Mensagens

XXV Governo Constitucional

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Para mais tarde recordar.  

Eleições presidenciais 2026 - Cavaco Silva

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Desta vez até Cavaco esteve bem.

Ramalho Eanes

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Esteve bem, muito bem, quando uma jornalista lhe perguntou se estava confiante na vitória do candidato, cujo nome mencionou, e que tinha apoiado. Com 91 anos, disse que não devia responder. Óbvio. Não esqueceu o respeito pelas leis, ao contrário da jornalista, não podendo apelar ao voto em um dos candidatos no dia das eleições. Tal como na véspera, dia de reflexão, faça ou não sentido.

Factos e documentos - dia de eleições

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  A Constituição é um embaraço. Não passará! Afinal, não lhe estragaram a vida!

Eleições presidenciais 2026

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  Eleições presidenciais 2026 Em contraste com Portugal, as inundações, que também assolam Espanha, não secaram as notícias. Não se assiste à seca severa de notícias na Televisão pública e nas privadas. Da guerra na Ucrânia à situação no Médio Oriente, de Espanha ao resto do mundo, os espanhóis estão a ser informados e o próprio PM continua a governar e as oposições a fazerem política. Os canais portugueses noticiosos descobriram no concelho de Montemor – o – Velho, em especial na freguesia da Ereira, uma situação insólita, sendo comum, todos os anos, até à regularização do curso do Mondego e que ainda se repete, embora de forma mais rara e célere. É lamentável que nenhum jornalista referisse o notável poeta e etnógrafo Afonso Duarte, natural da Ereira, e ouvido alguém da Associação Poeta Afonso Duarte sobre um dos nossos grandes poetas e oposicionista à ditadura salazarista. Na década de 70, como dizia um habitante, quase todas as famílias tinham um bote e os pescadores of...

Factos e documentos

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Para defender Nuno Melo o PSD manipulou a informação.  

Eleições Presidenciais 2026

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Hoje esteve bem. Muito bem!  

Trump é o Pistoleiro da minha crónica que, anos depois, chegaria a PR dos EUA

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Trump é o Pistoleiro da minha crónica que, anos depois, chegaria a PR dos EUA Bandeira & Pistoleiro (Crónica) – 4100 caracteres. Em fevereiro de 1970, recém-chegado da guerra colonial, conheci o Sr. Bandeira, por intermédio de amigos oriundos do distrito da Guarda, no Café Nova York, onde nos reuníamos ao fim da tarde e após o jantar, enquanto ele corrigia a oscilação das mesas e procurava estudar, desígnio que a instabilidade emocional lhe impedia. O Bandeira, eterno aluno da faculdade de Direito, entrava no Café com um Código debaixo do braço e abanava as mesas disponíveis para verificar se buliam. Percorria o Café e, desalentado, voltava sempre à primeira mesa para meter cunhas de papel até lhe conferir a firmeza possível. Não se dava por satisfeito, mas resignava-se. O estudo é que não rendia, com aquela apoquentação de a mesa poder baloiçar. Há anos que mantinha o ritual e o inofensivo desequilíbrio mental na procura solitária da sua mesa. Aos conhecidos dava por conse...
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                                                                                                                                      Cartune de Varella
  A ilegalidade da prisão de Nicolás Maduro Por Onofre Varela Se o nosso vizinho tiver a visita surpresa da polícia que o prende por traficar droga, nós podemos ter duas reacções: ou escandalizámo-nos por não sabermos que tínhamos um delinquente à nossa porta, ou já esperávamos tal desfecho por sabermos da ilegalidade que fazia a vida do nosso vizinho… mas não nos metemos na questão. Já quando o delinquente chefia um partido ou um governo, aí usamos uma bitola de interesse: é a bitola partidária ou ideológica. Com ela absolvemos de imediato aquela pessoa, se ela faz parte da nossa ideologia política, do nosso clube ou da nossa religião. Mas se ela for contrária ao nosso grupo de interesses, condenámo-la imediatamente a uma pena de prisão pesadíssima, se não, mesmo, à pena de morte que garantimos dever ser implantada, especificamente, para aquele caso!…  Nós somos assim. Raramente usamos a bitola da Razão, da Honestidade e do Humanismo que nos devia reger. Harold Bertot Triana ...

