JAS que e dedique à arquitectura!

 
At sábado out 21, 11:14:00 da tarde, Anonymous e-pá! said...

O jornalismo não pode viver, ou sobreviver, como um instrumento de manipulação, prenhe de expedientes técnicos que tornam a notícia numa não-notícia, enfim, num logro.
O jornalismo que precisamos (e em que acreditamos) não pode deturpar o sentido das declarações prestadas pelas pessoas, sejam elas políticos, economistas, educadores, psicológos, sociólogos, historiadores,..., ou vulgares cidadãos.
A manipulação técnica, incessante, contínua, abusiva, "empanturra" qualquer leitor, mesmo os mais incautos.
JAS, um arquitecto que sempre aspirou a ser jornalista, nem que seja pela insistência no mister, devia saber alguma coisa disto.
Mais, o arquitecto-jornalista deveria ser, por obrigação profissional, um homem da infografia. Esta última, é tão importante para a comunicação social, como a cartografia jornalistica - o será - para a busca da verdade.
O director do semanário SOL sabe (deveria saber) que a história, a ideologia e a linguagem são pilares institucionais do jornalismo como prática social.
Não há "torres de marfim" de neutralidade onde residam jornais sérios, isentos e impolutos, isto é, acima de toda a suspeita. Por mais elaborado e dolicodoce que seja o estatuto editorial. A credibilidade ganha-se , com labor esforço e isenção no dia a dia. Perde-se com um pequeno precalço.
O processo de produção de notícias move-se num campo de interacções complexas, subsidiárias do Homem enquanto agente político, económico, social e cultural.
E, para além disso, tem a ver com afectividade, dignidade, amizade, traição, sentimento,ódio ,etc.,... ao fim e ao cabo constrí-se com o substracto cultural e educacional dos jornalistas. Entra neste complexo mundo, o alibi mais invocado pelas redacções - os chamados critérios jornalisticos.

Informar a opinião pública é uma missão exigente, muitas vezes, difícil de conseguir.
Manipular nunca é um procedimento inocente ou um descuido.
Manipular: favorece, "enterra", qualifica, desqualifica, promove, despromove, deturpa, extrapola, etc.. Um outro Mundo - o da mentira (directa ou encapotada).

A primeira página da última edição do SOL é importante.
Tem um elevado merecimento pedagógico.
Deverá ser usada nas Escolas de Jornalismo como exemplo de manipulação.

 
At domingo out 22, 12:02:00 da manhã, Blogger cardeal patriarca said...

Porra que o homem não é peco.

Até de jornalismo à séria ele sabe. Cartografia, infografia e outras ....fias.

Meu Querido Amigo - Trate de se identificar junto do Esperança e já lhe arranjei um tacho. Vai postar à séria neste blogue.

E mais, só não o contrato cá para a Cúria, para relações com a imprensa porque tenho aí o Padre Zé e não sabia que lhe dar a fazer.

Mas o Esperança vai atacá-lo. Ou pensa noutro nome, ou vai ser e pá, nome próprio e apelido respectivamente !

Ah pois é.

 

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