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A mostrar mensagens de 2026

Da série: Deixem o Luís trabalhar

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Distraiam-se com o eclipse e tirem os olhos do Governo. Depois não se queixem!…

CDS

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Se dois submarinos não evitaram o colapso do CDS, não serão três fragatas topo de gama que impedem o seu ocaso.

As fragatas dos 3.900 milhões de euros

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As fragatas dos 3.900 milhões de euros Enquanto nos distraímos com as comissões, deixamos de nos interessar pelo escrutínio do interesse, oportunidade e ónus que que vai pesar sobre as próximas gerações. Riem-se de nós, portugueses.

Um grande jornalista e um medíocre entrevistado.

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Um grande jornalista e um medíocre entrevistado. Assisti ontem a uma admirável entrevista. Sendo tão medíocre, ignorante e impreparado o entrevistado, brilhou o jornalista. Devia ser proibido chegar a ministro um indivíduo tão néscio. Urge perguntar, onde param os antigos quadros do falecido CDS?

Da série: Abortos da natureza

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  Deixem o Luís trabalhar. Depois não se queixem.

Jorge Amado – hoje, 114.º aniversário do seu nascimento – N. 10-08-1912

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Jorge Amado – hoje, 114.º aniversário do seu nascimento – N. 10-08-1912 Em 2001 ia agosto no sexto dia quando morreu Jorge. Amado e lido por tantos. Acabou o curso de Direito sem nunca procurar o diploma, num país onde se vai sempre buscá-lo mesmo sem frequentar o curso. Partiu da vida sem querer caixão. Quis ser apenas cinza à sombra de uma mangueira, no seu quintal. A seis de agosto deu à eternidade os quatro dias que ainda eram seus até aos 89 anos. Apreenderam-lhe e queimaram-lhe livros na praça pública. Sofreu a prisão e o exílio, e nunca deixou que lhe aprisionassem a alma ou lhe roubassem os sentidos que guardou para o sortilégio do amor, a vertigem do desejo e a paixão da escrita. Levou o país do Carnaval às terras do sem fim, ao mundo todo, nas páginas dos seus livros. A sua vida foi navegação de cabotagem circum-navegando o povo brasileiro para quem foi, também ele, um cavaleiro da esperança a sonhar searas vermelhas nos subterrâneos da liberdade. Percorreu a vida, ...

Para memória futura

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Não foi intencional!  

Guerra EUA / Irão

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Irão não dá qualquer chance aos EUA,  

Cavaco Silva e o Chega

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  A perversidade e indigência política do Chega é tal que até afasta Cavaco. 

Para memória futura

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Para memória futura   A votação histórica ocorreu em 25 de março de 2026  

UE - Relações diplomáticas entre Itália e Espanha

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Naturalmente…  

HUMOR – Silly Season – (Data e compilador desconhecidos) – Bom fim de semana!

HUMOR – Silly Season – (Data e compilador desconhecidos) – Bom fim de semana! Não garanto a autenticidade e já aqui publiquei estas frases antigas que, se não forem verdadeiras, são bem achadas. Não garanto a veracidade, mas é forte a probabilidade de serem. E são credíveis! Menos perigosas do que as intrigas e calúnias da direita, aqui as repito para gáudio dos leitores: - Finalmente, a água corrente foi instalada no cemitério, para satisfação dos habitantes. (Presidente da Junta de Freguesia do Fundão) - Esta nova terapia traz esperanças a todos aqueles que morrem de cancro em cada ano. (Dr. Alves Macedo – oncologista) - Os sete artistas compõem um trio de talento. (Manuela Moura Guedes – TVI) - A polícia encontrou no esgoto um tronco que provém, seguramente, de um corpo cortado em pedaços. E tudo indica que este tronco faça parte das pernas encontradas na semana passada. (Paulo Castro – Relações Públicas da PJ) - A vítima foi estrangulada a golpes de facão. (Ângelo Bál...

Da série: Insólito.

