O Sr. Duarte Pio e o opúsculo

Li no excelente blogue De Rerum Natura, num post de Carlos Fiolhais, o seguinte:

«De facto, o candidato a rei é autor de um opúsculo laudatório do Beato Nuno, onde se pode ler esta pérola: “Quando passava de Tomar a caminho de Aljubarrota, a 13 de Agosto de 1385, D. Nuno foi atraído a Cova da Iria, onde, na companhia dos seus cavaleiros, viu os cavalos do exército ajoelhar, no mesmo local onde, 532 anos mais tarde, durante as conhecidas Aparições Marianas, Deus operou o Milagre do Sol» (“D. Nuno de Santa Maria - O Santo”, ACD Editores, 2005).»


Fiquei maravilhado com o que li e, sobretudo, por saber que o Sr. Duarte Pio escreve.


O Sr. Duarte Pio, suíço alemão, da família Bourbon, imigrante nacionalizado português pela conivência de Salazar e pelo cumprimento do Serviço Militar Obrigatório, podia emprestar a imagem às revistas do coração mas precaver-se contra a ideia de publicar opúsculos.


Claro que não é necessário saber falar para escrever e, muito menos, saber escrever para publicar um opúsculo, mas a gramática, o tino e o decoro deviam criar numerus clausus.


É verdade que famosos especialistas são frequentemente alheios ao mister que os celebriza. É o caso do Conde de Abranhos como ministro da Marinha ou de Bagão Félix nas Finanças. E Portugal é um país que resiste a tudo. Resistiu à dinastia de Bragança, ao salazarismo e a Santana Lopes.


O Sr. Duarte Pio há-de ter pensado, em seu pensamento, num esforço heróico, que um livro vinha a calhar para lhe dar o toque de erudição depois das saídas rústicas que lhe mereceu José Saramago a cuja leitura o pouparam a rudimentar cultura e ausência de sensibilidade.


Se o Bush e a Alexandra Solnado são capazes de falar com Deus, e da Alexandra não há razão para duvidar, por que motivo o Sr. Duarte não há-de ser capaz de escrever um livro ou, pelo menos, um opúsculo, ainda que com a ajuda de alguns vassalos?


Há quem, através do estudo e do trabalho, de altas classificações numa boa universidade e de grande tenacidade consiga um emprego ao balcão de uma loja de pronto a vestir mas não será fácil chegar a Grão Mestre da Ordem de N. Sra. da Conceição de Vila Viçosa, da Real Ordem de São Miguel da Ala, Juiz da Real Irmandade de São Miguel da Ala, Bailio Grã-Cruz da Ordem Soberana de Malta, membro do Concelho Científico da Fundação Príncipes de Arenberg e outras distinções guardadas para os descendentes de rainhas de Portugal.


Felizmente vivemos em República. Somos cidadãos e não súbditos. Quando nos cansamos dos titulares dos órgãos de soberania, votamos noutros. E ninguém, com juízo, votaria em quem acredita que Nuno Álvares curou o olho esquerdo de D. Guilhermina de Jesus, queimado com salpicos de óleo de fritar peixe.

Comentários

Stefano disse…
"O Sr. Duarte Pio, suíço alemão, da família Bourbon, imigrante nacionalizado português pela conivência de Salazar e pelo cumprimento do Serviço Militar Obrigatório"

a semelhança...

O Sr.Juan Carlos, italiano, da família Bourbon,imigrante nacionalizado espanhol pela conivência de Franco e pelo cumprimento do Serviço Militar Obrigatório"
P Amorim disse…
Por vezes CE é demasiado verrinoso, mas aqui, suavemente, põe o dedo em várias feridas. Brilhante!
ana disse…
Já não me ria tanto desde o jornal de sexta da moura guedes. Não haverá ninguém que diga ao homem que é difícil ser mais ridículo?
LUIS BARATA disse…
Da família Bourbon???? Com um pai Bragança e uma mãe Orleães e Bragança, dizer que é de família Bourbon é a velha história da diferença entre a Feira de Borba e ...
LUIS BARATA disse…
Já agora, o Sr.Carlos ( já que parece ser o tratamento que gosta de dar aos outros ) que tratados escreveu? Gostava de conhecer os seus opúsculos.
Sr. Luís Barata:

Gosto de ser tratado por Sr. Carlos embora em vários países prefiram tratar-me por Sr. Esperança. E não vejo de que outra forma devesse ser tratado.

Quanto ao que escrevi, basta ler o Ponte Europa onde procuro ser íntegro na gramática e nas ideias.

E nunca disse, de qualquer escritor, como o fez o Sr. Duarte a respeito de Saramago:

«É uma ganda merda» [sic].

