A Festa do Pontal fez lembrar a autarca de Marinhais que, com a despesa feita e perante a proibição de lançar foguetes depois da meia-noite, pelo perigo dos incêndios, decidiu antecipar o fogo de artifício. Os foguetes provocaram fogos, mas a festa fez-se. Quando Portugal ardia, o Palácio de Belém e o de S. Bento foram a banhos. Com o País a arder, bombeiros exaustos e gente aflita, nem um simples Secretário de Estado foi aos locais ameaçados pelo fogo. O Governo e o PR estavam em fato de banho no Algarve. O casal desavindo, PR e PM, surgiu de mãos dadas, para defender em público interesses comuns e não desapontar os fãs, e remoeram, em privado, rancores recíprocos. A Festa do Pontal, com lotação esgotada, não empolgou os fãs. O artista entrou em cena vencido, lembrado do discurso do ano anterior, sem ilusões. A cor laranja luzia no País vinda de fogos que o consumiam. Não era a do PSD, na Festa na Quarteira, onde gente bem comida, bem bronzeada e bem dormida contrastava com a da...