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              Cartune de Varella
  VIDA DEPOIS DA MORTE (2) Por Onofre Varela Como disse no último artigo, só a História é o único modo de manter a memória daqueles que morreram e deixaram obra para serem recordados. Só assim se consegue a “eternidade” como cantou o nosso poeta maior, Luís Vaz de Camões: “ Aqueles que por obras valerosas da lei da morte se vão libertando” . Na nossa sociedade cristã, quando se aborda o tema “Vida Depois da Morte”, é inevitável falar em Jesus Cristo (JC) e na mitologia da sua ressurreição, por ser o paradigma do tema …  que teima em não largar a vida. A maioria das religiões (não só a Cristã) tem como denominador comum a preocupação com a morte e a mensagem da vitória da vida sobre ela. O Cristianismo refinou esta regra, porque Jesus Cristo só existe… porque morreu!… A sua crucificação foi a porta que se abriu à vida, fechando-a à morte, através da ideia da ressurreição como “a vitória final da vida”, onde a morte já não tem lugar! O engraçado é esta ingenuidade cristã...

Portugal, a Silly season e o Luís

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Portugal, a Silly season e o Luís Já não há nenhum mês tão silly como antigamente e, por mais que pareçam silly todos os meses, é inglório o esforço para reabilitar o período de veraneio. O Luís prometeu ficar a trabalhar e o país tremeu de pavor com a ameaça. Valeu-nos o Correio da Manha, um órgão cujo til é adereço redundante, a tranquilizar a Pátria com fotos dos dois sócios, o Luís e o Hugo, a mergulharem nas mansas ondas do Algarve. A bem dizer, não são férias. Para gestores imobiliários o Algarve é local de trabalho, o sítio para encontrar colegas e clientes, indigno de quem considera a Pátria demasiado pequena para tão ilustres peitos lusitanos. Há de ter sido um regalo vê-los desaparecer nas ondas, com um alívio logo desmentido. Eles sabem nadar, o Hugo voltará sem perder a pulseirinha que lhe serve de amuleto e o Luís, exímio atleta, é hábil a navegar em terra, mar e ar. Enquanto os dois sócios trabalham em calções de banho, em Lisboa o MAI derrete com a canícula e...

O PR e a desintegração do Governo

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                            A reação poucochinho ou abstenção violenta.

A Ponte 25 de Abril e o ditador

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Sem comentários.  

Câmara de Gaia

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  Luís Filipe Meneses regressou à Câmara.

A ponte 25 de Abril e os saudosistas do fascismo

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A ponte 25 de Abril e os saudosistas do fascismo Há 60 anos, no dia de hoje, foi inaugurada e convenientemente benzida a primeira ponte que ligou Lisboa à margem sul do rio Tejo. Américo Tomás, mordomo do déspota, quis que o apelido do ditador desse o nome à ponte que, fardado de almirante, inaugurou. Gonçalves Cerejeira, cardeal e amigo do ditador, com um báculo de dois metros, mitra e vistoso vestido rendado, rodeado de clero, fascistas e pides, expeliu latim e água benta. Brandindo vigorosamente o hissope, aspergiu a ponte e exibiu o reluzente anelão. Foi a obra grandiosa do país que então liderava a Europa no analfabetismo, mortalidade infantil e materno-fetal, pobreza e atraso. A lavadoiros, fontanários, caminhos e escolas, o ditador juntou a glória de mandar construir a Ponte com o seu nome. As prisões estavam cheias de opositores; a emigração clandestina era o destino de quem fugia à miséria; a censura estendia-se aos jornais, revistas, livros, rádio e televisão; em Angola, Moça...

Hiroshima - 81.º aniversário do pesadelo coletivo

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Não esquecer, não repetir. Há 81 anos, os EUA eram o único país com capacidade nuclear, e não hesitou em lançar a primeira bomba sobre a população da cidade mártir de um país cúmplice do fascismo internacional onde o anacrónico imperador, tal como hoje, era uma divindade. É urgente uma opinião publica esclarecida e ativismo político global para evitar que um louco ponha fim à vida na Terra. Malditos os que hoje incitam nova aventura nuclear! Hiroxima, nunca mais!