A intempérie que nos bateu à porta

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A intempérie que nos bateu à porta As trágicas consequências da tempestade Kristin, das chuvas diluvianas que continuam, com sucessivas depressões, e do esvaziamento das barragens, em Espanha e Portugal, trouxeram a desolação e o desespero a centenas de milhares de portugueses, muitos dos quais, ainda atormentados, sem telhados, eletricidade ou comunicações. A tragédia está longe do fim e aumentam as mortes de pessoas arrastadas nas enxurradas ou caídas dos telhados para onde sobem aflitas a recuperar o teto, enquanto os haveres, lágrimas e sonhos de tantos portugueses se misturam na enxurrada. Não foi apenas a incapacidade do governo que falhou, para reagir adequadamente e com a brevidade que devia, foi a incúria de décadas e a permissividade com que se assistiu à ocupação do leito dos rios por edificações que ameaçam prosseguir nos sítios onde ora mora o medo e o desespero. É neste trágico ambiente que assistimos ao melhor e pior do que as pessoas são capazes, à solidariedade...

Luís Montenegro e a intempérie

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  Foram todos inexcedíveis -  Disse o regente da orquestra. Só falta a foto de Nuno Melo.

Cotrim de Figueiredo

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  Apesar das sucessivas tentativas do jornalista, a líder do IL não esclareceu a negação durante a campanha eleitoral.

Emergência climática - Trouxe do Facebook, do jornalista Paulo Querido.

  Paulo Querido 14 h   · "Ser de Esquerda ou ser de Direita não é a mesma coisa. E a diferença não é só entre fumar charros de Marrocos ou chupar falos do Vaticano." Já me ri alarvemente e com gosto. Mas o assunto é sério e depois de te rires comigo, lê. Ricardo Silveirinha 1 d   · UMA VERDADE INCONVENIENTE Lembram-se? Já passaram 20 anos. Já na altura era tarde. Al Gore tentava sensibilizar o planeta, os seres humanos, sobretudo os políticos, para esta verdade inconveniente: era preciso mudar de fontes de energia, de alterar o sistema de recursos, de cambiar a alimentação, de melhorar a vida dos animais. De uma forma geral, a Esquerda e os governantes de Esquerda procuraram alimentar esta ideia de fazer a transição - ou, pelo menos, ensinar que era fundamental fazer a transição antes que fosse demasiado tarde. E o que fizeram, de forma geral, a Direita e os governantes de Direita? Desvalorizaram, ridicularizaram, disseram que essa coisa do aquecimento global er...

Jurisprudência

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Apanha-se mais depressa um mentiroso do que um coxo.  

Ucrânia -- Pulsão de morte

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Não absolvo o invasor, condeno o nacionalismo tóxico, de um lado e outro.  

Nunca esquecer! (Texto atualizado) – 3226 caracteres

Há 65 anos, lá em Angola, no dia de hoje, 4 de fevereiro de1961 Na parte mais ocidental da Europa havia um país vergado pela ditadura, onde a censura, a repressão e o medo lançavam o desespero no povo subjugado por um déspota, apoiado pela Igreja católica, defendido pela polícia, onde as Forças Armadas se portavam como guarda pretoriana do fascismo serôdio. A miséria, o analfabetismo e a fé prolongaram a tirania e permitiram o colonialismo de um país tão atrasado que, até na descolonização, foi o último. O ditador fora de Coimbra para Lisboa, levando do CADC a peçonha e do fascismo a ilusão. Nascera numa aldeia próxima de Santa Comba Dão, mas a aldeia do Vimieiro e o seminário foram com ele. Julgou-se dono do império que conhecia do Mapa das Colónias e não compreendeu os sinais da História nos outros países colonizadores. A História é feita de paradoxos. No dia 4 de fevereiro de 1961 teve lugar em Angola a primeira rebelião contra o colonialismo, data que hoje o MPLA considera co...

Da série: «ir em busca de lã e vir tosquiado ».

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  Ontem, em Torres Vedras. O gerente disse-lhe que a empresa tem 80 trabalhadores imigrantes e só 1 é português, engenheiro.

D. Marcelo foi ontem ao Vaticano

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D. Marcelo, presidente vitalício da Fundação Casa de Bragança, com mandato suspenso por mais 35 dias, com o país de rastos e milhares de portugueses sem telhado, água ou luz, foi a Roma ajoelhar-se e implorar bênçãos ao Papa Leão XIV. O regente do extinto Reino de Portugal e dos Algarves, d'Aquém e d'Além-Mar em África, Senhor da Guiné e da Conquista, Navegação e Comércio da Etiópia, Arábia, Pérsia e Índia, etc. foi, pela sexta vez, ao beija-mão do Pontífice. «Sou católico, afirmo-me católico, fui aos atos de culto, tomei as posições próprias de um católico (…), disse o peregrino, exultante com «a bênção especial para todos os que sofrem» que disse trazer, e convidou-o para visitar Portugal «em 2027, nos 110 anos das Aparições de Fátima». As visões dos famélicos Pastorinhos passaram a «aparições» sem promulgação nem publicação no Diário da República. Não sei, nem me interessa, a quem entregou as bênçãos, o recipiente em que as trouxe e o estado de conservação em que chega...