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11 de março de 1975 – 51.º aniversário

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11 de março de 1975 – 51.º aniversário Há 51 anos a extrema-direita ainda não tinha desistido de regressar à ditadura. Apenas lhe fugira o «nosso ultramar infelizmente perdido», que o próprio Marcelo, o outro, o Caetano, já dava por perdido, ainda sem saber como sair da guerra que herdou e da qual só sairíamos derrotados. Os salazaristas e outros reacionários foram derrotados no 28 de setembro de 1974 na primeira tentativa de subverter a processo democrático, sob o pretexto de uma alegada maioria silenciosa, e não desistiram de interromper o curso da democracia e impedir a elaboração da Constituição da República Portuguesa. A composição da Assembleia Constituinte, com os deputados eleitos no 1.º aniversário do 25 de Abril, nas primeiras eleições livres em meio século, deixou a direita inquieta e desejosa de evitar o desmantelamento das estruturas fascistas e o rumo democrático.   António de Spínola, o general que na Guiné se deu conta da iminente derrota das Forças Armadas por...

Rodrigo Sousa Castro - Capitão de Abril e de novembro. O 11 de março.

  Rodrigo Sousa Castro 6 h   · Rodrigo Sousa e Castro @1963Cor_DeVolta · 22s 11 DE MARÇO DE 1975, a data danada que a Direita e a Extrema Direita porfiam em erradicar da História de Portugal. A 11 de Março de 1975, um grupo de militares de extrema direita capitaneados pelo general Spínola, um cabo de guerra que tinha tentado subverter o programa politico do Movimento das Forças Armadas e subtrair o direito do Povo Português a eleger a sua Assembleia Constituinte, juntamente com a fina flor das famílias que tinham sido afastadas da esfera do Poder pela Revolução de 25 de Abril de 1974, coadjuvados por políticos oportunistas, iniciaram um golpe militar a partir da base aérea e do quartel das tropas paraquedistas de Tancos, que redundou num fiasco e terminou com a fuga do general golpista num helicóptero da Força Aérea, para a base espanhola de Talavera La Real em Espanha. As consequências do fracasso deste golpe foram enormes. Ele foi feito quando já estavam marcadas as ...

Palácio de Belém – A mudança de inquilino

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Palácio de Belém – A mudança de inquilino Com o fim do segundo mandato presidencial secou-se a fonte de Belém no Expresso e a jornalista Ângela Silva deixará de escrever notícias sopradas pela referida fonte. Os governos aguardarão agora a promulgação de decretos sem avisos, ameaças, reparos, emoção ou espetáculos públicos. O Conselho de Estado não voltará a ser marcado à distância como arma de arremesso contra este e os próximos governos. À agitação sucederá a tranquilidade, à exuberância o recato, às declarações avulsas as espaçadas conferências de imprensa, aos parágrafos a precaução. As lojas, supermercados, pastelarias de pastéis de nata, a tasca da ginjinha do Barreiro e outros espaços comerciais deixarão de ser assaltados por microfones. Belém perde a graça, mas os portugueses podem ser compensados com notícias do País e do mundo, com atenção aos fenómenos culturais e ponderação dos riscos que corre a Humanidade, quiçá, com notícias em que os factos substituam a prop...

CHEGA

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  O Chega, onde chega, chega para envergonhar quem votou no Chega. É preciso gritar-lhe, chega!

Presidência da República: O render da guarda – 9 de março de 2026

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Presidência da República: O render da guarda – 9 de março de 2026 Hoje é um dia de júbilo, mais por quem saiu de Belém do que por quem chegou. Após vinte anos, em que o Palácio de Belém foi habitado, primeiro por um salazarista amargo, depois pelo simpático conspirador que acabou detestável e detestado, regressa como PR quem começou por ser o mais improvável dos candidatos e acabou sendo o mais promissor. António José Seguro foi um raio de Sol que brilhou no que parecia ser uma tempestade perfeita. Foi uma escolha da direita democrática, receosa da subversão do regime pelos partidos que numerosas dissoluções do Parlamento fizeram crescer prematuramente, e de toda a esquerda, aclamado ou simplesmente desejado. Para a esquerda foi, e é, a apólice que evitará a tentação totalitária da extrema-direita, a que o Governo não tem a capacidade nem o desejo de se opor. Não se espera do novo PR mais do que a CRP e a sua pertença a uma social-democracia descolorida lhe exigem, e desiluda...

