quarta-feira, janeiro 31, 2007

Homenagem aos republicanos do 31 de Janeiro


Sonhos concretizados em 5 de Outubro de 1910.

13 Comments:

At quarta jan 31, 02:40:00 da tarde, Anonymous Anónimo said...

Viva a República!

ass:"jovem" nascido depois de 74, para que não se diga que não sabemos o que foi 1891, 1910, 1918, 1926, etc...

 
At quarta jan 31, 04:53:00 da tarde, Anonymous Carlos Esperança said...

É uma satisfação saber os jovens interessados pela República.

Viva a República.

 
At quarta jan 31, 04:58:00 da tarde, Anonymous Anónimo said...

Prefiro dizer viva a "democracia". É isso que me importa.

Não é saber se o chefe de Estado é um Presidente ou um Monarca.

Diogo.

 
At quarta jan 31, 10:47:00 da tarde, Anonymous Anónimo said...

Lamento discordar!
O valor da República é um valor em si mesmo (além de outros valores "republicanos" com o laicidade). Haver uma família privilegiada por definição não é muito democrático...

 
At quarta jan 31, 11:05:00 da tarde, Anonymous Anónimo said...

Pode não ser democrático na teoria, mas a realidade é que colhem o apoio da grande maioria da população.

A República é um valor, e uma teoria mais democrática, claro, mas na prática os melhores chefes de Estado são os monarcas. Claro que há excepções.

Diogo.

 
At quinta fev 01, 12:02:00 da manhã, Anonymous Carlos Esperança said...

Diogo:

Não tenho a mínima simpatia pela monarquia e, no caso português, ela extinguiu-se com D. Manuel II que não deixou descendentes.

Mas estou consigo num «Viva a Democracia».

Encontrei, antes do 25 de Abril, democratas que eram monárquicos. Barrilaro Ruas é um desses nomes honrados. Outro é o Arq. Ribeiro Teles.

 
At quinta fev 01, 12:17:00 da manhã, Anonymous Anónimo said...

A monarquia extinguiu-se porque D. Manuel II foi deposto. Em relação a descendentes/familiares, não quero entrar por esse campo.

Em relação à democraticidade daqueles que apoiam/têm simpatia por uma casa real, não acho que uma coisa tenha a ver com a outra. Tanto à democracia em monarquia como em república.

Diogo.

 
At quinta fev 01, 10:30:00 da manhã, Blogger e-pá! said...

Tenho pena que, 116 anos depois, ainda se questione (ou historicamente não se compreenda) o levantamento de 31 de Janeiro, em traços gerais, contra a intolerável decrepitude do País, sob os auspícios da casa de Bragança, atolada em escândalos.

VIVA A REPÚBLICA!
VIVAM OS IDEIAIS REPUBLICANOS!

 
At quinta fev 01, 12:48:00 da tarde, Anonymous Anónimo said...

Mas o que é que mudou na nossa política e na nossa sociedade, desde essa época?

Diogo.

 
At quinta fev 01, 02:09:00 da tarde, Anonymous Carlos Esperança said...

«Mas o que é que mudou na nossa política e na nossa sociedade, desde essa época»?

RE: Diogo, julgo-o bem intencionado e de formação indiscutivelmente democrática.

Por isso apreciará duas leis que só em República foram possíveis:
1 - A separação da Igreja e do Estado;
2 - A legalização do divórcio.
(1911)

O divórcio havia de voltar a ser proibido durante a ditadura para os casamentos religiosos, em virtude da Concordata.

 
At quinta fev 01, 02:35:00 da tarde, Anonymous Anónimo said...

Caro Carlos Esperança,

Como disse uma vez, nunca retirarei o mérito aos republicanos da Legislação Social.

Não é ao nível da Constituição e das ideias (dos republicanos) que vejo que o país não mudou. É ao nível da mentalidade, que se repercute nos comportamentos e acções.

Quem ler Eça de Queirós e a Geração de 70, poderá ver que aquilo que eles criticavam aplica-se de uma triste forma, a hoje.

Apenas acho que não se percebeu que a verdadeira revolução (para o país mudar de rumo) não era ao nível do Estado, mas ao nível das pessoas e da mentalidade.

Diogo.

 
At quinta fev 01, 03:51:00 da tarde, Anonymous Carlos Esperança said...

Diogo:

E que falta nos faz o Eça, hoje!!

 
At quinta fev 01, 04:04:00 da tarde, Anonymous Anónimo said...

lol completamente de acordo.

Diogo.

 

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