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Ver novos posts Conversa Sevim Dağdelen @SevimDagdelen Traduzido do alemão Hoje, o chanceler federal Merz quer exercer retaliação contra a potência atômica Rússia. Como no caso do Nord Stream, já está decidido: Foi o russo. Adequadamente, ele escolheu o 1º de setembro – o dia em que a Alemanha, em 1939, exerceu retaliação por um ataque à estação de rádio Gleiwitz, que ela mesma havia encenado. Esquecido da história e megalomaníaco. Merz é um perigo para todos nós.

À consideração das mulheres portuguesas

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Um conselho de uma dona de casa.  

II Guerra Mundial – 1 de setembro de 1939 (Texto atualizado).

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II Guerra Mundial – 1 de setembro de 1939 (Texto atualizado). Há 87 anos, Hitler invadiu a Polónia, apesar da popularidade que aí gozava, e iniciou a II Guerra Mundial. O clima político e económico tinha semelhanças com o atual. As fronteiras e o «espaço vital», hoje trocados pelos mercados, foram detonadores de uma catástrofe em que, pela segunda vez, a Alemanha ganhou todas as batalhas e perdeu a guerra. Dessa tragédia, do desvario belicista, dessa delinquência nacionalista, a História regista nomes sinistros: Hitler, Goebbels, Bormann, Himmler, Goering, Eichmann, Ribbentrop, Rosenberg e Rudolf Hess. Hoje, 87 anos depois, parecem mais confiáveis os principais entusiastas da corrida ao armamento e mais generosa a justificação. Defender as fronteiras de um país invadido é bem mais aceitável do que pretender conquistar um território, mas o entusiasmo de dois alemães causa alguma perplexidade. Friedrich Merz e Von der Leyen, o primeiro em nome da Alemanha, e a segunda no da UE, a...

O 4-º Pastorinho e a decência

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Estas coisas não se inventam. Isto não é  lapsus linguae. É racismo puro e duro.  

XXV Governo Constitucional

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Está explicada a permanência no Governo. Isto anda tudo ligado.  

Feira do Livro do Porto – Pavilhão Âncora Editora

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  Feira do Livro do Porto – Pavilhão Âncora Editora De 21 de agosto a 6 de setembro - Jardins do Palácio de Cristal. Estão à venda os meus dois últimos livros de crónicas.

No 90.º aniversário do saudoso herói de Abril – 31 de agosto.

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No 90.º aniversário do saudoso herói de Abril – 31 de agosto. Completaria hoje 90 anos o comandante militar e estratego do 25 de Abril, que na mais bela das Revoluções restituiu a Portugal a liberdade e aos portugueses a dignidade. Já não recebe o tributo que lhe era devido e a saudação que aqui lhe deixava no dia de hoje, mas fica o testemunho da dolorosa saudade que acompanha quem o recorda. Pode ter sido sinuoso o percurso da sua vida, mas há momentos que valem várias vidas, dias que marcam a História e madrugadas que valem séculos. Obrigado, Otelo. Sempre.

Narana Coissoró (n. 3/X/1931 – f. 29/VIII/2026)

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Narana Coissoró (n. 3/X/1931 – f. 29/VIII/2026) Faleceu ontem o deputado histórico do CDS e seu líder parlamentar, durante 13 anos, no tempo em que o CDS existia e eram democratas os deputados que o frequentavam. O advogado, professor universitário e político, era uma referência da democracia-cristã e da urbanidade, com amigos em todos os partidos. Na sua morte curvo-me respeitoso perante este homem a quem as divergências políticas nunca transformaram em inimigos os adversários. Era hindu heterodoxo, como dizia, não dispensava o bife de vaca com ovo a cavalo. Até nisso, para ele, não havia vacas sagradas. Na sua morte lembrei-me de me ter sido apresentado pelo neurocirurgião e deputado do PCP, o saudoso amigo Fernando Gomes, na AR. Eram amigos, como Narana era, aliás, de muitos outros deputados de todas as bancadas. O Fernando Gomes só exercia funções parlamentares para defender o SNS, porque um neurocirurgião não pode estar muito tempo sem operar e, nesse dia, com o mandat...
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                                                                                                                                        Cartune de Varella

Venezuela - A invasão, o sequestro e o rapto do PR pelos EUA

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Em defesa da democracia?  

Justiça tardia.

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Mera questão de higiene.   A vergonha foi a atribuição. A Universidade de Coimbra mantém o título de Doutor Honoris Causa a Salazar e a Francisco Franco.  
  “ Q ueremos terminar o trabalho” Por Onofre Varela Foi há um ano. A imprensa do dia 26 de Agosto de 2025 reportou o trágico acontecimento perpetrado por Israel em Gaza. Por duas vezes consecutivas o exército israelita atacou com drones-bomba o Hospital Nasser situado na Franja de Gaza, provocando 20 mortos, dos quais cinco eram jornalistas. A táctica era essa: a primeira bomba produzia vítimas que, de imediato, eram socorridas por para-médicos e tinham a presença de jornalistas. A segunda bomba tinha a missão de assassinar os socorristas e os técnicos de informação. Vídeos mostraram claramente os socorristas a ocorrerem ao primeiro ataque na tentativa de salvarem feridos, e a segunda bomba israelita a cair sobre o mesmo local na intenção de liquidar os salvadores e os jornalistas que acorreram para reportarem o facto. As imagens deram a volta ao mundo chocando todos quantos viram o assassinato premeditado pelo exército judeu. Então, Benjamin Netanyahu emitiu um comunicado de impr...
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                                                                                                                                         Cartune de Varella