Quanto à ascendência «Bragança» é preciso provar que D. Miguel I (aquele que envolveu o País numa guerra civil) era filho do rei ou apenas de D. Carlota Joaquina cujos problemas hormonais estão bem documentados.
O sr. Esperança, espera sempre por aquilo que levou os republicanos ao poder: a calúnia, a mentira ou a chã má-língua, na senda do "escritor Miquéque" do Marquês da Bacalhoa, essa "fundamental obra que fez a república", no dizer do néscio Teófilo Braga. Mau sinal para quem quer comemorar um aborto centenário, onde não faltaram Formigas Brancas, ruína financeira, descalabro económico, fuga maciça para a imigração, bombismo de Estado, assassinatos na via pública, cerceamento de cadernos eleitorais, cacetadas em sindicalistas, chapeladas eleitorais, pides, campos de internamento, tortura, guerras perdidas, descolonizações vergonhosas e "isto" que vemos todos os dias à hora do telejornal.
Quanto ao "felizmente vivemos em república", deve ser piada antecipatória do 1º de Abril. República, a portuguesa? Até a Espanha, Bélgica, Holanda, Dinamarca ou Suécia são mais republicanas...
Já agora, dedique-se a escalpelizar a ingente quantidade de escroques que se sentaram no cadeirão presidencial, desde o vigarista Bernardino (entre os seus conhecido pelo sugestivo nome de Frasquinho de Veneno), até a outros que bem sabe e que não vale a pena referir: É que esta caríssima e anacrónica nobreza da república, tem o péssimo e recorrente hábito de tentar extorquir dinheiro aos cidadãos. Está rica e recomenda-se.
Sugestão: para saber bem o que quer comemorar, dê uma vista de olhos nos Diários do João Chagas e nas Memórias do José Relvas. Edificantes!
LUIS BARATA disse…
Pois, realmente só faltava a D.Carlota Joaquina para compôr o ramalhete da "artilharia habitual"!
Mas tanto que se podia dizer sobre os Presidentes da República que tivemos e temos,as "suas grandezas e misérias" para usar o título de um livro recentemente reeditado e que de certeza o deliciou ou deliciará.Curiosamente, é muito raro os monárquicos irem por aí mas sim pelo debate de ideias.
Sr Esperança

E o Senhor tem a certeza de que é filho do que dizem ser seu Pai?
editor69 disse…
Se o ser cidadão é fazer parte desta corja que nos rouba diária e publicamente...ou desta massa amorfa que só vê novelas e futebol...
mil vezes súbdito!
Luís Bonifácio disse…
Bernardino Machado, Cidadão Brasileiro nacionalizado Português e com local de nascimento atribuído em Vila Nova de Famalicão, por conveniência da República.

Mas isso não parece ser problema para o Sr. Esperança (Que raio de nome para quem se diz Ateu, pois para ter esperança há que ter fé).

O Sr. D. Duarte Nuno nunca disso que Saramago «É uma ganda merda», mas sim que o livro citado «É uma ganda merda».

Mas a minha maior surpresa é ver que o Ateu, Maçon, Mata-Frades Carlos Esperança acredita que Joana Solnado fala com Deus. Deve ser o único cidadão nacional, pois nem sequer a Madame Solnado deve acreditar nela própria.
Olindo Iglesias disse…
Alguns pontos.

1. Não sei se o D. Duarte disse que o Saramago é uma merda ou não, mas para o caso de não o ter dito, digo-o eu "O Saramago é uma grande merda"

2. Por acaso o D. Duarte nasceu na Embaixada Portugesa, ou quer o Sr. Carlos fazer-nos acreditar o solo de uma embaixada não se trata de solo pátrio!?

3. Pelos vistos o Sr. Carlos acha que os portugueses emigrantes que viram nascer os seus filhos no estrangeiro por força das circusntâncias têm filhos de segunda categoria?; já que para ser de primeira é necessário nascer em Portugal. Pergunta: pode ser em qualquer lugar de Portugal mesmo incluindo as ilhas?

4. O Sr. Carlos deve ser um desses comunistas recalcados que só aceita dinastias comunistas: Fidel irmão I, e irmão II, o gajo da Corei que já vai iniciar a terceira dinastia e assim por diante. Já que fala tanto das ordens aconselho-o uma visita à Rússia. Na antiga URSS também havia os "golden" russians. Se não sabe o que isso é procure.

Por fim, o Sr. Carlos é um tonto e como tonto que é nem vale a pena explicar-lhe nada porque não vai entender.

Cumprimentos,
Olindo Iglesias
FPtrad disse…
Para termos como rei o Sr. Duarte Pio, prefiro mil vezes a república. Eu cá quero ser uma cidadão e néao uma súbdita de quem quer que seja. Monarquia??? Não obrigada. Não quero ser governada por um senhor só porque é "filho de".
Maria Menezes disse…
Ainda não entendi como é que esta corja republicana ainda tira o chapéu à república que já está moribunda e nada tem para oferecer!
O sr. Esperança tem "esperança" de quê ou seja ainda lhe resta a esperança de quê?
VIVA DOM DUARTE PIO!
VIVA A FAMÍLIA REAL PORTUGUESA!
ABAIXO A REPÚBLICA!
Maria Menezes disse…
FPtrad
o sr. ou sra. é um ou uma ignorante! Desde quando é que um Rei governa? Não sabe nada de nada sobre Monarquia! Aumente os seus conhecimentos sobre Monarquia porque os países mais desenvolvidos de toda a Europa são Monarquias. Já não se diz súbditos mas sim cidadãos.
VIVA O REI!
e-pá! disse…
CE:

Interessantíssima a corja de saudosistas da extinta monarquia que aparecem nos blogs quando algum post, ou comentário, cita o dito senhor Duarte Pio.

