O futuro da Humanidade não é risonho, mas os EUA ficam menos assustadores
O futuro da Humanidade não é risonho, mas os EUA ficam menos assustadores Hoje o ícone da extrema-direita mundial iniciou a queda do poder a caminho dos braços da Justiça. Arrastará consigo a confiança dos seus bajuladores, depois de ter destruído a credibilidade do país e das instituições multilaterais e a longevidade das democracias. O mal que fez é irreversível e os EUA não vai reverter o desprestígio que o mitómano e narcisista Trump atraiu para a ainda maior potência mundial. A única consolação, no ocaso do último império, é ver escarnecidos os que reivindicam o seu magistério e não tiveram uma única palavra de censura aos desmandos e aventuras de um PR visivelmente instável, contraditório e demenciado. Hoje, figuras marginais como Milei, na Argentina, ou o 4.º Pastorinho, em Portugal, são perdedores cuja desfaçatez do mestre os leva a enjeitar a sedução que sentiram e o apoio que tiveram. Regozijamo-nos com a colossal derrota do mais corrupto, incompetente e detestável ...