Hoje, à hora do almoço, M. – O PR caiu-me duas vezes na sopa e outra no prato do peixe antes de eu ter saído, a meio do telejornal da RTP-1, do restaurante onde almocei. Não foi o número de vezes, habitual, que me impressionou na mais barata e frequente das mercadorias de que se alimentam os media nacionais, foi o casual encontro, natural, do líder da Oposição, M. – O PR, com o putativo líder do PSD a quem, após o abraço, segredou qualquer coisa. É fácil, no reduzido espaço de 89 mil quilómetros quadrados, que o líder da Oposição e o do PSD tropecem a cada momento. Não o ouvi, e não me pareceu que dissesse quais as greves justas e as que deviam parar. Se o Governo caísse, ainda não tinha condições para a substituição, ainda que tivesse de conformar-se com um avatar de Passos Coelho. M. – O PR, frenético e eficiente, lá vai levando a água ao moinho da direita, sem o esgar de raiva e ódio que caracterizava o antecessor, e com a eficiência que a empatia com os media e o rali de beij...