André Ventura - Um nojo de homem

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Tenho nojo de quem parasita o sacrifício inútil da minha geração naquela guerra injusta, inútil e antecipadamente votada ao fracasso. Sabe lá este homúnculo o que foi passar 4 anos e 4 dias na tropa, 26 meses dos quais na guerra de onde não voltaram vários camaradas que me acompanharam na viagem de ida! Como é possível, 52 anos depois, haver quem se nutra do cadáver de 7481 mortos que a guerra colonial consumiu, dos 1852 amputados e 220 paraplégicos dos 510134 jovens a quem roubaram três, quatro ou mais anos de vida e que penaram, em média, dois anos na guerra colonial? A falta de respeito pelo sofrimento de compatriotas que a ditadura salazarista imolou na longa e cruel aventura colonial não é digna de uma pessoa decente, é apanágio de um oportunista insensível e amoral. 

EUA e FIFA

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Trump é o Infantino e os EUA a FIFA da política.  Não se pode criar uma aliança das democracias sem Trump?

Argentina

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Excelente notícia.  

Pedro Sánchez, Meloni e a União Europeia (UE)

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Pedro Sánchez, Meloni e a União Europeia (UE) Quando Trump ofendeu Meloni, de forma soez e marialva, dizendo que implorara uma fotografia com ele, o PM espanhol Sánchez foi o primeiro governante a expressar-lhe solidariedade pública. Agora, quando Sánchez enfrentou a provação em Ceuta, com apoio de Trump, que, na sua animosidade à UE, considera Ceuta território marroquino, o ataque de Meloni ao governo de Espanha foi especialmente chocante. Não foi apenas a patifaria, de motivações eleitoralistas, que revelou o carácter da PM italiana, foi o recurso a um pretexto falso, o risco desses imigrantes chegarem a Itália, quando Ceuta fica em África e permanecem impedidos de chegar à Europa. Meloni suspendeu o acordo Schengen com Espanha e apelou à exclusão de Espanha do espaço Schengen. Foi um ato gratuito que galvanizou toda a extrema-direita europeia, enquanto em Espanha era organizadas manifestações a exigir a demissão de Sánchez. É justo realçar que António Costa, no X, foi rápi...

Daniel Oliveira . Um artigo para guardar. Expresso.

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A guerra na Ucrânia

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Esteve hoje no meu televisor este primata a dizer que na Rússia não se pode comprar um relógio de luxo ou um carro de luxo, o que é desanimador. É preciso ser burro para pensar que a falta de artigos de luxo é pior do que as mortes. A inteligência artificial não substitui a inteligência emocional ou, simplesmente, a inteligência.

Salazar e a cadeira da nossa esperança – Aconteceu há 58 anos (Homenagem anual)

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Salazar e a cadeira da nossa esperança – Aconteceu há 58 anos (Homenagem anual) Não falo das duas cadeiras que a oposição dizia faltarem-lhe, a elétrica e a que lhe devia ter rachado a cabeça, antes de mandar assassinar adversários políticos e dirigentes dos movimentos de libertação das colónias, que os nostálgicos designam por nosso ultramar infelizmente perdido . Refiro-me à cadeira que o caruncho laboriosamente minou ao longo dos anos, sem que a Pide suspeitasse, e que, na sua aparente robustez, estava patrioticamente escavada pelo inseto que ofereceu ao país o dia que a oposição falhou durante 4 décadas. Foi há 58 anos. No dia 3 de agosto de 1968 o calista Augusto Hilário preparava- se para tratar dos pés e cuidar das unhas do ditador, as unhas perversas que cravou na liberdade do povo e na carne dos democratas. O caruncho poupou ao calista o tratamento dos pés do ditador porque, há muito, cuidava dos pés da cadeira com a eficiência da sua condição e a devoção de um patriot...

