Eleições presidenciais 2026 Sem a perversidade de Marcelo e a cumplicidade de Lucília Gago, António Costa seria ainda PM, até outubro, e o Chega teria 12 deputados. Assim, Seguro não seria PR e Montenegro, após liderar o PSD, teria regressado a Espinho, aos negócios, à advocacia e à Spinumviva. Mas as coisas são o que são e Marcelo termina o mandato com a habitual empatia para com as vítimas das sucessivas tempestades e os discursos excelentes que sabe proferir, mas sairá como ativo tóxico da democracia, fracassado, ferido na honra e na vaidade. As eleições foram ontem e só houve um vencedor, de forma avassaladora, A. J. Seguro. O tartufo, como usualmente, anunciou a ida à missa de onde saiu bem confessado, bem abençoado, rezado e ungido, esem conversar com o Divino, que certamente não o ouve, e sem balbuciar: «Deus meu, Deus meu, por que me abandonaste?». Enquanto era visto, como queria, elaborou o discurso de derrota com a ameaça de vir a ser PM, já esquec...