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RTP – A entrevista a Durão Barroso

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RTP – A entrevista a Durão Barroso, um maoísta de passado crapuloso Não há muito a dizer sobre a desfaçatez de um político videirinho que enjeitou cedo a honra, desde roubar mobília da Faculdade de Direito para a sede do MRPP, que Arnaldo Matos o obrigou a devolver, até se deslocar a Londres para verificar que Sadam Hussein tinha armas de destruição maciça. A mentira não o incomodou. Podia pensar-se que a vergonha e o remorso de ter sido cúmplice de Bush na invasão do Iraque o levasse agora a ser discreto em relação à reincidência dos EUA em crime igual, com as mesmas mentiras. Viveu sem dignidade e morrerá sem sentir a falta.  Bastou a náusea de ouvi-lo, ver o seu orgulho por Portugal ser arrastado para a guerra de agressão ao Irão, por «Portugal, ao contrário de Espanha, ser um país confiável» e a dizer que a posição de Espanha foi “um erro grave” que afastou Madrid de Washington e irritou o mundo árabe. Tem saudade de Aznar. É difícil conter o asco que desperta um políti...

Parabéns, União Europeia

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  António Costa anunciou a solidariedade da UE com Pedro Sánchez

Inteligência artificial

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Uma gralha fabulosa e divertida  

A invasão do Irão – A Europa, Trump e os partidos portugueses

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  A invasão do Irão – A Europa, Trump e os partidos portugueses É deprimente ver programas televisivos onde se confronta a opinião dos deputados dos três únicos partidos com acesso regular aos ecrãs e compará-la com a dos principais líderes europeus. Os países europeus têm posições para todos os gostos, desde a oposição frontal do PM de Espanha à violação do direito internacional à subserviência do chanceler alemão, que causa inveja ao lacaio de Trump, o sr. Mark Rutte. Até o RU, país que alinhou sempre a política externa pela dos EUA, teve um lampejo de dignidade e desagradou a Trump. Macron, apesar da bravata de deslocar ogivas nucleares para outros países europeus, não tem a coragem de De Gaulle ou Mitterrand. Itália, Hungria e Eslováquia são os aliados óbvios e preferidos do presidente americano que pode não acabar o mandato.  O governo português tomou a posição que o PS provavelmente tomaria, nem por isso honrosa, e que mereceria alguma benevolência se não tivesse a...

A ONU e o Direito Internacional

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A ONU e o Direito Internacional O direito internacional e o multilateralismo foram, durante muitos anos, a garantia de um módico de previsibilidade e segurança nas relações internacionais, razão por que a ONU, a mais prestigiada das organizações internacionais, seja agora desprezada por quem pretende sobrepor a força ao direito e resolver pela guerra litígios entre nações. A força moral da ONU e a capacidade de evitar conflitos estão hoje muito debilitadas por falta de financiamento e desprezo deliberado a que a votam líderes irresponsáveis e autocratas de pendor populista. A extrema-direita internacional e aventureiros de vários matizes esforçam-se a destruir a sua autoridade e a impedir os seus esforços na defesa da paz. Não tarda que lamentemos a perda de poder e influência que deliberadamente lhe foram retirados. Em termos simbólicos constituiu desprestígio a presidência que ontem lhe foi imposta, a da primeira-dama dos EUA, Melania Trump. Enquanto escalava o conflito que o...

A guerra escalou e o mundo assiste sem manifestações a favor da paz

A guerra escalou e o mundo assiste sem manifestações a favor da paz O abismo está a chegar. Perdido o respeito pelo direito internacional e pelas instituições que o garantiam, a força é o novo direito e o direito a obsolescência só reivindicada por quem não dispõe de força. Quando alguém, com manifestações psicóticas graves e evidentes, é obedecido nas suas extravagâncias e não tem uma oposição firme dos países democráticos, todos se tornam cúmplices dos crimes cometidos. Não vale a pena argumentar que são despóticos os regimes dos países agredidos. Não se invade um país para o transformar em protetorado depois de sequestrar e raptar o líder, como sucedeu com a Venezuela. Não se cerca um país para o obrigar a render-se pela fome como sucede a Cuba. Não se ameaça de anexação o Canadá e a Gronelândia para aumentar a glória de um narcisista megalómano. A invasão do Irão é a última e a mais dramática aventura em que se envolveram dois cúmplices, Netanyahu e Trump, numa guerra que j...

História

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O mundo já foi mais previsível.  

