Mensagens

Eleições presidenciais - Propaganda pia

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Comentário: Uma forma de convencer os portugueses de que há candidatos piores.

25 anos da CEE. Viva a União Europeia.

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Os graves problemas actuais não são fruto da União Europeia, devem-se ao facto de não haver mais Europa. Ponte Europa continuará a bater-se pelo europeísmo e a defender que a Europa deve aprofundar a coesão económica, social e política.

Os perigos dos directos...

A falta de educação de um ouvinte Nota: O carácter obsceno da linguagem do ouvinte aconselha a não ouvir. Como diz, DMA, especialista em comunicação: « Os riscos dos directos. Há sempre um ouvinte muito mal educado à espreita de uma oportunidade. CONDENÁVEL. »

ITÁLIA: "Lei da mordaça"!

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O jornal "la Repubblica" , na edição de ontem [foto] , apareceu nas bancas com a primeira página em branco tendo apenso um post it [em amarelo] com a seguinte nota: "A 'lei da mordaça' nega aos cidadãos o direito de serem informados". Esta lei determina que: " as escutas telefónicas não excedam 75 dias, podendo o prazo ser prorrogado de três em três dias, desde que aprovado por um colectivo de três juízes . " A "Lei da mordaça" é a resposta política do Governo Berlusconi aos sucessivos escândalos de corrupção que detentores de altos cargos na Administração Pública tem sido envolvidos [como é , p. exº., o caso de Guido Bertolaso, petencente ao circulo intimo de Il Cavaliere , acusado de estar envolvido em subornos para "facilitar" adjudicações de contratos públicos]. Esta Lei tem motivado intensos confrontos [políticos e sociais] entre as forças da "santa" aliança governamental, as forças de oposição e associações cív...

Insustentabilidades políticas, económicas, financeiras, sociais e… eleitorais!

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Ontem, no 10 de Junho , uma comemoração com um lastro polémico e sucessivamente adaptada, o Presidente da Republica diagnosticou, para o País, a existência de uma situação insustentável. Assim: “…Como avisei na altura devida, chegamos a uma situação insustentável. …” Este dramático aviso – um dos passos mais marcantes do seu discurso - foi ouvido pelos portugueses com alguma incredibilidade. Isto é, o recurso ao paradigma da incontornável falência da sustentabilidade [económica & financeira] feita por um “actor político” que tem, neste terreno, as mãos manchadas de…inegáveis culpas e desaires. O aviso, aparentemente, endereçado aos portugueses é vicioso. A crise não nasceu de geração espontânea. Ninguém pode, levianamente, endossá-la aos cidadãos. O poder político poderá – por erros e omissões – tê-la permitido. Mas o eventual contributo dos cidadãos [para esta crise] é a consequência da transmissão [imposição] de uma paradisíacas imagens de amanhãs gloriosos, onde [pelas previsões...

CENTENÁRIO DA REPÚBLICA

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Por Amadeu Carvalho Homem * MEMORIAL REPUBLICANO LII (Presos políticos no tempo da ditadura de João Franco) LII - "Uma Ditadura de Sangue e de Suborno" É imperioso que se sublinhe infatigavelmente esta realidade: a ditadura de João Franco foi favorecida pelo rei D. Carlos, que a desejava ardentemente, apesar dessa manifestação de excepcionalidade legal vir ao arrepio da vontade de todas as formações e sensibilidades políticas. E esta ditadura significou no país a instabilidade, a insegurança, a violência e o atropelo do mais vago vislumbre de constitucionalidade. A visita que o chefe do governo fez ao Porto, em 17 de Junho de 1907, deu origem a episódios de permanente tumulto. Coimbra recebeu a passagem do comboio oficial mimoseando-o com o arremesso de indizíveis coisas. No regresso a Lisboa, finda a visita, viveram-se momentos de uma previsível contestação, tendo-se imediatamente travado, na estação do Rossio, as mais graves escaramuças entre populares e forças policiais. H...

