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XXV Governo Constitucional – A piscina de Luís Neves e o burburinho mediático

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XXV Governo Constitucional – A piscina de Luís Neves e o burburinho mediático Não sou como o aniversariante que anteontem fez 87 anos, sem uma notícia, uma missa ou um elogio dos que tanto lhe devem, o que nunca tem dúvidas e raramente se engana . Podem os factos vir a desmentir-me, mas as acusações ao ministro Luís Neves parecem o ataque ad hominem a quem se tem pautado pela postura democrática e, até à data, com excelente desempenho das funções ministeriais, uma exceção neste governo. Não sei se há contas a ajustar, se o conúbio do governo com o Chega se sente ameaçado pelos principais cúmplices dessa deriva, a caminho da extrema-direita, por um ministro que defende a democracia sem tibiezas, um caso raro no executivo de Luís Montenegro. Após dois anos sem MAI, primeiro com uma senhora que tropeçava nas palavras e nas decisões e outra depois que fugia dos jornalistas e dos problemas, Luís Neves foi o primeiro titular da pasta que não envergonhou o Governo e que tranquilizou ...

Viva Espanha! Viva Pedro Sánchez!

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Eutanásia

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Enquanto os portugueses aguardam a possibilidade de optar por uma morte digna, a França deu o passo que Marcelo impediu com a desfaçatez de um hipócrita e a maldade de um beato.

Mudam-se os tempos. . .

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Agora é mais discreto como polícia do que foi como juiz de instrução. Agora não informa os jornalistas sobre a sua atividade Agora não pode ser acusado de violar o segredo de justiça… Agora continuamos à espera de saber o que fez o PR, António José Seguro, à carta que lhe enviou o juiz Ivo Rosa, num caso clamoroso de perseguição a um juiz, digno da Pide, no maior atentado ao Estado de Direito em mais de 50 anos de democracia.

Os suspeitos do costume

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Os culpados são os professores, não o Governo.  

A guerra das burkas

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A guerra das burkas Defendo a proibição do uso da burka na via pública e lamento que se deixe à direita e à extrema-direita, se ainda se distinguem, a exploração do tema e, antes de dizer as razões, permitam que me alongue em considerações prévias. Abomino a hipocrisia e dissimulação dos partidos de esquerda, os de direita não sentem o mesmo pudor e podem, por isso, usar quaisquer argumentos. A proibição pelo Chega, PSD, IL e defunto CDS, todos a reboque do primeiro, deve-se a razões eleitorais. Não colhem os motivos invocados, segurança e ordem pública, garantia da identificação visual e a defesa da dignidade e igualdade de género. 1 – Não há, no uso da burka, qualquer evidência de risco para a segurança e ordem pública; 2 – a garantia da identificação pessoal é assegurada, em caso de necessidade, bem rara, pela condução a uma esquadra policial; 3 – a dignidade e igualdade de género não se defendem através do vestuário. A direita civilizada e a esquerda defendem o direito ao...

Crime menor

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Comparado com a violência doméstica, a pedofilia e a pedofilia, este está ao nível do roubo de malas ou do roubo de esmolas de uma igreja por colegas de partido.  

Campeonato do Mundo da FIFA 2026

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O que me empolgaria não era a vitória da Seleção Espanhola, mas a humilhação de Trump a entregar a taça a um país que recusa ser seu súbdito.

UE -- Falta de humanidade

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Na guerra colonial, a França, Bélgica, Alemanha e outros países europeus foram o porto de abrigo dos jovens portugueses que recusaram a guerra.  

XXV Governo Constitucional

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Este Governo não cai por incompetência, vai ser esmagado pelo imobiliário.  

A paz é urgente!

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Há uma pessoa sensata! E cada vez mais, pessoas insensatas.  

14 de julho de 2026 – Quero ser marciano!

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14 de julho de 2026 – Quero ser marciano! Ano após ano, neste dia, acordo a julgar que o som da Marselhesa me convoca para um Viva a França, viva a República, com imagens do filme Casablanca, às armas, às armas! e gritos de Liberdade, Igualdade e Fraternidade. Sou assim, republicano, laico e democrata, com os defeitos e virtudes da 1.ª República, vagamente burguês no pensamento, com um inabalável apego à liberdade, francófilo e europeu, e discípulo de Voltaire. Recordo os Campos Elísios e o Arco do Triunfo e nunca me lembro das tropas de Hitler a desfilar em Paris. E hoje lembrei-me, da França Vichy, por mais distante que Macron possa estar, e está, mas belicista e, há muito, descuidado nas companhias e na conduta. Um presidente culto e sensível, conservador, é certo, vi-o hoje, na foto que aqui deixo, a afirmar que “a França e a Europa devem defender valores”, “mesmo que seja preciso derramar sangue”, e eu a ver a companhia, um terrorista da Al-Qaeda, com experiência a espalha...