O Governo português e a política externa

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O Governo português e a política externa Com a maior parte dos americanos convencidos de que Trump ensandeceu, o governo português compromete-se nas aventuras em que o PR dos EUA se envolve, quiçá, para desviar atenções das numerosas referências que constam dos ficheiros Epstein. O silêncio perante a invasão, sequestro e rapto do PR da Venezuela não é pragmatismo, é a prática de um governo sem política externa clara, que se limita a seguir políticas de outros países, independentemente dos interesses nacionais. Não tarda que os 5,3 mil milhões de euros do empréstimo para compras militares sejam contestados pelos eleitores, antes de se iniciar o pagamento de juros e a amortização da dívida contraída para agradar ao sr. Mark Rute, capataz de Trump na Nato. Podia ser coerente na defesa do direito internacional e das relações multilaterais, mas não é essa a linha de conduta. Logo no início do primeiro governo de Montenegro, o MNE censurou Guterres pela condenação feita a Israel pelo...

Insólito

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Como um veterinário trata a língua portuguesa e a ONU.  
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             Cartune de Varella
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                Cartune de Varella
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                                                                                                                                           Cartune de Varella

A invasão do Irão

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1 – Os EUA e Israel atacam o Irão… e o governo português condena os ataques do Irão! 2 – Enquanto Portugal participa na invasão do Irão através da cedência da Base das Lajes, a Espanha rejeita comprometer-se na perigosa aventura.

Universidade de Coimbra – Missa de aniversário

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Universidade de Coimbra – Missa de aniversário A Universidade de Coimbra celebra amanhã, no primeiro dia de março do Ano da Graça de 2026, o 736.º aniversário. Amílcar Falcão é o Magnífico Reitor a quem a Constituição da República impõe o respeito pela laicidade, a si próprio e à sua instituição. Não querendo o Bem-Aventurado Reitor renunciar ao proselitismo que a fé católica lhe impõe, celebra a efeméride de 1 a 15 com a XXVIII Semana Cultural da “Universidade de Coimbra, à frente do seu tempo”, sem arriscar a salvação da alma, cumprindo, para isso, a obrigação canónica de dar público testemunho da fé.   Assim, a semana cultural começa com uma caminhada e corrida para, logo a seguir, vir a Missa Solene a antecipar a “Cerimónia de Comemoração do Dia da Universidade”, onde chegará bem confessado, comungado, rezado e com cheirinho a incenso. O Bem-Aventurado Reitor pode sofrer a raiva dos jacobinos, a troça dos defensores da laicidade e a censura dos guardiões da Constituição...

Os ficheiros Epstein e os poderosos do mundo – Reflexões de um republicano.

Os ficheiros Epstein e os poderosos do mundo – Reflexões de um republicano. Jeffrey Epstein não foi apenas um influente e bem-sucedido homem de negócios, foi o mais poderoso detonador para explodir reputações, carreiras políticas e vidas sociais e familiares. Não admira que se tenha suicidado ou mais provavelmente que o tenham suicidado, mas deixou vivo um arquivo que, à semelhança dos resíduos nucleares, continua a vitimar os parceiros dos negócios e das orgias, em alguns casos, de ambas as modalidades. Epstein revelou os vícios privados da alta sociedade, as taras sexuais e a ausência de princípios éticos de pedófilos militantes e predadores sexuais, com a sua ilha tornada bordel e a companheira, exímia proxeneta, a fazer o tráfico de mulheres, compradas, agredidas, violadas e humilhadas, para gáudio dos seus hóspedes. Que uma ou outra jovem da melhor linhagem da realeza pudesse ter partilhado a cama do anfitrião, por vontade própria, só provaria que a real depravação é uma t...

Da série: Anda o mundo doido!

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Os EUA e a Base das Lajes

  quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026 Não dá para entender (42): Servilismo Publicado por  Vital Moreira Sendo incontestável que --  ao contrário do que o MNE deixou entender  -- o Acordo sobre a utilização da base das Lajes (Açores) pela força aérea norte-americana  carece explicitamente de autorização prévia nacional  quando se trate de operações fora do quadro da Nato ou de outra organização a que ambos os países pertençam - o que se aplica manifestamente às operações de preparação da provável intervenção norte-americana no Irão -, não se compreende o estranho silêncio, tanto da oposição socialista como do Presidente da República, perante esta posição do Governo, que configura  um patente caso de "frete" político a Washington contra o interesse nacional .

Quem acode à democracia?

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Quem acode à democracia? Sem escrutínio do poder judicial e, sobretudo, do poder discricionário de procuradores que apostam na perseguição a políticos e na destruição das suas carreiras, não há democracia que resista. Um país que assiste impávido a este espetáculo grotesco e perverso sem um sobressalto cívico, sem indignação e revolta, está a ser cúmplice da destruição da democracia. Basta quem conquista o poder pelo voto e trai o juramento de respeitar a Constituição e fazê-la cumprir!        

Manuel Tiple - Um amigo e ex-colega de quem sinto a falta

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  Uma recordação do Tiple.