Daniel Cohn-Bendit sobre ajuda económica a Grécia

Vídeo legendado em português 4:03

A EXCEPÇÃO E A REGRA

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O País tem sido fustigado por sucessivas excepções . São regimes excepcionais, medidas excepcionais, impostos excepcionais, transições excepcionais, catarses excepcionais, etc. O chorrilho de excepções tem assentado numa dúbia justificação: fazer face a uma situação excepcional. Outra visão será que as circunstâncias são, de facto, excepcionais, mas a crise não o é. Esta será estrutural, portanto, mais profunda, sistémica. Logo, impossível de resolver [ou de reverter] com excepcionalidades. Mesmo considerando a precariedade destas “respostas”, assistimos - na construção destas múltiplas excepções - a autênticos “tiros nos pés” . O acordo PS/PSD sobre um ultrapassado [à nascença] Programa de Estabilizado e Crescimento [PEC] incluía um item “moralizador “ - a redução de vencimentos [em 5 %] dos titulares de cargos públicos. Mais uma medida excepcional cujo rebate na crise era simbólico em termos económico-financeiros. Muito mais em termos sociais. O ministério das Finanças nunca se deu a...

O 10 de Junho e a memória da ditadura

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A nossa vocação mórbida conduz à celebração da morte em vez da exaltação da vida e à perpetuação das memórias da ditadura para alimentar rituais que a higiene democrática já devia ter banido. Exumam-se os hábitos e tiques do salazarismo para ornamentar com veneras os peitos disponíveis das celebridades autóctones, algumas só conhecidas da família, dos amigos, do partido e dos negócios. Vestem um fato de cerimónia, põem o ar grave e lá esperam que o nome seja citado para oferecerem o pescoço ao nastro, o peito à venera e as costas aos abraços. É assim todos os anos e não se nota a ausência do Tomás. Faltam apenas as viúvas, os órfãos e os estropiados que davam à cerimónia o ar lúgubre da tragédia que teima em perseguir-nos e do ritual que não há coragem para mudar. Mantém-se o presidente e os carregadores que transportam as medalhas, os figurantes e figurões que desfilam no ecrã das televisões, as vaidades reprimidas e as cumplicidades. O 10 de Junho é a repetição da liturgia do Império...

Aveiro – do congresso republicano ao regresso salazarista

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«Mais de 1200 crianças de escolas e jardins-de-infância de Aveiro reviveram hoje os últimos cem anos da história de Portugal , desde a monarquia até à actualidade, numa iniciativa integrada nas comemorações do centenário da República». Desconheço as intenções do autarca de Aveiro e dos responsáveis pelo Agrupamento de Escolas que, para comemorarem o centenário da república, recuperam os trajes fascistas para exibirem 50 crianças vestidas de palhaços perante 1200 colegas. Podia ser boa a ideia que os levasse ao Inferno ou pedagógica a farsa se fosse explicada devidamente. O que não pode é recuperar a simbologia fascista a pretexto de uma data de grande valor simbólico que o fascismo se encarregou de denegrir. Com a quantidade de primatas que brotam do poder autárquico e dos meios académicos só nos resta pedir contas da iniciativa e perguntar aos organizadores quais eram as suas intenções. A velhacaria reaccionária não pode ser consentida. A estátua e o museu Salazar são uma aspiração do...

Às vezes o PSD tem razão

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O nacional-catolicismo salazarista (2)

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O nacional-catolicismo salazarista

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Marcação à "zona"… ou homem a homem?

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Os ministros das Finanças dos países da Zona Euro e o director-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI) finalizaram e assinaram o compromisso de criação do Fundo de Estabilização Financeira . Jean-Claude Juncker , ministro das Finanças do Luxemburgo, aproveitou o ensejo para - a partir de uma avaliação preliminar das medidas de consolidação adicionais tomadas pela Espanha e por Portugal de combate ao deficit e à dívida externa - invectivar os Governos dos dois países a procederem ou a aprofundarem um conjunto de “reformas estruturais”. A estratégia de manter sob constante pressão [intimidação] os países mais frágeis e vulneráveis da Zona Euro começa a ser insuportável, entediante e, a breve trecho, será contraproducente… Ou nas reuniões da Zona Euro o divertimento é - como dizem os brasileiros - “tirar leite de rocha” ? A propósito: Quando é que os responsáveis da Zona Euro se decidem pela exigência de reformas estruturais no mercado financeiro ? Quando será que os responsáveis da ...