Existirá um sistema de alerta ou soa algum alarme na civitas que leva tão pacatos e, na aparência, "repeitosos" senhores a tornarem-se incivilizados, reles, mal educados, desprezíveis, provocadores, prevertidos, etc. ?

Se tivessem assim organizados em 1910, teria sido mais difícil, mas chegaríamos, na mesma, à REPÚBLICA.

VIVA O 5 DE OUTUBRo!
VIVA A REPÚBLICA!
Se má educação houve nalgum lado foi a do autor deste post e o teu comentário. Corja és tu e os teus amigos.
joão boaventura disse…
DE COMO MANDAVA O MONÁRQUICO D. AFONSO HENRIQUES E DE COMO O REPUBLICANO D. SÓCRATES LHE SEGUE OS PASSOS

"Roma he mui dócil para se conformar com as circunstancias. Quando a Mãe de Affonso Henriques se queixou ao Papa da prisão que seu filho lhe havia feito, o sancto Padre mandou o Bispo de Coimbra, então em Roma, que viesse a Portugal e ordenasse a Elo Rei que soltasse a Mãe e se emendasse; e no caso de desobediência pozesse Interdicto em todo o Reino: Assim foi, porque El Rei não fez caso do mandato do Papa. O Bispo fulminou o Interdicto e fugio, mas El Rei foi immediatamente a Sé e mandou aos cónegos que elegessem Bispo, e como elles recusassem lancô-os fora, e encontrando na Claustra hum negro que era clérigo, chamado Soleima, o ordenou Bispo e como tal fez que elle logo dissesse Missa. Sabendo o Papa deste facto mandou um Cardeal ao Reino para ensinar a fé a El Rei, que ele tinha por herege, e fazelo emendar de seus erros. El Rei recebe-o bem, mas diselhe que não precisava delle para nada, que se recolhesse e no outro dia falarião; o Cardeal chamou de noute os clérigos, excomungou o Reino e o Rei, e partio: El Rei soube do caso de madrugada, montou-se a cavalo e foi em sua seguida, encontro-o perto de Poiares, e agarrando-o pelo cabeção, tirando da espada assim o cumprimentou – Da qua a cabeça traidor.- Os da sua comitiva intercederão, e El Rei contentou-se em o trazer a Coimbra, aonde lhe fez desmanchar o que havia feito e prometter, que dentro em 4 mezes viria letra de Roma para o Reino nunca mais ser excomungado, tomando lhe em reféns um sobrinho, para cumprimento da promessa. Quando o Cardeal se apresentou ao Sancto Padre, elle o reprehendeo, por haver prometido o que somente a Sancta Sé podia dar; então o Cardeal lhe tornou:

“Santo Padre eu não digo letra, mas se a Cadeira de S. Pedro fora minha lha deixara e dera de boamente, por escapar de suas mãos; que se vôs vireis vós hum cavalleiro tam forte e espantoso como aquelle Rei, e vos tivera huma mão no cabeção, e a outra alçada para vos cortar a cabeça, e seu cavallo não menos alvoroçado hora com huma mão ora com outra cavando a terra, parecendo que que já vos fazia a cova, vôs déreis a letra e o Papado: por isso me não deveis culpar”. O Papa concedeo a letra e o Cardeal mando-a antes dos quatro mezes."

In Popular (O) (n.º IX, 1825)
João Távora disse…
O Sr. Carlos Esperança substitui as ideias pela ordinarice. Lamentável. Se quiser discutir ideias ou ideais, sabe onde me encontrar.
Este comentário foi removido pelo autor.
Lamentável este seu texto!

PQG
Maria de Menezes disse…
Este comentário foi removido pelo autor.
Maria de Menezes disse…
Este comentário foi removido pelo autor.
João Saraiva disse…
Para quem se afirma cidadão, o texto do Sr. Esperança é uma coisa xenófoba e muito infeliz. Um péssimo serviço para o debate de ideias. Para se ser republicano não é preciso achincalhar o adversário com considerações menores e mal-educadas. Os monárquicos são adversários e não inimigos. Somos todos portugueses, incluindo o Sr. Duarte Pio!! O senhor Esperança não representa a República nem sequer os republicanos, e a mim - hoje - até me envergonha. Haja respeito de todas as partes.
IMB disse…
Completamente de acordo com o João Saraiva.

É muito triste ler textos assim.
Francisco B T disse…
O Sr. Esperança ficou a saber que o S.A.R. D.Duarte escreve. Ficámos nós a perceber até vai a sua ignorância.

