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COIMBRA – Almoço comemorativo do 5 de Outubro

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– 108.º aniversário da implantação da República –
Evocação do 5 de outubro de 1910 Restaurante D. Duarte II, Rua de Moçambique, nº 34 Telefone: 239701461 Inscrições para anabela8@hotmail.com até dia 2 de outubro, impreterivelmente.
Almoço: 13h, do dia 5 de outubro, sexta-feira, feriado nacional
Ementa: Entradas, sopa de legumes (opcional), Bacalhau à Brás ou Pato no Forno à Antiga, fruta ou bolo de bolacha, café, bebidas 15 euros (sem sopa) 16 euros (com sopa)
Como é hábito vai realizar-se o habitual almoço comemorativo, desta vez organizado, de forma voluntária, pelos signatários.
Viva a República! Anabela Monteiro Carlos Esperança (TM. 917 322 635)

CDS e os peões de brega dos ditos 'proprietários'…

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Não sinto particular motivação para falar sobre o ‘caso Robles’. Todos percebemos que se tratou de uma mundana tentação de aproveitamento das contradições do capitalismo que redundou numa clamorosa incompatibilidade ética incompatível com posições políticas abundantemente expressas contra a especulação imobiliária. O que incomoda é o diligente aproveitamento pela Direita que, quotidianamente, promove e defende as mesmas práticas.
Mas quando o CDS vem à liça falar da ‘taxa Robles’ a apetência por ‘voltar à vaca fria’ dispara. A argumentação do deputado do CDS João de Almeida sobre uma eventual taxa proposta pelo BE que visa dificultar a especulação é absolutamente indigente. A candura que o deputado porta-voz da formação política de Direita encara aquilo que chama ‘negócio imobiliário’ e à custa da qual resolveu fazer uma chicana ideológica sobre um conceito histórico - “ a propriedade é um roubo” link é mais do que indigente, atingindo as raias da desonestidade.
Usar uma tirada ideo…

Quem é António Martins da Cruz (AMC)?

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O “sulista, elitista e liberal” António Martins da Cruz é um aristocrata dos corredores do poder, embaixador reformado, compadre de Durão Barroso e seu ex-MNE.

Habitualmente apresentado pela comunicação social como tendo sido o diplomata que abriu a embaixada de Portugal em Maputo, o que pode ter acontecido por ter sido o seu primeiro lugar na carreira diplomática, podendo caber-lhe a abertura da porta, serviu com o honrado 1.º Embaixador em Moçambique, Albertino de Almeida, um magistrado que Melo Antunes nomeou para embaixador.

Da sua passagem por Moçambique não consta o afastamento que Samora Machel exigiu do futuro assessor diplomático do primeiro-ministro Aníbal Cavaco Silva, no Palácio de Belém, onde colecionou a interminável coleção caricas que exornam o fatinho em que o diplomata aparece dentro (V/foto).

Depois disso esteve em Madrid onde foi, além de embaixador, administrador da Afinsa, dedicada à filatelia e à numismática, sendo a terceira maior empresa mundial de ativos não…

O depoimento

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"Nestes anos de mandato, que a Constituição determina poder ser renovável, entendeu quem pode que a senhora procuradora deveria ser substituída. Não houve, infelizmente, a decência de assumir com transparência os motivos que conduziram à sua substituição", escreve Passos Coelho, num artigo de opinião publicado na quinta-feira no jornal 'online' Observador.

(Lusa - 21 de setembro de 2018 às 00:22

PGR – A não-renomeação de Joana Marques Vidal

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A normal nomeação da nova PGR, Lucília Gago, com a dupla confiança do Governo e do PR, pôs termo à guerrilha da direita que a D. Cristas, o Observador, setores do PSD ligados a Passos Coelho e Marques Mendes se esforçaram por partidarizar. A Pátria, a democracia e a isenção partidária prescindiram da inédita recondução, sem sobressalto.

Com a sua natural substituição a Dr.ª Joana Marques Vidal não abdicou da sua reiterada convicção de que o mandato era único, em sintonia com a opinião do constitucionalista, Marcelo Rebelo de Sousa, manifestada de forma clara, na liderança do PSD e em livro, sobre a Revisão Constitucional de 1997. E a ministra da Justiça viu o seu entendimento sobre o mandato único, embora omisso na lei, plenamente confirmado.

A Dr.ª Joana Vidal deixou-me indignado por ter desfilado com as vestes de procuradora geral-adjunta na procissão do Senhor Santo Cristo, em Ponta Delgada, quando aí esteve colocada, talvez por pensar que Deus está acima dos homens, quanto mais d…

O primeiro auto de fé em Portugal

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Há certamente na longa sequência do ADN um qualquer gene da crueldade que molda o cromossoma humano, mas ninguém faz o mal com tanto entusiasmo e tamanha alegria como quem tem uma fé à prova da clemência e uma devoção que exonera a compaixão.
Das instituições que levaram a perversão a maiores requintes, a tortura a mais elevados níveis e o êxtase pelo sofrimento alheio a um grau de felicidade tamanho, destaca-se a Inquisição, essa máquina sinistra para matar hereges, bruxas, judeus, não deixando sem castigo a adivinhação, a feitiçaria ou a bigamia.
Em Portugal, foram os santos frades dominicanos que entusiasticamente se dedicaram à incineração dos vivos e à exaltação criativa para ampliar e prolongar o sofrimento, para maior glória de Deus e purificação das almas dos réprobos.
Na Península Ibérica assistiu-se a esta curiosidade sinistra, países onde a Reforma nunca chegou, motivo do atraso dos seus povos, mas que exigiram a Inquisição, o instrumento mais cruel da Contrarreforma. Era …

Jurisprudência perturbadora

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É difícil conciliar a defesa das liberdades individuais, que perfilho, com limitações que considero irrevogáveis. Quem consiga ser coerente e justo, ao mesmo tempo, que atire a primeira pedra.

Aceito, como sucede na Alemanha, que a liberdade de expressão não se compadeça com o negacionismo em relação ao holocausto. Aceito, e exijo, a obrigatoriedade do ensino, das vacinas, do respeito da lei e da submissão aos valores civilizacionais.

Serve o preâmbulo para manifestar perplexidade perante uma sentença recente, referida na comunicação social, e logo esquecida, como tema que não merecesse ser escrutinado pelos cidadãos.

Uma juíza entendeu dispensar da frequência escolar uma menor que considerava ter as competências escolares básicas para as suas necessidades, e “não demonstrar motivação para frequentar a escola e ajudar a mãe nas tarefas domésticas”, aliada ao facto de ser “de etnia cigana e de cumprir com as suas tradições” o que a levava “a considerar que não necessita de frequentar …