As guerras na Ucrânia e no Irão Há duas guerras capazes de degenerarem em conflitos mundiais, uma crispação que as alimenta e consequências que se refletirão no futuro de todos e, sobretudo, das gerações vindouras. Como em tudo, há duas partes em conflito, razões de sinal contrário, justificações para todos os gostos e pessoas capazes de defenderem, por convicção ou corrupção, as mais inesperadas justificações ou as hipóteses mais hediondas. Só falta quem deseje a paz. E o que mais surpreende são os comentadores cuja imaginação e ecletismo os faz passar da geopolítica e da geoestratégia para a adivinhação, capazes de prever o que Trump vai fazer no dia seguinte ou o número de dias, ou anos, que cada guerra pode durar. Da plêiade de comentadores sobressaem duas Helenas, a Matos e a Ferro Gouveia, duas mulheres capazes de torcer o pescoço aos factos e de candidamente serem as vozes dos agressores contra os agredidos, entusiásticas defensoras de Trump e Netanyahu, da mais completa...