O engraçado é que lhe deve ter dado gozo exibir essa pequenez.
Maria Menezes disse…
Pois, então não nos provoquem com textos denegrindo a imagem de S.A.R., O Senhor Dom Duarte Pio.
Quanto ao "de" também tenho no meu nome e quanto à cidadania é o que menos existe nesta república podre e corrupta!
Tintin Brially disse…
Não há mesmo esperança para o Sr Carlos Esperança...
Esperanza ...era o nome duma rumba dos anos 50 e o nome duma namorada cubana que puz de "esperançs" mas que felizmente não "vingou"...desculpem lá mas depois de os dislates do Mister Charles Hope que deve ser como lhe chamam naqueles paises que ele diz conhecer, fiquei nesta associação de "memories"...sorry...
Ora bem ,o Sr Esperança de 66 anos conotado em "business terms" como cavalheiro de industria e que diz que a "Fé é incompativel com a verdade" com bom ateu que é e que subscreve tantos dos artigoss que me "de leito" a ler na "Republica e Laicidade" e que chama de mártires o Manuel Buiça e o Alfredo Costa e de mortos injustiçados é mesmo labrego...e labrego lhe chamo ,pois nem sequer aprendeu com os seus amigos do Bairro Alto o que significa a palavra Tolerancia...coisa que é do BÁ-BÁ do catecismo que professa...ser tolerante é respeitar a orientação dos outros ,sejam elas politicas ,religiosas e até sexuais.Que cada um deve comer do que gosta...o ataque soez ,despropositado e bacoco ao Principe da Beira não lhe fica bem.
Como é óbvio a terreiro vieram os seus pares como seria de bom tom e a proposito.Que o Senhor D.Duarte é capaz de ser mais Saxe -Coburgo-Ghota que Bourbon...e que pelo menos independentemente da ideologia de cada um é um homem honesto e probo.Patriota e um grande diplomata.Brilhante nas analises que faz e que tenho a certeza que daria um bom chefe de EStado.E que pelo menos conseguiria unir todos os sem esperança deste pais.Estou completamente de acordo com as analises feitas por aqui sobre os desmandos e desvarios da 1ª republica e sobre o exemplo que são as monarquias constituicionais na Europa de hoje.Não é preciso irmos mais longe para constatarmos isso e que o fórrobodó republicano do saque e impunidade tem que parar.
Eu falava do respeito e da tolerancia que devemos ter pelos outros mesmo que não comunguemos das mesmas ideias ou rezemos pela mesma cartilha.
O amigo Esperança se calhar é daqueles ateus que sem querer até exclamam:"Sou ateu graças a Deus!"
Havia um Visconde deputado na corte relapso revolucionário que tinha a mania que era dos "Iluminatti" ,nome sonante que me escuso de proferir,o tal que dizem ter financiado a Carbonária Portuguesa ,na compra da tal malfadada Winchester que matou o Rei e o herdeiro,que mais tarde acabou sosinho e abandonado...e que deve estar a dar voltas na tumba ao ver a rebaldaria que por aqui "reina" e a ler as parolices do Sr.Esperança...
Vade Retro que muito VITRIOL tem o amigo de "palmilhar"...
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David Garcia disse…
Nesta republica das bananas, por vezes encontramos certos bananas com ares de intelectuais de segunda categoria.
Haja elevação e educação.
O Senhor Dom Duarte é Português, nascido em Território Português - para que fique claro, na Embaixada de Portugal em Berna - Suíça); não é Bourbon, apesar de ser descendente, mas é Bragança, da mesma Família que resgatou Portugal e nos garantiu a independência, seja em 1640 seja em plenas invasões francesas.
Já estava à espera, nas vésperas do Centenário da Relespublica portuguesa, haver uns certos "intelectuais" a levantarem poeira sobre o que não sabem, porque não lêem. É fantástico notar que sendo a Republica o tal "arauto da liberdade, igualdade e fraternidade", podemos constatar, que liberdade de escolha de regime, não existe; igualdade entre homens e mulheres existe mais nas Monarquias do que nesta Republica, e a fraternidade chega ao cúmulo de nos levar a aceitar um presidente que no fim do mandato quando se vai embora, temos que lhe pagar as pensões de reforma!
Não há pachorra para tanta ignorância relativamente às Monarquias Europeias e ao que o Senhor Dom Duarte defende para Portugal.
Enquanto uns perdem tempo com histórias que não lembram a ninguém, ainda existe gente de bem, que está disposta a recordar, sem papas na língua o que foram as duas primeiras republicas e esta terceira.
Há realmente uma assustadora ignorancia relativamente às Monarquias Europeias. Os Reis não governam. Reinam. O sufrágio universal apareceu nas Monarquias e as republicas andaram durante anos a dizer que era uma conquista delas. Haja pachorra!
Viva o Rei!
Viva a Monarquia de Cidadãos!
Viva a Democracia Real!
Viva Portugal!
Abaixo a tirania republicana!
joão boaventura disse…
Maria João Saraiva de Menezes, o vírus que afecta muitos blogues já
Montaigne tinha previsto:

"Il y a plus affaire à interpréter les interprétations qu’à interpréter les choses."

O texto principal é como um foguete lançado ao ar, depois dispara em todos os sentidos, cada chama com sua cor e forma.

