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Anda o mundo doido… e Portugal esquizofrénico (Crónica frívola)

Anda o mundo doido… e Portugal esquizofrénico (Crónica frívola) Luís Montenegro, exímio nos negócios e pilar da ética já advertiu o PS para se habituar à nova configuração da AR, mas não se percebe porque lhe exige que vote diplomas que o Chega e a IL recusam. Paulo Rangel julga que os aviões que poisam na Base das Lajes, no futuro, talvez, Base Donald Trump, se destinam a voos turísticos para jovens estudantes e Nuno Melo que a montagem de drones se destina à revenda para fotografar festas de família. Ana Paula Martins garante que a Saúde está melhor, os portugueses é que estão doentes, e só por preconceito ideológico não se entregam os cuidados de Saúde às Misericórdias e aos privados de modo a que nunca mais seja o Estado a falhar. Maria do Rosário Palma Ramalho, mais preocupada com o Trabalho, de que os patrões precisam, do que com a Segurança Social, vital para os trabalhadores, prometera que a legislação, já concertada com o Chega, seguiria para a AR sem mais delongas, e...

A Inquisição em Portugal – 31-03-1821

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A Inquisição em Portugal – 31-03-1821 Faz hoje 205 anos que foi abolida oficialmente a Inquisição. Não era só a apostasia, que raros ousavam, o objeto da crueldade eclesiástica. Judeus, bruxas e todos os que descressem da única religião verdadeira – ICAR –, eram vítimas que zelosos delatores levavam ao Santo ofício. Entre 1536 e 1821, cerca de mil e quinhentas pessoas foram queimadas vivas e 25.000 condenadas a diversas penas. O apogeu da demência verificava-se nos julgamentos dos mortos que, depois de exumados, eram queimados em autos-de fé, um número indeterminado bem como o dos que morreram nos cárceres da sinistra instituição. Foi depois do Renascimento, do Iluminismo e da Revolução Francesa (1821) que findou o êxtase pio da violência clerical e o divertimento da corte a assistir aos autos-de-fé. A violência é uma tara sedutora que se transmite geneticamente ou através das sacristias e madraças, incubadoras onde germinam devotos e prosélitos de verdades únicas, como se as...

José Saramago - O Luís vingou o Aníbal

O Luís vingou o Aníbal Retirar Saramago, o Nobel da Literatura Portuguesa, do currículo académico, não é um ato gratuito, é o ajuste de contas com a democracia e a memória coletiva do 25 de Abril. Vinte anos depois da saída de Belém de Cavaco Silva, salazarista que abominava a obra de Saramago, sem nunca ter lido uma única página, coube ao governo de Montenegro a tentativa de agradecer ao «génio da banalidade» o apoio indefetível prodigalizado. A substituição de José Saramago por Mário de Carvalho, é uma manobra bem ao gosto do dissimulado Montenegro, propor um grande escritor da mesma área ideológica para ocultar o saneamento político que se pretende para, depois, sem ruído, afastar o último. Saramago continuará a ser lido por quem ama a língua portuguesa e aprecia a literatura, mas a tentativa de vingança está em curso perpetrada por quem se apropriou da agenda ideológica do Chega e quer vingar Cavaco. Algumas razões da tentativa de lesa-literatura: L'Osservatore Roma...

Espanha

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Pedro Sánchez, a referência ética da União Europeia.  

Jornalismo…

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Parece mais novo! 500 anos é uma provecta idade! Ninguém diria!  

JN, hoje

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Terrorismo de direita Só o a direita consegue promover terroristas a marechal, embaixador ou vice-presidente da AR.  

Donald Trump - diagnóstico de Américo Figueiredo

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O renascimento da fé e da demência