Iniciativa Liberal

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Iniciativa Liberal Avisem o Cotrim de Figueiredo e a Mariana Leitão. Depois não querem que lhes chamem extremistas. São extremistas e iliberais, apesar das declarações em contrário. Milei só sobrevive com o apoio de Trump.  

Angela Merkel - Uma grande estadista

  Alfredo Barroso 11 h   · ANGELA MERKEL APELA À EUROPA PARA QUE SE COMPORTE COM INDEPENDÊNCIA EM RELAÇÃO AOS EUA E RESTABELEÇA RELAÇÕES, EM PÉ DE IGUALDADE, COM A RÚSSIA E COM A CHINA - regozija-se Alfredo Barroso com este apelo da ex.chanceler alemã, que bem arrependida deverá estar de ter despachado para a União Europeia uma idiota como Ursula von der Leyen, que tanto mal tem feito à Europa Finalmente, alguém politicamente adulto, a ex-chanceler alemã Angela Merkel, percebeu quem são e como se comportam os Estados Unidos da América, que conseguiram adormecer os países seus (mais ‘explorados’ do que) “aliados”! Os Estados-Unidos precisam de enfraquecer todos os outros á sua volta, para se imporem totalitariamente. Para eles, o projecto europeu é um perigo, e por isso Trump, que não é nada diplomata, está a fazer tudo para impedir a Europa de ter boas relações com a Rússia e com a China, dado que isso que não seria nada bom para a economia norte-americana! Angela Merkel ...

Para memória futura

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A desfaçatez de um hipócrita. Uma foto deprimente.  

NO DIA INTERNACIONAL DA MULHER – Que dia é este? (Texto reeditado)

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NO DIA INTERNACIONAL DA MULHER – Que dia é este? (Texto reeditado) Enquanto houver cavernícolas incapazes de dar e receber o carinho de filhas e netas, os mesmos homúnculos que não amaram as mães e as avós, perpetua-se a misoginia das tribos patriarcais da Idade do Bronze. Reproduzem-se, mas nunca saberão o que é amar; mantêm a posse, e não sabem o que é ser livre; respiram, mas não vivem. Limitam-se a respeitar velhos códigos, a preservar preconceitos e a usar a violência, sem conhecerem o amor. Não me peçam para respeitar crenças que discriminam e rebaixam a mulher, sociedades que lhes impedem a igualdade, hábitos cuja violência a atinge. O combate a todas as formas de discriminação, públicas ou privadas, é uma batalha que cabe a todos, legisladores, políticos e professores, homens e mulheres, numa peleja sem descanso contra os interesses instalados e hábitos trogloditas. Num ato de violência masculina não é apenas a mulher que é vítima, é a sociedade que permanece enferma.

Luís Montenegro

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É nisto que Passos Coelho aposta?  

Argentina

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  Avisem a líder da IL e o seu candidato a PR.

(Miguel Sousa Tavares, in Expresso, 06/03/2026)

O psicopata narciso, o sócio criminoso, os idiotas inúteis e o ministro satisfeito (Miguel Sousa Tavares, in Expresso, 06/03/2026) Com metade da Marinha e da Força Aérea americanas reunidas à volta do Irão, o nosso MNE pretende ter sido o único habitante do planeta Terra que não suspeitou que aquilo não seria para um simples desfile ou um passeio turístico! Paulo Rangel envergonha-nos. Como o mundo inteiro já percebeu, Donald Trump tornou-se um caso de psicopatia à solta, agravado por um narcisismo sem limites e uma crueldade inata, patente no prazer de humilhar, ameaçar e atacar os mais fracos. É um homem mau, dotado do poder imenso de ditar os destinos da Humanidade: o Calígula do nosso tempo. É certo que o mundo fica bem melhor, aliviado de Nicolás Maduro, dos discípulos da ditadura de Fidel Castro ou do regime de terror dos clérigos iranianos. Mas quem nos livrará de Trump e de Netanyahu? Trump fez ao Irão o mesmo que os japoneses fizeram aos americanos em Pearl Harbor e qu...