E deixou de ser foguete.
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Os equivocados republicanos, deverão ter a consciência de que antes do mais os monárquicos, são em regra, muito patriotas, deixando certos "nacionalismos" para primeiras e segundas repúblicas. Vimos bem naquilo que deram e decerto não vos apetece repetir. É muito possível discutir a forma de representação do Estado, porque é disso mesmo que se trata. Portugal sempre foi - enquanto Estado de Direito reconhecido -, uma república, à semelhança da Espanha, reino Unido, etc. O problema consiste na total falência dessa forma de representação, da qual o sr dr. Cavaco Silva é, como lhe compete, parte parcial de um certo partido.
Jamais escutarão ou lerão da parte dos monárquicos, as poucas vergonhas que rechearam os pasquins republicanos de há cem anos, onde reputações eram liquidadas da forma mais baixa e com o patrocínio de "puros", como os srs. Almeida, Bernardino, Relvas, Chagas, E. Leão, Costa, Junqueiro, etc. Retiraram o que disseram durante décadas, mas isto mais tarde, mesmo diante da hora da morte. Nunca encontrarão entre nós obras ao estilo "Bacalhoa", embora esta pseudo-república de privilegiados - a vossa caríssima nobreza dos 10 de Junho - seja pródiga em escandaleiras para todos os gostos. A cada um, a sua vida privada.
Quanto ao facto de os monárquicos surgirem de imediato sempre que importa, tentem interrogar-se porquê? É que é óbvio o enorme recrudescimento da ideia da restauração, como a única forma de manter Portugal independente e sobretudo, democrático. disso não duvidem, pois um dia, até poderemos vir a estar na mesma barricada.
Rui Monteiro disse…
Vem vejamos ...

Como dizia o meu avô :

Por mais submergida que a Verdade esteja ela vem sempre ao de cima, de várias formas ... e maneiras ...

É o que acontece com a gaja de peito ao léu de seu nome ... República

A verdade virá ao de cima ... os portugueses esperam e agradecem ...

Parece que tem medo de perder alguma coisa ... Qual é o tacho que tem para ter tanto medo ?

tenha vergonha se é mesmo de Coimbra ... a ponte a que dá o nome ao blogue ficava bem com o nome original !
joão boaventura disse…
Maria Saraiva de Menezes

Interpretou-me mal, talvez por haver tantos ataques soezes entre alguns comentadores, ou porque simbolizei por excesso.

Apenas corroborei consigo, quando fez o retrato dos comentários, anexando o Montaigne ao Pascal.

Repare que falou no dilema "Monarquia-República", e que os comentários já divergiram para o "ateísmo-cristianismo".

Por isso o Pascal, por isso o Montaigne, e por isso a minha justifiação.

Cordialmente.
e-pá! disse…
Apesar da tentativa de multiplicação de comentários e intervenções deu para perceber a dimensão do movimento (ou da Causa?)monárquico...
Quase que enchem a betesga. Mas não entopem o Rossio.
A delapidação moral e cultural provocada pela passagem de um século, após o derrube de uma Corte parasitária (aquela dos "adiantamentos"), é enorme.

Nem Afonso Costa, que era especialista nestas andanças, reconheceria esta decadente e pobremente reactiva nobreza...
Ruca disse…
bem lá está aquela gente que tem um só neurónio ... o neurónio republicano ... com o QI inferior a de uma loira ... A dizerem que os monárquicos = nobreza ...

Oh rapaz cresce ! Segundo uma sondagem do CESOP de 2002, da população portuguesa à partida 30% são monárquicos, e 20% de indecisos !

O pior que alguém pode fazer é menosprezar o "inimigo" ... por vezes pode correr mal :)
felpo disse…
A ignorância não é má conselheira porque, do não saber, nada se pode concluir.
A atitude niilista, desligada, tão em voga, permite com toda a calma cometer as maiores atrocidades.

Que tal estudar um bocadinho de História começando pela “Queda de Roma e o Fim da Civilização” de Bryan Ward-Perkins? Depois, aconselhar-lhe-ia uma incursão pela idade média com a leitura de “Naquele Tempo” de José Matoso (prémio Pessoa). Mas se achar que é muita coisa, pode ficar com um apontamento com a leitura da vida do primeiro rei de Portugal, (D. Afonso Henriques) pelo o mesmo autor, José Matoso. E na vida dos reis de Portugal há um que ficou no coração dos portugueses, e é da dinastia de Bragança, D. Pedro V, e, para não pensar que lhe indico textos laudatórios, basta consultar a sua correspondência, nomeadamente a que teve com o seu tio, o Príncipe Alberto, marido da Rainha Victória.

Faltam critérios de valor. O desrespeito pelos outros, a incapacidade de AMAR, coloca-nos a todos num mar... de lama.
Com pesar envio os meus cumprimentos

Fernando Pinto Coelho
Para colocar um ponto final na assembleia-geral dos monárquicos, que me deram a honra de se reunirem no Ponte Europa, termino a lembrar-lhes algumas edificantes afirmações do Sr. Duarte Pio:

O inefável senhor Duarte Pio

No dia em que a Câmara de Mafra resolveu, finalmente, atribuir a medalha de ouro de mérito municipal do concelho a José Saramago, depois de uma obstinada recusa de 14 anos do teimoso edil, o Sr. Duarte Pio não encontrou melhores palavras sobre o grande vulto literário: «José Saramago está senil» - disse à SIC.

