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A crise da habitação e os esforços do Governo

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A crise da habitação e os esforços do Governo Pode haver quem não tenha casa, mas não se podem esquecer os jovens a quem os pais compraram casas em seu nome com pingues benefícios e, muito menos, os esforços do Governo, que entregou mais casas num só ano do que todos os anteriores em dez. Não se podem minimizar os esforços para dar uma casa a cada português, para resolver um problema que demora dez anos. Não é possível esquecer que o edifício das Finanças de Ansião já foi destinado a habitação a preços moderados e, à vontade do governo, não haveria tendas no Rossio. Depois de encomendadas três fragatas a Itália, por 3,9 mil milhões de euros, vêm agora mil milhões de euros de blindados, extensas áreas habitacionais para marinheiros e soldados, respetivamente. Só não refiro os caças F-35 porque não servem para dormir. Abençoado país que sabe estabelecer prioridades e pensar nos portugueses. Basta que o Governo, este governo, possa governar durante mais uma década.
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  O aventureiro que afinal não era Por Onofre Varela Na minha carreira de cartunista e desenhador de humor, houve tempo em que, anualmente, me encontrava com colegas portugueses, espanhóis e latino-americanos, incluindo Cuba, num evento que ocorr e em Alcalá de Henares (Madrid) terra natal de Miguel de Cervantes, entre Setembro e Novembro. Aí tive oportunidade de conviver com Quino (argentino criador da Mafalda), Mordillo (também argentino e com obra distribuída para todo o mundo por uma editora alemã), Mena (espanhol autor da tira de humor “Cândido” que o Jornal de Notícias publicou durante muitos anos), Forges (que a bandon ou a sua carreira de realizador de televisão na TVE para se dedicar ao desenho de humor que publicava em vários jornais e revistas, destacando-se o jornal El País e a revista El Jueves ). Os participantes são convidados pela Fundação da Universidade de Alcalá – entidade organizadora do evento e promotora de um Museu do Desenho de Humor de Expressão...

Festival nazi em Portugal -- Como chegámos aqui?

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Deixem o Luís trabalhar!  
  VIVA OS NOSSOS MORTOS Por Onofre Varela Estar vivo é o melhor dos prémios que podemos receber: vivo, com saúde e vontade de viver. Quando os meus amigos me perguntam: “Estás bom?”, invariavelmente respondo: “Acordei vivo, com vontade de mijar e acertei no penico. Que mais posso desejar?”. (Na minha idade, acertar no penico já merece o Palhaço de Ouro, que é o Óscar da arte circense!) A alegria de viver é o elemento mais importante da nossa vida. Estou a lembrar-me da “história do rei triste” – aprendida na infância – cujo rei, macambúzio e infeliz, só conseguiria a felicidade se vestisse a camisa de um homem verdadeiramente feliz. Os guardas da corte percorreram todo o reino à procura de tal homem, mas só encontravam quem se dizia infeliz. Apenas um lenhador, semi-nu, disse ser feliz! Mas não pôde socorrer o rei, porque… não tinha camisa. Na sociedade que construímos fazemos do consumo inútil a nossa felicidade (queremos ter muitas camisas). É um tipo de “felicidade” ...
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   Cartune de Varella     Este cartune é antigo (2017). Este gesto do ditador psicopata americano jamais será repetido (espero...)
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                                                                                                                                                                              Cartune de Varella
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                                                                                                                                        Cartune de Varella

Eleições nos EUA – Duas notas divertidas e saborosas

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Eleições nos EUA – Duas notas divertidas e saborosas Há dois Estados fora dos EUA com vitórias significativas: 1 – Vaticano – Leão XIV, o influente eleitor americano, teve uma vitória saborosa. 2 – Brasil – Lula da Silva viu a sua vitória reforçada com Bolsonaro cada vez mais perto de ser devolvido pela INTERPOL à Justiça brasileira. Leão XIV

O futuro da Humanidade não é risonho, mas os EUA ficam menos assustadores

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O futuro da Humanidade não é risonho, mas os EUA ficam menos assustadores Hoje o ícone da extrema-direita mundial iniciou a queda do poder a caminho dos braços da Justiça. Arrastará consigo a confiança dos seus bajuladores, depois de ter destruído a credibilidade do país e das instituições multilaterais e a longevidade das democracias. O mal que fez é irreversível e os EUA não vai reverter o desprestígio que o mitómano e narcisista Trump atraiu para a ainda maior potência mundial. A única consolação, no ocaso do último império, é ver escarnecidos os que reivindicam o seu magistério e não tiveram uma única palavra de censura aos desmandos e aventuras de um PR visivelmente instável, contraditório e demenciado. Hoje, figuras marginais como Milei, na Argentina, ou o 4.º Pastorinho, em Portugal, são perdedores cuja desfaçatez do mestre os leva a enjeitar a sedução que sentiram e o apoio que tiveram. Regozijamo-nos com a colossal derrota do mais corrupto, incompetente e detestável ...

