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Cavaco Silva e a Pide

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A iníqua montagem de um pretenso cartão de “Informador” da sinistra polícia política, com a fotografia do político que mais tempo ocupou o poder na 2.ª República, pode ser obra de apaniguados que, com a mentira grosseira, impedem a investigação do obscuro passado do político, de quem nunca deixou de ser salazarista e tanto deve ao 25 de Abril.

A revista Visão n.º 1344 de 6 a 12/12/2018, na tentativa meritória de desmontar calúnias torpes, de que são alvo figuras políticas de primeiro plano, refere-se Cavaco e denuncia – e bem –, a falsidade do cartão de ‘Informador’, que só engana quem ignora o carácter anónimo dos esbirros pagos de um qualquer saco azul que o ‘honesto’ Salazar permitia à sua polícia política.

No que a Cavaco Silva diz respeito, e era importante, fazem-se afirmações sem provas, numa mera presunção: “Cavaco foi obrigado a prestar declarações atestando que estava integrado no regime político do Estado Novo, mas nunca pertenceu ou colaborou com a PIDE”. Dizer que “Como p…

Allahu Akbar!

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“A jihad [guerra santa] é o teu dever sob qualquer governante, seja ele ímpio ou devoto” (hadith, geralmente invocado para justificar ataques aos infiéis e apóstatas).

“Deus é grande” não é só o grito selvagem que precede uma carnificina, é a apoteose da demência mística, o sintoma da intoxicação divina pelo mais boçal dos livros sagrados.

Deus podia ter sido uma ideia interessante, mas converteu-se num pesadelo cujo nome, em árabe, remete para o mais implacável dos homólogos que alimentam o proselitismo dos desvairados da fé. Alá consegue ser o pior dos avatares monoteístas.

O islamismo, plágio tosco do judaísmo e do cristianismo, ditado pelo arcanjo Gabriel ao “beduíno analfabeto e amoral”, como lhe chamou Atatürk, ao longo de vinte anos, entre Meca e Medina, deu origem à mais sombria mutação do deus abraâmico.

O islamismo já foi mais tolerante do que o judaísmo e o cristianismo, o primeiro com a única vantagem de não ser prosélito, mas a decadência da civilização árabe transformou…

Bombeiros e ‘o seu a seu dono’…

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O Sr. Jaime Marta Soares, na qualidade de presidente da Liga de Bombeiros Portugueses (LBP), resolveu intrometer-se na política e de arrastão envolver os bombeiros. A primeira coisa a fazer será distinguir as pretensões políticas do Sr. Jaime Soares das preocupações e do trabalho humanitário dos bombeiros portugueses.
O Sr. Soares decidiu assumir um papel que ninguém lhe confiou. A segurança dos portugueses não pode ser objeto de disputa ou enxotada de um lado para outro. Quando a LBP sob a batuta de Jaime Soares abandona a estrutura nacional de proteção civil marginaliza-se embora possa prometer segurança a tudo e a todos (ninguém compreende como).  Por esse caminho a Drª. Assunção Cristas perde um dos seus mais relapsos argumentos: “O Estado falhou…”. Passará a dizer: “O Sr. Soares falhou”… A Proteção Civil deve integrar as corporações de bombeiros - ninguém tem dúvidas acerca disso - mas a segurança das populações, isto é, o âmbito da proteção civil está para além disso. Aliás, o…

O Orçamento de Estado e a agitação social

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Não existe a mais leve dúvida sobre a legitimidade das greves, nem quanto à justiça das aspirações de numerosos funcionários que já davam por destruídas as suas carreiras que o anterior governo cancelou e o atual recuperou, procurando ressarcir progressivamente, de forma inacabada, os prejuízos sofridos.

Seria lamentável, como fez Passos Coelho, que se arremessassem trabalhadores do setor privado contra os da função pública, numa luta fratricida que a todos prejudica e só cria rancores, invejas e ressentimentos.

O OE_2019 não pode acolher todas as exigências e, muito menos, a dimensão de cada uma. Os empréstimos, para manterem a economia e a máquina do Estado a funcionar, dependem mais dos credores do que dos devedores e serão tão mais difíceis de obter, e em condições mais gravosas, quanto maior for o desequilíbrio orçamental e a dificuldade de gerir a dívida contraída.

A competição pré-eleitoral e as legítimas divergências dos partidos que possibilitaram o Governo prejudicam o comb…

Catlolicismo

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Pecam separados e absolvem-se mútua e reciprocamente.

Política e interesses privados

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Entre as numerosas perversões da perceção dos portugueses, ou do que a comunicação social transmite, sobressaem o endeusamento dos bombeiros e a demonização dos políticos.

Um político que, depois de deixar a Câmara de Poiares num estado financeiro que, num país mais exigente, levaria à extinção do minúsculo município, consegue, depois de a lei o impedir de recandidatar-se à presidência da autarquia, tornar-se presidente da Liga dos Bombeiros e chantagear o Governo. Até mudou de nome, passando de Jaime Soares a Dr. Marta Soares.

Se um ministro chamasse aos bombeiros o que o militante do PSD, com linguagem das claques de futebol, chama a governantes, seria obrigado a demitir-se. Consegue ser mais indelicado que a Dr.ª Cristas na AR a dirigir-se ao PM.

Um político nunca é honesto nem competente, mas o bombeiro é sempre abnegado, apto e incapaz de ter negócios na área do combate aos incêndios ou do transporte de doentes. Nunca se move por interesses pessoais, só o bem público o determina…

D. U. D. H. - 10 de outubro de 1948

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Declaração Universal dos Direitos do Homem (DUDH), agora justamente denominada dos Direitos Humanos

https://dre.pt/declaracao-universal-dos-direitos-humanos

(Lembrando Lula da Silva)

Proclamada há 70 anos, em Paris, subscrita por 48 países, conta hoje com mais de 180 países que a subscreveram. Assim a respeitassem todos, incluindo aqueles que tinham reservas e os que nunca honraram cabalmente os 30 artigos, que carecem de carácter vinculativo pois não se trata de um tratado ou pacto. Foi uma grande vitória para a ONU e uma enorme esperança para a Humanidade.

A adesão de Portugal, a viver na ditadura que sobreviveu à derrota do nazi/fascismo, só se verificou a 14 de dezembro de 1955 e não passou de mera formalidade que o regime não tinha intenção de cumprir.

É fácil escrever sobre os Direitos Humanos, difícil é fazê-los respeitar.  A DUDH é uma mera carta de intenções quando os regimes se tornam autoritários, a Justiça se politiza e os interesses económicos são postos em causa.

O apar…