O Diário de Notícias tinha um suplemento à sexta-feira – o Dna. Em 5 de Março de 2004 (N.º 379) o Sr. Duarte Pio concedeu-lhe a mercê de uma entrevista.

Há pérolas dessa entrevista que vale a pena revelar aos cidadãos e não as deixar apenas no conhecimento dos súbditos.

O Sr. Duarte Pio é, segundo diz, descendente dos reis de Portugal. Curiosamente do pior ramo. Mas é duvidoso que seja da família de Bragança porque o seu bisavô D. Miguel – o Usurpador – era sem dúvida filho da promíscua D. Carlota Joaquina mas muito pouco provavelmente de D. João VI. Bourbon é de certeza.

Melhor do que falar do bisavô caceteiro é pôr o Sr. Duarte Pio em discurso directo:

- «Nem se pode dizer que o 25 de Abril ou o 5 de Outubro tenham valido a pena.» (…)

- «E nessa altura aconteceu algo muito emocionante. Eu sabia que o meu pai estava doente, que estava mal, mas não pensava que fosse realmente tão grave e fui passar esse Natal com os timorenses que se reuniram no Jamor. Houve festa e uma dança com espadas. Durante a dança, quebrou-se uma das espadas e os chefes ficaram com um ar muito comprometido, fez-se silêncio, parou tudo, parou a festa. Eu não percebia o que se passava, até que alguém me explicou que quando se quebra uma espada durante aquela dança significa que vai morrer um rei. Foi exactamente na hora em que morreu o meu pai.» (…)

- «Nos países árabes, sou recebido não só como português, mas como descendente do profeta Maomé. Sim. Porque a rainha Santa Isabel é descendente do profeta Maomé. Depois casou com o rei de Aragão. (...) Por outro lado, quando estou com os meus amigos judeus, explico-lhes que através de D. Afonso Henriques também sou descendente de David...» (…)

- «...embora(...)quando eu disse que tinha sido um prejuízo enorme para a cultura portuguesa que Saramago tivesse sido distinguido com o prémio Nobel, tenham feito uma campanha hostil contra mim.» [ referindo-se ao seu boneco da Contra-Informação].

Numa outra entrevista que cito de cor:
Jornalista – Que pensa de José Saramago?
Duarte Pio – É uma «ganda» merda.
Jornalista – Já leu algum livro dele?
Duarte Pio – Não…

Para quê continuar?
Stefano disse…
Não diziam que D.Miguel era gay?
Ai meu Deus disse…
Bem... este texto tem um defeito: ocupa-se com um tema (e com gente) que não merece a ocupação. Quero dizer, o tempo que se perde com eles.

No mais, é brilhante.
Ana Calheiros disse…
Cidadão Esperança,
O seu Post foi das coisas mais infames e tristes que já li.
Pense o que quiser mas não insulte cobardemente quem não merece.
A Súbdita

Ana Calheiros
Rui disse…
Lamentavelmente continua a discutir-se a história da Monarquia e não o conceito da Monarquia.
Continua a confundir-se a nuvem com Juno, eivando a estória com imprecisões (interessante a do "suiço alemão") e a tentar manchar o nome do Sr. D. Duarte, apenas porque lê, pensa e escreve, e para o caso não importa que eu pense que o faz bem, algo que normalmente um certo quadrante ideológico reclama como de seu exclusivo apanágio.
Seria interessante manter o debate aonde ele deve ser mantido: no plano das idéias, e discutido com elevação, elegância e equilíbrio.
Ruca disse…
mas quem é o anormal com sentido de patritismo que alguma vez vai dar crédito a um gajo que ainda por cima acha que Portugal e Espanha deviam ser um só ?

"Saramago está Senil !" - D.Duarte

Está senil o homem ... não deve faltar muito para ir para o Panteão Nacional ...

Que fique lá na ilha espanhola onde vive que pouca gente cá lhe dá crédito ... Felizmente !
Retomo a minha pergunta ao Senhor Esperança : Tem a certeza de que é filho do homem que lhe disseram ser seu Pai?
Exmos Srs.
Assisto há 35 anos a esta revolta do povo contra a nobreza. "Eles" gostavam de ser Condes, ou Duques mas não podem. Fazem parte do povo. Cada um no seu lugar se faz o favor. E vê-se tão bem como o povo escreve. Coitados!! Sem comentários!

Assino: D. Pedro José de Mello Breyner e Cabral da Camara
ana disse…
"Oh rapaz cresce ! Segundo uma sondagem do CESOP de 2002, da população portuguesa à partida 30% são monárquicos, e 20% de indecisos !"

Estranho é que o resultado não apareça nas votações. Organizem-se, rápido!É que à partida estão à frente do BE, do PCP e do PP. E d.pio pode concorrer já às próximas eleições para substituir cavaco.
"Corja republicana"...