Os sonhos de Donald Trump

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Depois de falhada a ambição de ser galardoado com o Prémio Nobel da Paz, reza agora para ser bem-sucedido na ambição de se tornar Líder Supremo do Irão. Para isso, reza com a fé de um Aiatola e a determinação de um Guarda Revolucionário do Irão. Em Teerão, rezam multidões pedindo longa vida para os Aiatolas, santos e zeladores dos direitos individuais, especialmente das mulheres, em êxtase vingativo, determinados a exterminar o Pequeno e o Grande Satã. Em Israel e no Irão procura-se a destruição recíproca, pedindo cada um ao seu deus ajuda para mandar o outro para o Inferno. E o fervor com que se reza em Jerusalém, Teerão ou em Mar-a-Lago deixa os deuses dependentes da maldade dos homens. Os ateus e crentes de outros deuses nem reparam no ridículo do homem que esconjura os demónios que o assaltaram na ilha de Little Saint James, em Mar-a-Lago ou na Casa Branca, rodeado de imbecis que lhe transmitem energia divina, sem que os Ficheiros Epstein o abandonem. E há países e governos...

O Governo português e a invasão do Irão

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Não é verdade que o Governo seja cúmplice da invasão do Irão. Paulo Rangel e Nuno Melo estão a seguir continuamente a trajetória dos aviões que saem das Lajes para terem a certeza de que não se dirigem para o Irão. Portugal manter-se-á como o mais fiel aliado dos EUA e não voltará a ser enganado por Trump.

Ponte Europa - Estatísticas de visitas

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Surpreendente no crescimento e nas oscilações. Ontem, dia 6, às 23H59.  

A invasão do Irão e a Base das Lajes - A opinião de Vital Moreira

 Subscrevo. sexta-feira, 6 de março de 2026 Ai, Portugal (13): Não somente servilismo político Publicado por  Vital Moreira A autorização dada pelo Governo português - a que nada o obrigava - para utilização da base das Lajes nos Açores nas operações do ataque conjugado dos EUA e de Israel ao Irão não confirma somente a atitude de subserviência primária de Lisboa face a Washington (que diferença face à dignidade do "não" de Madrid!...), mas também uma  manifesta cumplicidade com a violação da Carta das Nações Unidas,  quanto à proibição do uso da força nas relações internacionais (art. 2º, nºs 3 e 4), a qual vincula Portugal não somente no plano externo, como membro da ONU, mas também no plano interno, por força do art. 8º, nº 2, da CRP. De resto,  a ilegalidade internacional da cedência apenas sublinha a indignidade do servilismo . Adenda Sustento há muito que, sem prejuízo da competência exclusiva e da liberdade de decisão do Governo na condução da política na...

Do Diário da Diana – 14 anos – escola C+S da Musgueira (3145 caracteres)

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Do Diário da Diana – 14 anos – escola C+S da Musgueira (3145 caracteres) Ontem conversei com a minha mãe sobre política para saber o que levou ao desprezo do direito internacional e à quebra das regras, aumentando a imprevisibilidade e o receio entre países. É inaceitável que a força se torne argumento e o poder discricionário hábito nas relações internacionais. Por isso perguntei como foi possível que os líderes europeus, que eram a referência ética e democrática do mundo, se calassem ou fossem timoratos a condenar a invasão da Venezuela, com o sequestro e rapto do PR, o afundamento de barcos e de tripulantes, por suspeita de transporte de droga, o cerco a Cuba… E a minha mãe acrescentou as ameaças às fronteiras de países soberanos, a violação dos tratados internacionais, a invasão do Irão e muitas outra tropelias, condenando o silêncio e covardia que permitem aos mais desvairados líderes mundiais desestabilizar o mundo. O rapto e assassínio de líderes tornou-se normal e, pior...

A invasão do Irão

 O testemunho de um português casado com uma iraquiana e a viver em Teerão, com o filho de ambos, apanhado na Etiópia. Pedro Queirós  está em  Adis Ababa, Ethopia . 2 d   · “Foram dias, foram anos, a esperar por um só dia. Alegrias. Desenganos. Foi o tempo que doía… Na esperança de um só dia.” O Irão precisa de uma mudança. Uma revolução como a de Portugal em 1974. Basta um soldado, um capitão, um Salgueiro Maia com coragem para dizer BASTA. Mas enquanto os líderes mundiais se divertem com a guerra, quem sofre são os inocentes. Ayatollahs, americanos, europeus e israelitas, são todos culpados. Mentem-nos em direto pela televisão, cobertos de sangue nas mãos e, no entanto, jamais se sentarão no banco dos réus. Ao regressar do Quénia fiquei preso no Dubai. No sábado, os voos foram cancelados e instalei-me num hotel à beira do aeroporto. A meio da noite ouvi um estrondo e, no domingo de manhã, decidi partir rumo a Omã, onde o aeroporto ainda se mantinha aberto. Uma...