VIDA DEPOIS DA MORTE (4 e fim)

  V IDA DEPOIS DA MORTE ( 4 e fim ) Por Onofre Varela As escolas estabelecidas em todas as sociedades não são apenas lugares de transmissão de saberes… também desenvolvem estilos de consciência… e de esquecimento de outras capacidades, orientando as consciências para comportamentos locais, podendo distanciá-las do entendimento universalista das coisas naturais, construindo um modo de pensar limitado a uma facção, como acontece no xamanismo e também é notório na aprendizagem de cultos religiosos e políticos ministrados pelos interesses instalados em cada grupo. Carlos Stépanoff é membro do Laboratório de Antropologia Social do Colégio de França e director da École des Hautes Études en Sciences Sociales . Especialista nos rituais xamânicos, diz que o sonho, o devaneio (o sonhar acordado) ocupa 50% da actividade do espírito, desempenhando um importante papel no funcionamento da imaginação. Estudos de neuropsicologia mostram que a imaginação é mobilizada quotidianamente d...

Da série: Milagres!

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Da série: Milagres! Deus enviou o Arcanjo Gabriel a dizer a Maria de Nazaré, alegadamente virgem, que estava grávida. D. Trump enviou o Diretor da CIA a dizer a Putin que está a perder a guerra.

Cenas do quotidiano

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Está um marginal a vandalizar os sinais de trânsito. É o treinador de outros marginais.

A FRASE

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«Há dois anos estava preocupado com a segurança em Lisboa, hoje começo a estar alarmado». (Carlos Moedas, edil de Lisboa, ontem, na Universidade de Verão do PSD). Pergunta: O melífluo edil de Lisboa a conta com a queda do Governo do Luís ou julga que o PS ainda está no governo? Apostila - Carlos Moedas é o primeiro autarca mais preocupado com a sua imagem do que com a da cidade perante quem a visita.

A Segurança Social e o Luís

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A Segurança Social e o Luís Não se percebe o que levou o Governo a encomendar, e pagar, um relatório ao consultor das Seguradoras privadas e dos fundos de pensões, cujas conclusões eram previamente conhecidas? Jorge Bravo é o economista que desde Durão Barroso o PSD contrata para fazer estudos sobre a Segurança Social, que invariavelmente profetizou a futura falência e prescreveu a inscrição dos trabalhadores em planos de poupança-reforma complementares. É irrelevante que as profecias tenham falhado, que o prestígio do economista perante as Seguradoras e fundos de pensões jamais perdesse o brilho, e que Passos Coelho tenha igualmente recorrido aos seus conselhos. O que surpreende é a desfaçatez do Luís a anunciar que as pensões são sagradas e que a Segurança Social se manterá sem alterações e que não era intenção sua alterar o que quer que fosse. Foi talvez uma imprudência da sua ministra do Trabalho, a que avançou com dezenas de alterações ao Código de Trabalho, que o PM não...

A ditadura fascista e a perda coletiva da memória

A ditadura fascista e a perda coletiva da memória Em 25 de Abril de 1974 foi derrubada a ditadura fascista. Os próceres do regime, após o susto inicial, adaptaram-se à democracia. aguardando a desforra que só agora chega. Os Pides eram todos escriturários, os bufos extremosos pais que arredondavam o salário com informações sem importância e os juízes dos Tribunais Plenários excelentes juristas em comissão de serviço para uma promoção mais rápida. Com o decorrer do tempo o fascismo passou a ditadura, para depois ser designada como mero regime autoritário. Agora, perdida a vergonha e a memória, já regougam aí alguns crápulas que era, apenas, um regime diferente, o outro regime . Os cúmplices ainda vivos fazem a apologia do biltre que transformou o País em quinta e os portugueses em emigrantes, e há um novo partido para integrar os saudosistas e os que não fazem ideia do que sofreram os portugueses sob o fascismo.   A guerra colonial passou a guerra do Ultramar e os soldados...

Oscar Mascarenhas -- Um texto de 2000 no DN

 Oscar Mascarenhas * Março de 2000 Só após quinze dias de bombas sobre Belgrado é que alguém mais atento alertou: «Anexo B!» Já era tarde. O rumo dos acontecimentos estava decidido: o bombardeamento iria prosseguir. Se nos primeiros quinze dias fora desencadeado com base numa suposta força da razão, a partir daí despejar-se-iam as bombas com a razão da força. E o que era isso do Anexo B? Um texto complementar ao Acordo de Rambouillet onde se pretendia que Sérvia firmasse um compromisso de aceitação futura da secessão do Kosovo e da sua independência. A Sérvia não quis assinar. O Mundo despejou-lhe bombas em cima, a pretexto de que a Sérvia malvada não queria reconhecer aos kosovares os mínimos de cidadania que o Acordo de Rambouillet propunha. Só quinze dias depois é que alguém independente e atento disse que a Sérvia recusara o Acordo de Rambouillet, não pelo documento principal, mas por causa do tal Anexo B. Não se discute se os kosovares têm ou não direito ao que lhes ...