França – Aniversário anos da Tomada da Bastilha – 14 de julho de 1789

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França – Aniversário anos da Tomada da Bastilha – 14 de julho de 1789 Contra Luís XVI, contra a nobreza e o clero, o rei já tinha sido obrigado a admitir a autoridade da assembleia que viria a chamar-se Assembleia Nacional Constituinte! A invasão da Bastilha e a consequente Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão foram o alicerce da fase inicial da Revolução Francesa. A Tomada da Bastilha, no dia de hoje, em1789, foi o ato simbólico de uma nova era, o princípio do fim de uma sociedade anacrónica e o rastilho que incendiou a Europa e deu origem às democracias modernas. Ninguém ousaria prever que a invasão da grande prisão do Estado, pelo jornalista, Camille Desmoulins, se transformaria na referência histórica e emblemática da vitória da burguesia sobre a nobreza, da legitimidade popular sobre o direito divino, e da República sobre a monarquia. Hoje, dia nacional da França, evoco o dia e saúdo a Revolução Francesa. Viva a República!

O PP espanhol e o PSD ainda são a direita democrática?

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O PP espanhol e o PSD ainda são a direita democrática? Em Espanha como em Portugal, a direita pensa cada vez mais como a extrema-direita. O PP espanhol e o PSD português não gostam de ouvir isso, mas Mariano Rajoy não se pode desculpar com lapsus linguae . Foi em artigo de opinião, escrito no jornal digital espanhol El Debate, que afirmou que a seleção francesa joga “sem franceses”.

Os fracassos do PSD e a democracia

Os fracassos do PSD e a democracia Os melhores quadros do PSD nunca conseguiram chegar à liderança do governo, o que é preocupante porque os fracassos do PSD são também do País. E isso acontece porque os partidos com aspirações governamentais, PSD e PS, até há pouco, elegem líderes de transição quando os ciclos eleitorais auguram demora na chegada ao poder. Foi assim que Passos Coelho chegou a PM depois da frustrada gestão da Tecnofoma, ao chumbar o PEC IV, empurrado por Miguel Relvas e Marco António. E a sina repetiu-se com Montenegro, próspero advogado intermediário de negócios com uma nebulosa empresa imobiliária, quando o PR, desesperado por não conseguir levar o seu partido ao Governo, acelerou os ciclos eleitorais graças ao criativo golpe, urdido em Belém, com a PGR Lucília Gago. Luís Montenegro chegou assim a S. Bento, e passou a gerir o Governo como se de uma empresa se tratasse, encontrando-se agora exausto, de erro em erro, com as Finanças do País depauperadas, o futuro...

O habitual

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Num governo PSD-CDS, quando o CDS ainda existia, Bagão Félix, ministro da Segurança Social, piedoso católico do Opus Dei, chegado ao Governo, substituiu de uma só vez 18 presidentes e 18 vice-presidentes distritais da Segurança Social. Na pressa, demitiu alguns do PSD que o PS, ao longo de 6 anos de governo, tinha mantido ou nomeado. 😊 😉  

Da série: Deixem o Luís trabalhar

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Depois da redução do IRS, os pobres senhorios são protegidos contra a exploração dos inquilinos.  

CDS-PP

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Cada partido tem os dirigentes que merece.   O destacado militante e dirigente do CDS-PP, do Porto, chamou “cabrões e parasitas” aos professores.

Da série: Deixem o Luís trabalhar

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  A Saúde está melhor, os portugueses é que estão pior.

À margem da Cimeira da Nato (2)

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À margem da Cimeira da Nato O Parlamento Europeu aprovou, na quarta-feira, a emenda em que critica a decisão de Zelenskyy de rebatizar uma unidade militar ucraniana de elite com o nome de Exército Insurgente Ucraniano (UPA), unidade nazi da Segunda Guerra que chacinou patriotas polacos, desencadeando uma disputa diplomática com a Polónia, reincidindo na criação de anticorpos contra o seu nacionalismo. A notícia passou despercebida em Portugal. Com êxitos militares contra a Rússia, este irritante foi um revés para Zelensky durante a cimeira em que brilhou, sem integrar a Nato, enquanto Trump pensava mais em sair da guerra que iniciou no Irão, ao arrepio da Europa e da Nato, do que em voltar à guerra na Ucrânia, guerra apoiada pelos EUA, de que ele próprio decidiu sair. A decisão do Parlamento Europeu beliscou a aura de referência democrática e herói do Ocidente laboriosamente construída pelos seus aliados e patrocinadores, nomeadamente pelas senhoras Von der Leyen e Kaja Kallas qu...