O renascimento da fé e da demência Nasci num País de heróis, santos e mártires, orgulhosos de dilatar a Fé e o Império, com a cruz numa das mãos e na outra a espada , e pensava que a literacia e a democracia nos tinham curado, a nós e ao mundo, dessa demência mística, da obsessão de implorar ao Divino a morte e o sofrimento dos infiéis, ou seja, dos fiéis do deus da concorrência. Quando a fé embrutece e as orações se intensificam não há abrigos que nos defendam da sanha dos que trocam a vida e a decência pela salvação da alma. Não é um problema do passado, é uma patologia do presente. Não são apenas os chalados dos Aiatolas que anseiam pelo Armagedão, que ensinam as crianças a odiar infiéis e prometem virgens e rios de mel a troco do martírio. Desejam-no igualmente aqueles brutos de quipá, no cocuruto da cabeça, às marradas no Muro das Lamentações, a reivindicar terrenos porque lhes foram legados por Abraão depois de um negócio imobiliário com o deus que inventaram. Os portugue...
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                                                                                                                                     Cartune de Varella
  O equ í voco chamado Trump … Por Onofre Varela Robert Francis Prevost (Leão XIV) deve ter sofrido uma espécie de “trambolhão” no dia em que foi escolhido para exercer o papel de Papa no Vaticano, ocupando a cadeira deixada vaga por um Homem de difícil substituição: Mário Bergoglio, no papel de Papa Francisco. Acredito que não teria sido fácil para si próprio dar continuidade à linha de procedimento adoptada pelo seu antecessor, e a cujos apreciadores Leão XIV não quer desiludir. Embora cada chefe de qualquer organização deva “ser igual a si próprio”, não copiando ninguém – porque uma cópia pode não ser boa escolha – no caso do Papa Francisco ninguém tem dúvida de que os olhos de todo o mundo estão colocados sobre Leão XIV, tanto os enaltecedores de Bergoglio, que esperam ver nele um sucessor na construção do mesmo caminho encetado por Francisco, quanto os seus opositores, que esperam um papa menos humano, mais beato e ligado ao mofo dos pergaminhos que fazem a História da...

Luís Montenegro

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Retiraram-lhe a medicação! Voltem a dar-lhe os pingos.  

Disputa de fronteiras

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O Mundo já foi mais fácil de compreender.  

A demência da fé

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Quando o ouvirem rezar procurem um abrigo.  

Política, religião e poder

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~ São grandes as semelhanças mesmo na versão mais rasca.

O PSD, o Chega e o Tribunal Constitucional (TC)

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O PSD, o Chega e o Tribunal Constitucional (TC) A aliança explícita com o Chega é legítima. A censura que merece não retira licitude ao contubérnio, há muito evidente, nem significa mudança de rumo da AD, essa ficção que permitiu aos média asseverar que Montenegro ganhara as eleições ao PS antes de tomar posse como PM no seu primeiro governo. Não vale a pena repetir que a atual correlação de forças partidárias resultou do golpe de 7 de novembro de 2023, sem o qual o PS seria ainda governo, com maioria absoluta, até ao Outono. As coisas são o que são. É inútil chorar sobre o leite derramado. Ainda bem que termina essa duplicidade de ser o Chega simultaneamente um partido do Governo e o maior partido da oposição. O “não é não” resistiu ao Governo Regional dos Açores onde a aliança com o Chega permitiu substituir o Governo do PS, o partido mais votado. Continuou ignorado quando na Madeira o Chega foi preciso para o PSD formar governo. Só a aliança explícita e anunciada por André Ven...

Luís Montenegro - O ridículo não mata

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Montenegro, enquanto o País esquece a Spinumviva, acaba por mandar o Nuno Melo à frente de uma armada para reabrir o Estreito de Ormuz.

As guerras na Ucrânia e no Irão

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As guerras na Ucrânia e no Irão Há duas guerras capazes de degenerarem em conflitos mundiais, uma crispação que as alimenta e consequências que se refletirão no futuro de todos e, sobretudo, das gerações vindouras. Como em tudo, há duas partes em conflito, razões de sinal contrário, justificações para todos os gostos e pessoas capazes de defenderem, por convicção ou corrupção, as mais inesperadas justificações ou as hipóteses mais hediondas. Só falta quem deseje a paz. E o que mais surpreende são os comentadores cuja imaginação e ecletismo os faz passar da geopolítica e da geoestratégia para a adivinhação, capazes de prever o que Trump vai fazer no dia seguinte ou o número de dias, ou anos, que cada guerra pode durar. Da plêiade de comentadores sobressaem duas Helenas, a Matos e a Ferro Gouveia, duas mulheres capazes de torcer o pescoço aos factos e de candidamente serem as vozes dos agressores contra os agredidos, entusiásticas defensoras de Trump e Netanyahu, da mais completa...

SNS - AD e a ministra Ana Paula Martins

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  O habitual neste ministério.

O mundo anda doido...

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… e Portugal anda esquizofrénico. Sinto vergonha do governo do meu país.  

AD e as promessas

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Nos primeiros dois anos não conseguiu. Agora vai usar a desculpa do petróleo.