Mensagens

Pedro Passos Coelho

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Pedro Passos Coelho gosta tanto da Pátria (já gostava do «nosso Ultramar infelizmente perdido») que está disposto a ser vice-primeiro-ministro do 4.º Pastorinho.

2.º aniversário da posse do PGR Amadeu Guerra

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2.º aniversário da posse do PGR Amadeu Guerra Amadeu Guerra é o único magistrado em efetividade de funções judiciais após os 70 anos, limite que se julgava impeditivo do exercício do cargo de PGR. Foi estranho que o PM o fosse buscar à reforma e, ao que se sabe, o impusesse ao PR, de quem dependia a nomeação, sem acordo prévio, quando a sua credibilidade estava abalada pela criatividade com que derrubou o governo de maioria absoluta do PS. Foi igualmente estranho que fosse oriundo do Ministério Público, contra a exigência das personalidades que integraram o «Manifesto dos 50», figuras públicas cuja preocupação com a Justiça é notória, que pretendiam neutralizar o carácter corporativo e a politização do Sindicato do Ministério Público (SMMP). Não se atribuiu a confiança pessoal do novo PM no magistrado reformado à tentativa de resolução dos seus problemas empresariais, mas o comportamento do ainda PGR tornou-se objeto de escrutínio público mais apertado. O facto de Amadeu Guer...

União Europeia

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De pacote em pacote até ao regresso da extrema-direita a toda a Europa.  

Mário Centeno e o OE/2027

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À consideração do PS.  

O regresso do Estado à REN

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Saúdo o regresso do Estado à REN, de onde nunca devia ter saído e que mereceu a condenação da União Europeia, mas não posso deixar de denunciar a incoerência do antigo líder parlamentar de Passos Coelho e ora primeiro-ministro, Luís Montenegro.

Cartoon

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Jesus, o do cartonista, é agora simultaneamente o crucificado e o Cireneu.  

Leão XIV

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A existência de um Papa que é um cidadão decente e humanista, não prova a existência de Deus, mas merece o respeito de todos e suscita solidariedade na doença que o atingiu.

Factos e documentos

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Deixem o Luís trabalhar.  

PRIMEIRO-MINISTRO, NÃO!... (Adaptado)

PRIMEIRO-MINISTRO, NÃO!... (Adaptado) Glosa sobre o belíssimo poema de Ary dos Santos “Poeta Castrado, Não!” (Autor, data e destinatário desconhecidos). «Chamem-lhe o que quiserem, por justiça ou rejeição: cabeçudo, dromedário, fantoche de eleição, parvónio, salafrário, mestre-escola aldrabão, oportunista, falsário malabarista, cabrão.   Chamem-lhe o que quiserem: Primeiro-ministro, não!...   Os que sabem, como ele, as linhas com que se cose veem o interesse dele em manter a sua pose: egoísta, trambiqueiro distorce a realidade, em cada recado rotineiro, para ter visibilidade!...   Os que sabem, como ele, governar-se e encher a pança aceitam que seja dele tanta sede de vingança: Político vingativo e que, disso, não se cansa, não quer saber do aflitivo caos da atual governança!...   O tipo não faz história. - Sua morte lenta é fatal!... Irá ficar na memória como um mesquinho banal!... O seu fim p...

Ministério da Saúde

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A generosidade dos provados!!! e A desfaçatez da notícia.  

Comissão da Liberdade Religiosa

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Parabéns pela independência!  

Almoço de família, hoje, num restaurante da Mealhada

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Almoço de família, hoje, num restaurante da Mealhada Somos irmãos de afeto e infortúnio, irmãos que durante 26 meses vivemos degredados em Moçambique pelo crime de sermos portugueses. Foram vinte e seis meses de camuflado e metralhadora G-3 numa guerra injusta, inútil e antecipadamente perdida. Criámos ali os laços que nos unem, as saudades que sentimos, não da guerra, menos da ditadura, mas uns dos outros, dos que lá ficaram, dos que hoje não puderam vir e de muitos que todos os anos vão partindo. Como se pode ter saudades do tempo perdido, de uma juventude consumida na loucura do Império, na deriva fascista do nacionalismo que considerava sua a Pátria alheia? É este paradoxo que anualmente nos leva ao encontro dos que chegam da única família que tivemos, algures no Niassa, onde alguns pagaram com a vida o desvario do regime, e deixaram vago o lugar no Vera Cruz que nos levou e apenas trouxe os que sobrámos. Obrigado, amigos, companheiros e camaradas pelo fraterno convívio ...

