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Parabéns, Presidente Lula!

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Parabéns, Lula! Graças à vitória de Lula, os portugueses ficaram a saber que também têm um PR. O que não conseguiram 33 feridos, após carga policial contra acampamentos em Lisboa e n o Porto, conseguiu-o o velho combatente da liberdade e dos direitos humanos, trouxe à tona o PR e o PM de Portugal, ocultos em parte incerta, que emergiram para o saudar e dar sinais de vida. Obrigado, Lula. Depois da Sérvia, a saborosa vitória do Brasil é um bom prenúncio para as eleições de Israel e, depois, para as dos EUA de onde Trump há de sair peado antes de ser julgado. Com a vitória de Lula não foi apenas a Constituição e a democracia do Brasil que foram salvas, foi o ânimo dos democratas, de um lado e do outro do Atlântico, que foi salvo. Felicidades, Presidente Lula.

Lula da Silva

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Parabéns, Lula! Obrigado, Lula!  

Acampadas

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  Dois pesos, duas medidas.

PR

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O PR existe, tudo o diz. Fala-se que convocou o Conselho de Estado.  

Sebastião Bugalho

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Sebastião Bugalho «As forças de segurança também têm de ser ‘ respeitados’ ». Depois do vexame de falhar a eleição para vice-presidente do grupo parlamentar do PPE no Parlamento Europeu, e ter deixado a delegação do seu PSD sem representante na liderança na bancada, pela primeira vez desde 2009, Bugalho perdeu o tino. O vice-presidente do PSD e líder da bancada do PSD no Parlamento Europeu, com o PM desaparecido em parte incerta, fez um comício contra o PS em vez de se concentrar nas razões das manifestações públicas iniciadas exatamente pelas alterações à lei do PS. Com nervoso ou falta de convicção nem na sintaxe acertou e tropeçou na concordância. Com nervoso ou falta de convicção nem na sintaxe acertou e tropeçou na concordância.  Ou a «régie» já se permite deturpá-lo! Ninguém o respeita.

Cotrim de Figueiredo

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Cotrim de Figueiredo Do alto da sua prosápia, Cotrim de Figueiredo, o neoliberal que se julgava com mérito para ser PR, estatelou-se com estrondo no Parlamento Europeu e transformou-se no Sebastião Bugalho II. O vetusto político, tão ambicioso como o original, caiu da vice-presidência da bancada dos Liberais sem conseguir reerguer-se e regressar ao lugar.  Ainda há razões para o humor. Ainda não parei de rir!

PSD

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Sempre a piorar! Algum partido se pode orgulhar de gente assim?  

O preço dos combustíveis

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Está explicada a demora a chegar a S. Bento para falar ao País.  

Luís Filipe Meneses e Nuno Melo

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A única diferença é que este é inteligente e sofisticado.  

Nuno Melo e o Serviço Militar

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Nuno Melo e o Serviço Militar Tendo o Serviço Militar Obrigatório (SMO) terminado em 19 de novembro de 2004, só alguém muito distraído não percebeu que o regime passou a voluntário, sob a forma de profissionalização ou de contrato limitado, e militares do Quadro Permanente. Imaginem a perplexidade de quem ouviu o ministro da Defesa dos governos AD a dizer que «gostava que o serviço militar pudesse arrancar já em 2027»! O homem ambiciona arrancar com um projeto que já está em vigor há 22 anos! O indizível ministro é recordista de dislates, e é difícil encontrar, mesmo neste governo, quem seja tão inapto para a pasta que foi preciso entregar-lhe para se manter a ficção AD, uma espécie de PSD aditivado com uma substância tóxica. Da atividade parlamentar, na AR e no Parlamento Europeu, só se recorda a propositura do voto de pesar pela morte do cónego Melo, a referência pia de uma rede terrorista do pós-25 de Abril. É a glória de Nuno Melo, parecida com a do almirante Américo Tomás...

Factos e Documentos

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Grande Prémio do World Press Cartoon 2026.

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Grande Prémio do World Press Cartoon 2026. Só ontem soube que coube a André Carrilho o honroso prémio. Merecido, como se vê. Parabéns André Carrilho!

Direitos individuais, IVG e direitos da Mulher

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Direitos individuais, IVG e direitos da Mulher Os direitos individuais são difíceis de conquistar, e quando se referem às mulheres são difíceis de manter. Os genes reacionários de uma História de autoritarismo e repressão podem manter-se aquietados algum tempo, mas explodem na primeira oportunidade. O país parece ter esquecido o direito à eutanásia que ainda não se tornou realidade. Já goza de consideração social o homem que conspirou contra o direito à IVG e impediu a entrada em vigor do direito à eutanásia, enxovalhado por uma cunha para uma consulta médica e já absolvido do atraso nos direitos individuais a que quis condenar Portugal e do golpe que dissolveu um governo de maioria absoluta. A lei da IVG era pacífica e já considerada irreversível, até por obrigações internacionais contraídas a nível da UE, mas esquecemo-nos das conspirações urdidas nas alfurjas das sacristias e nos antros políticos da direita confessional e anacrónica. O movimento contra a IVG ressurgiu da hibernação ...

