24 de abril de 2026 – alguns apontamentos sem nexo Há 1 ano, o Governo português, compungido com a morte do Papa Francisco, entrou em tal sofrimento que decretou três dias de luto e cancelou toda a agenda festiva, enquanto o Vaticano, mais resignado, adiou o luto, para que o 25 de abril fosse comemorado, em Itália, no dia que assinala o fim da ocupação nazi e a queda do regime fascista, em 1945. O ministro Leitão Amaro, devagarinho, como é seu hábito, explicou que o luto prevê «restrições e limitações» e «reserva relativamente às celebrações», e o povo não deixou de celebrar a data, nas ruas, enquanto o Governo sofria em silêncio, em família. Este ano, as más notícias voltaram. Não me refiro à escassez dos combustíveis nem dos fertilizantes, mas à dificuldade de abrir o estreito de Ormuz, aberto antes de afundada toda a marinha do Irão e, agora, a avaliar pelos ataques, a disparar do fundo do mar. O PM, Luís Montenegro, esqueceu que “todo o mal vem da Rússia”, como disse a Irmã...