Associação 25 de Abril - Coimbra - CONVITE

Com organização do CEIS20, Ideias Concertadas e Almedina, e coordenação da professora catedrática Maria Manuela Tavares Ribeiro (CEIS 20), vai ter lugar no "Almedina Estádio Cidade de Coimbra", dia 9 de Junho, às 18H00 , mais uma sessão integrada no ciclo "100 anos de República". Com o tema "A REPÚBLICA ONTEM E HOJE", o Historiador e Professor Catedrático Amadeu José Figueiredo Carvalho Homem (Presidente da AG da Desta Delegação Centro da A25A) fará um diagnóstico ao estado do regime. Tópicos como: Que diferenças há entre a República de 1910 e a República em 2010?; Quão longe estamos dos primeiros ideais republicanos?; A República ainda faz sentido?, servirão de entrada e espevitarão, por certo, um curioso debate. A entrada é livre. A NÃO PERDER! Delegação Centro da A25A

Teresa e Helena casam-se ontem às 09.00 em Lisboa

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Foto DN O primeiro casamento entre pessoas do mesmo sexo. Parabéns às noivas e cumprimentos do Ponte Europa ao seu advogado que há anos trava a batalha que agora foi ganha - Luís Grave Rodrigues, colaborador deste blogue.

Apoio a Cavaco... com reservas

Esteve bem, o Sr. Presidente, ao apelar ao sentido patriótico numa época de crise. Primeiro os nossos, depois os outros. E se nós ficarmos por cá, compensamos os estrangeiros que, eventualmente não põem cá os pés. Também não fazem grande falta, eles, com os seus costumes libertinos e libidinosos, que nada dizem ao Povo Português. Embora não seja homem de cultura, nem candidato em quem eu vá votar, o Prof. Cavaco Silva tem o sentido pragmático do verdadeiro homem rural português. Neste ponto, tenho de concordar com a sua lucidez. Fosse sempre assim... a) Pai de Família

Leituras de fim-de-semana [recomendadas] a futuros candidatos...

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Fonte: Bank for International Settlements The New York Times, 30.April.2010. http://www.nytimes.com/2010/05/02/weekinreview/02schwartz.html

Cavaco, turismo e economia

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O candidato Cavaco Silva pode estar pior do que os portugueses pensam, apesar de falar por intermédio do Presidente da República depois de os resultados da actuação do mais dotado dos seus assessores – Fernando Lima – terem contribuído para o seu descrédito. Ontem disse duas frases que, na boca de qualquer ministro, teriam provocado um coro de protestos: 1 – “Penso mesmo que em termos de dívida externa bruta, em termos de percentagem do produto, Portugal é o país que tem o valor mais elevado em toda a Europa”; 2 – “Os portugueses devem fazer férias em Portugal para evitarem o aumento da dívida externa” e “férias passadas no estrangeiro são importações e aumentam a dívida externa portuguesa”. A primeira frase não é verdadeira nem benéfica. Era preferível que estivesse a mastigar bolo-rei em vez de a proferir. A segunda é verdadeira mas contraproducente. Sendo Portugal beneficiário do turismo, imagine-se que os espanhóis, ingleses, holandeses e muitos outros turistas que nos visitam são ...

Mais um episódio no conflito israelo-palestino…

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A situação no Médio Oriente torna-se – cada dia que passa – mais complexa. Depois de uma dormência de quase 2 anos sobre a iniciativa unilateral israelita de bloqueio à orla costeira da Faixa de Gaza, ao arrepio das resoluções do CS da ONU, e que o Mundo suportou pacientemente, este “velho” problema reacendeu-se, recentemente, com a organização de frotas humanitárias visando fornecer aos palestinos, aí residentes, bens essenciais à sua sobrevivência. A reacção de Israel à aproximação da 1ª. frota foi desastrosa. As explicações do governo de Telavive não convenceram ninguém. Nesse sentido, o Conselho de Direitos Humanos da ONU aprovou a realização um inquérito internacional, prontamente, rejeitado por Israel. Aliás, Israel tem ignorado nos últimos 40 anos, sistematicamente, as resoluções ou as recomendações da ONU, mesmo aquelas que são apoiadas pelo seu aliado de sempre – os EUA. Reavivam-se, assim, velhos conflitos, enquanto a credibilidade dos israelitas perante o Mundo se deteriora...