sexta-feira, outubro 07, 2016

Perplexidade_3

OS PORTUGUESES, UM  POVO FELIZ
(Humor negro, recebido há pouco de um amigo)

– Segundo um estudo do Prof. José Colmeia vindo recentemente a público, os portugueses já podem ser felizes porque têm quem trate, por eles, das suas coisas  e, por isso, não têm de se preocupar ou incomodar​ com elas, nem têm de dizer mal de si próprios por aquilo que fariam com elas. Os portugueses podem agora apreciar e​ gozar “il dolce far niente” pois, de facto:
   
 Da  sua banca tratam os espanhóis.
   
 Da  sua electricidade tratam os chineses.
       
 Dos  seus combustíveis tratam  os angolanos.
       
 Da  sua TAP tratam os brasileiros.
       
 Dos  seus aeroportos e espaço aéreo tratam  os franceses
     
 Do seu correio tratam os ingleses, franceses, alemães e noruegueses.
     
 Das  suas comunicações tratam os angolanos e os  franceses.
       
 Da  sua moeda trata o Banco Central  Europeu.
       
 Da  sua economia trata o Euro-grupo.
 
 Do  seu governo trata a Comissão da União Europeia.

O Estudo mostra também que os portugueses estão muito felizes por terem tantos amigos estrangeiros a tratar das​ suas coisas e que nunca irão perdoar ao PM António Costa ​por

Não ter deixado:
     
 os mexicanos tratar do Metro de Lisboa e da Carris.
   
 os franceses tratar do Metro do Porto.
       
 os espanhóis tratar dos Transportes Colectivos do Porto.

porque tal  significaria mais descanso e mais tranquilidade que os portugueses  teriam quanto ao tratamento das suas coisas.

Foi um acto imperdoável não os deixar tratar dessas nossas coisas aliviando-nos desse incómodo.

 O estudo do Prof. Colmeia assinala ainda que os poucos portugueses que ainda tratam das poucas coisas portuguesas​ que restam para eles tratar,​ fazem um esforço para se parecerem com os amigos estrangeiros e, para isso, têm  vindo a fixar residência na Holanda.

1 Comments:

At sexta out 07, 05:34:00 da tarde, Blogger e-pá! said...

Bem, e o SNS [ainda] nos vai tratando da saúde (enquanto o Dr. Arnault estiver entre nós...).

 

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