A opinião de Vital Moreira

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 Subscrevo: sábado, 10 de outubro de 2026 Náo dá para entender (44): O triunfo da irracionalidade política Publicado por Vital Moreira 1. Na região de Coimbra, continuam em exibição faixas de propaganda política do Chega, qualificando como "roubo" os impostos sobre combustíveis. Ora, ressalvados os impostos sobre os prémios de jogo, os impostos "sobre o vício" (tabaco e bebidas alcoólicas) e o imposto sobre a riqueza recebida a título de herança (que, aliás, não existe entre nós, tendo sido extinto por um lamentável acordo entre o PS e o PSD), os impostos sobre combustíveis (gasolina e gasóleo) estão entre os mais justos de todos, por duas razões: (i) incidem sobre bens importados, que pesam na balança comercial negativa do país, e (ii) geram enormes quantidades de CO2, contribuindo para a poluição atmosférica e retardando a descarbonização da economia.  Ao aumentar substancialmente o seu preço, os impostos sobre produtos petrolíferos reduzem o seu consumo e geram...

EUA - Um país doente

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  O regresso da barbárie. Espetáculo público da crueldade.

Divagando 40

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Divagando 40 Enquanto Portugal se encontra destroçado com o psicodrama que percorre a sua Seleção de Futebol, os países europeus entram em convulsão com os problemas sociais que lhes bateram à porta. Na aparência e na retórica do Governo, no país, tudo corre pelo melhor no melhor dos mundos. O sec. de Estado dos EUA, Marco Rubio, ao fazer escala em Lisboa, logo designada por visita de Estado, visitou o PM, lembrou que o seu País tem aviões de guerra magníficos, a bom entendedor, e respondeu a perguntas previamente acordadas com os jornalistas na companhia do seu homólogo em êxtase, Paulo Rangel. A UE, a mais bela criação do pós-guerra, está em risco, com a sua Comissão a afastar-se dos objetivos de paz que presidiram à criação, esquecida da cooperação económica e da estabilidade política e social que lhe cabe promover entre os países que a integram, mas determinada a cumprir as exigências de rearmamento que cabe a cada País, não à UE. O dia de hoje trouxe-nos uma agradável surp...

Prémio Nobel da Paz 2026

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Desta vez o Prémio acertou. Parabéns! A laureada prestigiou o prémio.  

Che Guevara – 59.º aniversário da sua morte

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Che Guevara – 59.º aniversário da sua morte O guerrilheiro argentino-cubano Che Guevara, político, jornalista, escritor e médico, que estava decidido a levar a revolução a todo o mundo quando o assassinaram, foi o herói romântico da minha juventude. Há grandezas e misérias no revolucionário, na generosidade e na violência do homem a quem cortaram as mãos após o assassinato, e bondade ou perversão na utopia por que lutou. Na data do seu assassínio, apraz-me evocar o símbolo que arrastou multidões e inspirou gerações de jovens, por mérito próprio e do ódio que suscitavam os que combateu e os que o mataram. As ditaduras fascistas contribuíram para a imagem romântica do guerrilheiro, cultuado por jovens de todo o mundo como os crentes veneram os santos. A foto do fotógrafo Alberto Korda ajudou à sedução que o revolucionário exerceu. Esta figura da História é o mito que continua a alimentar paixões e, tal como então, no sofrimento e desespero dos povos oprimidos germinará a cora...

Pacheco Pereira e Seixas da Costa

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Um pretexto para a Censura ou a desculpa para saneamentos?

José Saramago – 28.º aniversário do Nobel da Literatura

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José Saramago – 28.º aniversário do Nobel da Literatura Há 28 anos, José Saramago, o maior ficcionista português do século XX, foi laureado com o prémio Nobel da Literatura e tornou-se o Nobel do nosso contentamento. A Igreja rangeu os dentes. O Papa que se indignou, João Paulo II, já é santo. O censor Sousa Lara voltou à Universidade, de onde convidaria Passos Coelho para catedrático. O PM de turno, Cavaco Silva, aguardou vários anos uma reunião na vivenda de Ricardo Salgado para Marcelo, Durão Barroso e ele próprio prepararem a sua caminhada para o Palácio de Belém. Hoje, Saramago não precisa de panegiristas, aguarda apenas ser lido com a sedução que inspira, o prazer que transmite em cada página e a descoberta da riqueza da língua que o notável criador lavrou. Ao indizível prazer da leitura do gigante literário em que Saramago se tornou, junta-se o deleite pelo azedume que o seu êxito provocou e a animosidade de que ainda é alvo. L'Osservatore Romano, diário do Vatican...