União Europeia

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 União Europeia Se houvesse meia dúzia de governantes que enfrentassem a extrema-direita e deixassem de ser capachos de Trump, a UE seguiria o exemplo de Pedro Sanchéz. A resposta a Meloni devia ser lida pela Sr.ª Von der Leyen como advertência à conduta errática da sua presidência e à vergonhosa falta de solidariedade com Espanha perante um ataque de Marrocos e o gáudio da extrema-direita internacional. A invasão de dezenas de milhares de jovens nadadores, descalços ou de sapatilhas, da cidade de Ceuta, veio de Marrocos, com o apoio dos EUA de Trump. O afogamento de compatriotas é irrelevante para Mohammed VI a quem, por ironia, todos agradeceram a ajuda na resolução do problema que criou e cujo aviso deixou para futuras incursões. Outra ironia é o nome atribuído pelo rei, alegado descendente de Maomé, à autoestrada que liga o sul de Marrocos ao território disputado do Saara Ocidental: Donald Trump . Em vez de respostas desconexas às ameaças que se agravam, , só uma resposta conju...
UMA ESPÉCIE DE INTRÓITO Na colaboração que mantenho com dois jornais regionais (Gazeta de Paços de Ferreira e Semanário Alto Minho) estou a publicar um texto em "episódios" (como as telenovelas) por obrigação do espaço de que disponho.  Decidi publicar aqui os mesmos textos, juntando "dois em um", para não maçar o leitor com prosa intensa, por considerar o texto com interesse para uma grande parte de nós. Portanto, aqui vai a primeira entrega: VIDA DEPOIS DA MORTE (1) Por Onofre Varela No passado dia 17 de Junho teve lugar no Auditório Municipal de Gondomar, uma palestra subordinada ao tema “Ciência e Espiritualidade – A Vida Depois da Morte”, com a presença de Luís Portela, médico, empr esário e Presidente da Fundação Bial, apresentado pelo meu amigo Mário Augusto, companheiro de lides televisivas e jornalísticas desde há 40 anos. Luís Portela foi colaborador do Jornal de Notícias nas décadas de 1980/90, onde publicava artigos de opinião e eu ilustrei alguns...
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Cartune de Varella
  OUTRA VEZ A NÓDOA ! Por Onofre Varela A nódoa humana que o mundo reconhece pelo nome Donald Trump, não deixa de me surpreender de cada vez que abre a boca.  Bem sei que a surpresa já não devia ter lugar por conhecer as atitudes da peça “de ginjeira”, como se diz na minha terra… mas não consigo separar a irracionalidade do animal em questão, mais a sua arrogância e extrema vaidade, do importante cargo universal que ocupa indevidamente: trata-se do chefe supremo do mais poderoso país, que tem uma máquina de guerra bem montada, oleada e treinada para, em qualquer momento, conseguir os mais desastrosos efeitos em qualquer parte do mundo. Basta levantar um dedo para os seus generais, fiéis como cães treinados, carregarem no botão que faz rebentar bombas, ceifar vidas e destruir património. Mata quem quer matar, levando no cortejo fúnebre quem não era para matar… mas como estava lá… também é eleito para morrer sem se ter candidatado. Digo que "ocupa o cargo indevidamente",...

UE

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Se a UE tivesse meia dúzia de governantes que não se prestassem a ser capachos de Trump, e reféns da extrema-direita, seguiria o exemplo de Pedro Sanchéz. A resposta de Pedro Sanchéz a Meloni devia ser lida pela Senhora Von der Leyen como uma série advertência à conduta errática da sua presidência. Parabéns, Espanha!

André Ventura

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O 4.º Pastorinho, à falta de ideias próprias, segue a cartilha da extrema-direita, de Trump a Marine Le Pen, de Orban, ora afastado, a Meloni. Desta vez a musa inspiradora foi Meloni, mais astuta, menos histriónica, mas igualmente tóxica. Uma vez mais reincidiu no ódio a Pedro Sanchéz, acompanhado da tralha da extrema-direita europeia e do demenciado Trump.

A UE e a Ucrânia

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A racionalidade e as hormonas são incompatíveis.