... é a expressão usada por uma pessoa que se identifica como "Monárquica convicta". O que parece ser uma desprezível (mas desprezável) falta de educação, é na verdade uma síntese incrivelmente rica e eloquente das razões que levaram o povo português a acabar com a monarquia e (enquanto houver bom senso) a jamais a restaurar!
Ricardo Alves disse…
Excelente artigo, Carlos.

E muito curioso observar como um texto simples e directo provocou tantas reacções iradas (e mal-educadas).
Manel disse…
Os meus cumprimentos ao doutor Fiolhais
Ruca disse…
Cara Ana compre o livro "D.Duarte e a Democracia" da Livraria Bertrand ... encontra esses dados todos lá :)

quanto ao resto ... na plebe sempre ouve gente que apoiava o seu Rei e gente que tinha "dor de corno" ... tome um Panadol ou como no seu caso ... como mulher ... tome um Trifen 2000 ... algo deve-se passar aí
Maria disse…
os opúsculos dos presidentes da república de Portugal, ao longo destes quase 100 anos de república, dava para escrever uns bons tomos de uma enciclopédia ...

Uma "pérola" do Bernardino Machado quando Ministro e mais tarde presidente da república de Portugal:

" (...) Na igreja testemunhei cenas que faziam lembrar episódios da Revolução Francesa. Soldados bêbedos, envergando vestes litúrgicas, estavam no altar, parodiando a celebração da missa. Na sacristia estavam homens e mulheres que rasgavam belos paramentos. Quando me viram gritaram: “Tudo isto pertence ao povo! Escolha o que quiser!”

O chão estava cheio de livros, (no mosteiro) alguns deles grandes tomos muito antigos, cujas páginas tinham sido arrancadas às mãos cheias.

A biblioteca da comunidade estava destroçada. O chão estava cheio de livros, alguns deles grandes tomos muito antigos, cujas páginas tinham sido arrancadas às mãos cheias. Este último espectáculo encheu-me de fúria. Conhecendo as tendências da revolução, reconhecera já que era inútil protestar contra sacrilégios e desacatos: Eu era estrangeiros e se os Republicanos Portugueses queriam ser anti-clericais, estavam no seu direito. Mas sabia que algumas destas bibliotecas monásticas albergavam preciosos tesouros; e tinha a certeza de que um governo liberal e iluminado se empenharia em conservar um armazém de sabedoria como a biblioteca jesuíta do Quelhas para benefício da ciência. Mal saí do colégio dirigi-me a casa do Dr. Bernardino Machado, Ministro dos Negócios Estrangeiros da nova república, tirei-o da cama – eram sete da manhã – e contei-lhe o que se passava. “Vossa Excelência deve, pelo menos, salvar os livros antes que seja tarde”, disse-lhe eu.

Mas não tinha contado com a altivez pedante do republicanismo académico. Sua excelência, um vigoroso e afável senhor de idade com uma grande barba branca, empertigou-se no seu pijama.


“A propriedade desses patifes está sequestrada pelo povo Português”, declarou com a solenidade de um mocho. “O povo está no seu direito. Não há nada que eu possa fazer. Bom dia”. (...) "


fonte: http://www.centenariodarepublica.org/centenario/2008/09/28/um-jornalista-ingles-na-revolucao/
Maria disse…
Portugal tornou-se um País do terceiro mundo, é essa a "herança republicana", um País do 3º Mundo, onde crianças de uma instituição do Estado são abusadas sexualmente durante anos e anos sem nada terem feito para colocar um travão aos pedófilos ...


Caso queiram esquecer, as más-línguas da República das Bananas, ainda andaram com o boato de que o João Soares não era filho da Mário Soares ... são os usos e costumes dos republicanos, que tb podemos constatar nas campanhas eleitorais, é a caça ao voto através de promessas que não tencionam cumprir e pela má-língua sobre este e aquele ...
e-pá! disse…
Inopinadamente, o Ponte Europa, organizou um "congresso" monárquico para fazerem uma blogosférica catarse, melhor, quase uma purga, sobre a nossa República.
Se Duarte Pio o tivesse convocado, julgo eu, não teria obtido tamanha adesão.

Entretanto, indiferente aos insultos, doa a quem doer, vou comemorar os 100 anos da Implantação da República!

Nunca quis ser duque, conde, marquês, barão, etc...

Muitos dos que aqui apareceram em "socorro" do seu chefe, usarão esses títulos (ilegais numa República), mas, dificilmente, algum dia, adquirirão a condição de cidadão, situação cívica, eminentemente, republicana, que me esforço por merecer...
Ruca disse…
O que é cidadão ? Serve o país ou a pátria ou serve-se dela ?

Parece-me que é mais a última coisa

Um Rei é servidor de todos os seus compatriotas ... ou seja serve a Pátria ... não se serve dela como o "cidadão".

Não tenciono festejar o "Centenário da Gaja de peito ao léu", fico mais bem servido com uma Playboy do que com uma gaja com 100 anos ... muita celolite ... colesterol ... ainda morre na cama e não dá para uma queca ...
e-pá! disse…
"Um Rei é servidor de todos os seus compatriotas..."


Ou, um angariador de "adiantamentos" para alimentar concubinas...

