As comemorações dos 25 anos da adesão de Portugal e Espanha à então CEE, mostraram uma evidente [significativa?] fractura entre a geração política nessa altura no poder [1985] e os actuais lideranças nacionais e europeias. Não sendo, por exemplo, Mário Soares e Felipe Gonzalez uns "eurocépticos", só podemos inferir que o "sonho europeu" está embotado, desfalecido, i.e., à espera de melhores dias. A focalização dos problemas que actualmente a UE vive, nas vontades políticas aleatórias e circunstanciais, bem como, na qualidade das lideranças é confundir causas com efeitos. De facto, o "sonho europeu" baseava-se na qualidade de vida, no desenvolvimento económico, nos paradigmas sociais, no progresso civilizacional, na paz e harmonia, etc. Nunca supusemos que armadilhas oriundas de um incontrolado mundo financeiro, abruptamente, interrompessem estes oníricos desejos...
Agora, os projectos futuros no seio da EU tornaram-se meros programas de contingência. Foi esse, em resumo, o apelo que a nova geração de lideres europeus nos lançou… Não basta! É necessário mais e melhor…
«Agora, com pena o digo, não tenho qualquer dúvida que [Marcelo Rebelo de Sousa] vai ficar na História como o pior presidente de todos». (Lida no blogue Causa Nossa, Vital Moreira)
Ramalho Eanes referiu como trágica a descolonização em que «milhares de pessoas foram obrigadas a partir para um país que não era o seu». Tem razão o ex-PR cujo papel importante na democracia e o silêncio o agigantou depois da infeliz aventura por interposta esposa na criação do PRD e da adesão à Opus Dei, sempre por intermédio da devota e reacionaríssima consorte, que devolveu o agnóstico ao redil da Igreja. Eanes distinguiu-se no 25 de novembro, como Dinis de Almeida no 11 de março, ambos em obediência à cadeia de comando: Costa Gomes/Conselho da Revolução . Foi sob as ordens de Costa Gomes e de Vasco Lourenço, então governador militar de Lisboa, que, nesse dia, comandou no terreno as tropas da RML. Mereceu, por isso, ser candidato a PR indigitado pelo grupo dos 9 e apoiado pelo PS que, bem ou mal, foi o partido que promoveu a manifestação da Fonte Luminosa, atrás da qual se esconderam o PSD e o CDS. Foi nele que votei contra o patibular candidato do PSD/CDS, o general Soares...
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Não sendo, por exemplo, Mário Soares e Felipe Gonzalez uns "eurocépticos", só podemos inferir que o "sonho europeu" está embotado, desfalecido, i.e., à espera de melhores dias.
A focalização dos problemas que actualmente a UE vive, nas vontades políticas aleatórias e circunstanciais, bem como, na qualidade das lideranças é confundir causas com efeitos.
De facto, o "sonho europeu" baseava-se na qualidade de vida, no desenvolvimento económico, nos paradigmas sociais, no progresso civilizacional, na paz e harmonia, etc.
Nunca supusemos que armadilhas oriundas de um incontrolado mundo financeiro, abruptamente, interrompessem estes oníricos desejos...
Agora, os projectos futuros no seio da EU tornaram-se meros programas de contingência. Foi esse, em resumo, o apelo que a nova geração de lideres europeus nos lançou…
Não basta! É necessário mais e melhor…
Viva a UE!
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