A Justiça e os grandes crimes financeiros

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A Justiça e os grandes crimes financeiros A tragédia nacional, falência do BPN, BPP, Banif e do próprio BES foram sempre no seio do PSD. Foi aí que a fina flor do cavaquismo se cobriu de opróbrio e o futuro do País se comprometeu. Só o BPN custou 6 mil milhões de €€ aos portugueses. Talvez por isso, pelas pessoas implicadas, não seja uma surpresa a prescrição. Até os arguidos se livraram da prisão. Chego a ter pena do Armando Vara.

Carlos Moedas

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 Carlos Moedas Este homem que passou a vida a facilitar negócios, que Ricardo Salgado mandava ativar quando eram mais difíceis ou se encontravam em dificuldade parece agora o Calimero. Vejam só a dificuldade de tomar uma decisão face a umas feirinhas que se repetem por toda a cidade, muitas vezes no ano, para disfarçar o azedume do direito à manifestação que os munícipes exercem!  

A escola dos fascistas portugueses

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Quem criou o monstro? «Tudo farinha do mesmo saco» (AD).

Geringonça

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  Como é possível demonizar um bom governo?

Chega de provocações fascistas...

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 Se isto é verdade não pode ficar impune: RiseUP Portugal há 2 horas Segunda-feira, 2 de novembro de 2026 às 16:17 2 h   ·  Another One Bites The Dust   · Queen   · Já se conhece quem é o provocador. Militante do Chega, Diogo Lima Mayer, diretor de um resort familiar onde faz criação de cavalos em Arraiolos, quis ontem armar confusão na acampada de Lisboa. Escreve a acampada de Lisboa: "Um homem infiltrado foi apanhado a lançar petardos e a tentar incendiar um caixote do lixo no meio da manifestação pacífica de hoje. Pelo menos três petardos foram ouvidos hoje dentro da multidão de manifestantes pacíficos. Quando confrontado fugiu e barricou-se dentro do McDonalds, obrigando o restaurante a fechar as portas durante horas. Isto surge depois da polícia perseguir e multar apoiantes da luta pela habitação que circulavam de carro e apitavam no Rossio em solidariedade! Não esperavam era que a solidariedade se contagiasse por vários condutores e gerasse a criação de um no...

O Governo e o Chega são cegos, surdos e mudos

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Assim se estimula a extrema-direita.  

Este Governo não cai… – Crónica do quotidiano entre o sério e o frívolo

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Este Governo não cai… – Crónica do quotidiano entre o sério e o frívolo Eça dizia que o governo não caía porque não era um edifício, havia de sair com benzina porque era uma nódoa. Sobram a este governo condições para merecer o diagnóstico e validar a terapia, mas foi ampliado o arsenal medicamentoso, sem que o País assista à decomposição que o PS, com aprovação prévia do OE/27, e o PR com a obstinação na estabilidade, possibilitam. É surpreendente que um governo de ministros ligados a negócios imobiliários não tenha uma só ideia para a crise de habitação. A resposta é a repressão com o desejo irrefreável de regular manifestações, depois de ver na rua milhares de jovens que repudiam a nova lei das rendas combinada entre o PSD e o Chega. O país que ignora investigações ao grupo terrorista liderado por um chefe da PSP, que comandava a polícia municipal de Lisboa, e ao Movimento Zero que a extrema-direita criou no seio da mesma PSP, fica intranquilo com um agente à civil numa mani...

Parabéns, Renata!

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Parabéns, Renata! A sentença que te permite manter a tenda no Rossio não é um direito individual que conquistaste, é o reconhecimento do direito à manifestação. É a defesa de um direito de todos nós que a Constituição consagra.

Chega - 2

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Quem financia o partido?  

Chega

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Nunca mais há conclusões?