«PSD – A rudeza das palavras e os juízos de valor Lamento combater os partidos cujo pensamento não é sequer muito divergente do meu, especialmente o PSD. Quem vê a democracia representativa como grande conquista civilizacional, não atribui o monopólio da verdade ou a fonte de todos os males a um único partido, mas há razões para a acrimónia, a suspeição e o combate. Nunca fiz a Rui Rio, apesar de se ter conformado com a presença do partido fascista no Governo dos Açores, a ofensa de o considerar igual a Passos Coelho ou de pensar que todos os militantes do PSD se reveem em Relvas, Cavaco e Marco António, mas quando o País carece do PSD, encontra-o no lado errado, naquele que a ditadura infetou. O PSD teve líderes respeitáveis até à chegada de Cavaco Silva, o primeiro salazarista a interromper a sequência de democratas, Sá Carneiro, Emídio Guerreiro, Sousa Franco, Meneres Pimentel, Pinto Balsemão, Rodrigues dos Santos, Mota Pinto e Rui Machete Fracassaram, após Cavaco, Fernando Nog...