A UE e o Prémio Sakharov para a Liberdade de Pensamento

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Parabéns, TPI! O Parlamento Europeu acertou e o TPI honra a decisão.

IVG -- A escalada reacionária contra os direitos da mulher

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Se o aborto tivesse efeitos retroativos esta plateia ficaria mais reduzida.  

Jorge Silva Carvalho, um ex-espião, perigoso ideólogo e polícia reformado

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Jorge Silva Carvalho, um ex-espião, perigoso ideólogo e polícia reformado O ex-dirigente do SIS e diretor-geral do Serviço de Informações Estratégicas de Defesa (SIED), tem participação regular na CNN, no programa «Confidencial», na qualidade de “Especialista em Assuntos de Informação e Defesa». Ilibado no “Caso das Secretas”, foi ainda como especialista em assuntos de Informação, mas por atividade indevida (acesso ilegítimo a dados bancários e de faturação telefónica detalhada do jornalista Nuno Simas, bem como desvio de relatórios internos, incluindo o relatório a Francisco Pinto Balsemão), * condenado a quatro anos e meio de prisão. No programa de ontem, a pretexto das manifestações em Portugal, relativas ao problema da habitação, teceu considerações, que ouvi na íntegra e me levaram a pensar que estava ainda no salazarismo e na propaganda anticomunista do pós-guerra. Falou de Lenine, de manuais terroristas e dos malefícios soviéticos, como se a Rússia ainda fosse comunista ...

Argentina

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O MARGINAL Um PR eleito por Trump, uma referência para a Iniciativa Liberal, um troglodita.  

Sebastião Bugalho, porta-voz do PSD

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Sebastião Bugalho, porta-voz do PSD Uma grande humilhação para Sebastião Bugalho, uma enorme vergonha para o PSD e uma colossal satisfação para as forças progressistas portuguesas. Um dos mais reacionários e mediáticos dirigentes do PSD de Montenegro, seu homem de confiança, averbou uma derrota pessoal e política capaz de destruir as ambições do promissor quadro do parti do.

A crise da habitação e a responsabilidade dos governantes

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A crise da habitação e a responsabilidade dos governantes É preciso ser muito sectário para atribuir aos governos AD todas as responsabilidades nos problemas da habitação, mas só a absoluta falta de vergonha permite enjeitá-las no seu agravamento. Quem ouvir os membros dos governos que Montenegro herdou da rifa organizada em Belém, por Marcelo e Lucília Gago, julgará que a Lei Cristas foi obra do PS. E, quem ouvir Carlos Moedas, o homem que agilizava negócios (Ricardo Salgado dizia: ativem o Moedas!), pensará que não há mal que não seja herança do PS, logo em Lisboa, onde o problema atinge maior acuidade. Um cidadão desprevenido não imagina que o dissimulado edil desprotegeu Lisboa com cedências aos interesses imobiliários que transferiram casas do mercado tradicional para o Alojamento Local cuja regras flexibilizou. Na desfaçatez, Moedas é incapaz de admitir a sua oposição ao arrendamento coercivo, e não pode negar que há milhares de casas vazias cujos proprietários se recusam...

José Sócrates -- A guerra na Ucrânia (Artigo publicado em ICL Notícias - (12 de outubro de 2026))

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"José Sócrates – Primeiro-ministro de Portugal, de 2005 até 2011 A guerra, a verdade e o silêncio  Reconhecer a responsabilidade pela guerra não resolve, por si só, o problema de saber como terminá-la A guerra, a verdade e o silêncio Há qualquer coisa de estranho e de extraordinário na maneira como a Europa fala da guerra da Ucrânia. Uma guerra que dura há mais de quatro anos, que destruiu cidades, devastou uma economia e sacrificou incontáveis vidas humanas parece ter produzido no espaço público ocidental uma unanimidade quase perfeita. Da esquerda à direita, dos governos às redações dos jornais, dos comentadores militares aos especialistas em geopolítica, repetem-se as mesmas certezas, os mesmos juízos morais, as mesmas fórmulas. Como se a complexidade da história tivesse sido abolida pela evidência do agressor. Como se condenar uma invasão dispensasse a obrigação de pensar. Pequeno exemplo. Iulia Mendel, antiga porta-voz do presidente Zelensky, escreveu recentemente u...