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Rui Rio e o PSD

As afirmações de Manuela Ferreira Leite sobre o Diabo prestam-se ao humor de quem sabe que era o anjo de Passos Coelho, a quem confiou a alma própria e a do partido, na esperança de que a praga que rogou ao Governo, apoiado na AR por PS, BE, PCP e PEV, fosse ouvida pelo Mafarrico.

Depois da Idade Média e da extinção da Inquisição, o Diabo sumiu-se e nunca mais foi visto, mas a vitória de Rui Rio não foi a mera transferência do alvará do PSD através da AG onde militantes de residência incerta, bem inscritos, melhor transportados, e com as quotas em dia, decidiram varrer a pior gente e humilhar a máquina partidária.

É evidente que a eleição de Santana Lopes seria muito mais divertida e conveniente para a esquerda, onde me situo, mas bem mais perigosa para o País. Em democracia, a direita é legítima e desejável. Não há democracia sem pluralismo.

Comparar Rui Rio, Manuela Ferreira Leite e Pacheco Pereira com a tralha derrotada, é um insulto à inteligência e uma ofensa à democracia. Não há…

Viva a República!

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Passos Coelho tentou e não resultou

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Coerência

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Prefiro um homem de coluna vertebral direita à de quem que se verga às conveniências dos afetos, às genuflexões pias e à agenda pessoal de um peronismo de influência.

A auspiciosa vitória de Rui Rio (RR)

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Não se diga que era igual a vitória de Rui Rio ou de Pedro Santana Lopes, por pior que o primeiro venha a revelar-se. RR fará o difícil percurso de um caminho incerto, em que necessita de fazer currículo num período curto, mas PSL, o menino guerreiro, perdeu a última batalha, arrastando consigo o pior que o PSD tem, à espera de ressurreição.

RR ganhou o apoio de gente séria do PSD, talvez por vergonha do único candidato que o defrontou, resgatando do opróbrio as últimas lideranças do PSD onde, apenas, as de Manuela Ferreira Leite e Marques Mendes não mancharam o partido. Durão Barroso, PSL, Luís Filipe Meneses e Passos Coelho, ontem derrotados, já podem ser julgados.
Dizer que Rui Rio é igual a PSL é o mesmo que comparar Marcelo a Cavaco, como se a cultura, a inteligência e a transparências dos negócios não exigissem benevolência numa comparação em que a malvadez de um pode vir a confrontar-se com a astúcia do outro.

RR começou por afirmar a renúncia ao populismo, e não resistiu a el…

Considerações sobre a eleição de Rui Rio…

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Rui Rio venceu as eleições para a liderança do PSD. Este facto colocado a reboque da derrota de Pedro Santana Lopes deverá ter consequências que extravasam a luta partidária.
Os equilíbrios político-partidários que vigoraram até aqui – nomeadamente os derivados das últimas eleições legislativas e que ‘sustentaram’ a adoção de posições conjuntas da Esquerda – poderão ser submetidos, a breve trecho, a novos stress. No ato eleitoral ocorrido no PSD, do último sábado, poderão ter sucumbido algumas premissas que configuraram o quadro inter-relacional partidário do País.
A cantilena santanista que insistia na sigla “PPD/PSD” não colheu os louros necessários para se impor. O regresso ao espaço político original que esta sigla pretendia sugerir, é uma miragem que vem sendo destroçada (desmontada) há longo tempo. Provavelmente desde o golpe partidário do Congresso da Figueira da Foz (1985) onde emerge o ‘cavaquismo’ e se enterra veladamente o ‘sá-carneirismo’ . Cavaco Silva começou por con…

O PSD e a chicana política

A melhor forma de esconder as trapalhadas dentro de casa é espreitar pelas frinchas da porta do vizinho e ver o que pretende, sem se preocupar com o que encontra.

A UE descobre que o governante Miguel Relvas deu dinheiros europeus à Tecnoforma, quando Passos Coelho era administrador, e que esse dinheiro foi desviado. A exigência da devolução de 6 milhões de euros, transforma em escândalo a vice-presidência da AG de uma IPSS pelo ministro da Segurança Social, quando o não era, por não ter vigiado a corrupção na instituição. Nem sequer se soube quem era o presidente nem se referiu o Conselho Fiscal!
A revista Visão denuncia o descaminho de milhões de euros em municípios do PSD, por Marco António Costa, Luís Filipe Meneses, Agostinho Branquinho, Hermínio Loureiro, Virgílio Macedo e Valentim Loureiro, com faturas falsas, empresas de fachada, tráfico de influências, negócios simulados, contratos públicos viciados, fraudes em subsídios, manipulação de contas e iniciativas fictícias. O PSD e…