À escolha!
André Pereira disse…
UFFF!!! Mas que grande colóquio! Viva o debate!
Para o e-pá

recomendo-lhe que faça uma busca na net com estas palavras "Centenário da Republica"

conte lá à malta o que lhe aparece
Joaquim disse…
Qual é a profissão actual do Sr. Duarte e respectiva esposa?
Onde a exercem? Quanto declaram de IRS? Qual é o dia em que vão ao Feira Nova comprar moletes e leite para os filhos?
É só para saber se estamos a falar de portugueses de carne e osso como os outros...
filipe disse…
Sr Carlos Esperança, depois de ler estes comentários chego a uma conclusão...são subditos feitos à imagem e semelhança...do seu REI!
Cada vez que o Sr Bragança abre a boca só me apetece dizer "O REI VAI NU!"
...mas depois ponho-me a pensar...e chego à conclusão...não faz qualquer sentido pôr-me a
dizer isto!!! Como não há monarquia...logo não há REI!!!!!!
Ufaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!!!!

Não perca o seu precioso tempo a responder-lhes poque pode vir a ter problemas com a quercus...sabe como é isto de ameaçar espécies em vias de extinção!...
Ruca disse…
E você ? o que faz ? qual a sua profissão ? Eu sou desempregado ! No entanto não deixo de ser monárquico ... não tenho fetish's com uma mulher que a imagem tem 100 anos !

Você paga o IRS ? ou é empresário e declara o mínimo ?
Joaquim disse…
Ruca, eu não lhe perguntei nada. Mas, se você enfia a carapuça, já agora, esclareça as questões que coloquei.

Vou citá-lo: "não tenho fetish's com uma mulher que a imagem tem 100 anos !"
Se for possível traduzir para Português, agradeço-lhe.
Alfredo Rebello disse…
hahahahahahahahahaha....

Os defuntos moribundos saudosistas estão a estrebuchar...

Onde há liberdade não pode haver autoritarismo!

Parece óbvio, mas esses senhores da direita não percebem isso!
Stefano disse…
o rei levou xeque-mate
Ruca disse…
Coitadinhos dos republicanos ... vamos substituir o Rei e a Rainha no tabuleiro de Xadrez pelo Cavaco e pela Cavaca ?

sabem ... com um peão e três jogadas é possível fazer xeque-mate ao presidente ... pena é que vocês ainda não perceberam que não têm argumentos :)

patéticos ... são gays ?
Manuel disse…
"patéticos ... são gays ?"

Ora aí está um com argumento monárquico.
Ruca disse…
E porquê ? vê os países onde foram legalizados os casamentos gays ...

porquê ser gay é um insulto ? LOL

arranjem argumentos válidos ... até agora não demonstraram nada ... aliás é a velha tradição republicana do bota abaixo sem argumentos ...

p.s. : Teixeira Gomes era pedófilo :) Quem ele era ?
Ruca disse…
e por falar em Presidentes, vejam o que este disse :

«Na nova Monarquia espanhola, personificada pelo Rei D.Juan Carlos, três tempos se podem considerar.Num primeiro tempo (de 1975 ao referendo constitucional de 1978), decisivos foram o papel e a acção do Rei.Foi o tempo da transição democrática, sabiamente liderada por Adolfo Suarez. Num segundo tempo-que vai da aprovação referendária da Constituição de 1978 até á chegada de Aznar ao governo- a consolidação é apenas
perturbada pelo golpe militar de 1981 (que aliás serviu para mais
prestigiar o Rei) e pelo endémico terrorismo da ETA.
Um terceiro tempo teve inicio com a subida de Aznar ao poder.Ele representa as novas gerações, que não guardam memória presencial do
Franquismo, que pouca memória conservam da transição e, portanto, do papel do Rei, da instituição monárquica nesse dificil processo.Mais grave, no entanto, é que parte do povo espanhol, empenhado na virulenta luta PSOE-PP, pareça não compreender bem o papel da monarquia, ao querer arrastar para esse combate o Rei, situação a que este tem, com prudencial inteligência, respondido sublinhando o papel que a Constituição lhe atribui.Significa esta posição que nem toda a Espanha politica e civil tenha
interiorizado, como se esperaria e desejaria, que ,como disse Herrero
de Miñón, “o monarca vitalicio e hereditário está melhor colocado que qualquer magistrado electivo para ser absolutamente neutral e
independente”, para estar acima de todas as segmentarizações politicas e ser garante da continuidade e unidade nacional, indispensável, esta até para manter os militares democraticamente nos quarteis»

Ramalho Eanes

doí não dói ? ui ... se deve doer LOL
Stefano disse…
"Viva el rey!!!"

http://www.youtube.com/watch?v=M9VcecNgImw

http://www.youtube.com/watch?v=ZKZITEcRAvo

http://www.youtube.com/watch?v=Khyw4t5hB5Q

http://pt.wikipedia.org/wiki/Juan_Carlos_da_Espanha

Em 1956, Juan Carlos matou acidentalmente o seu irmão Afonso com um tiro. [1] Este facto não é referido na sua biografia oficial e é um assunto de discórdia.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Infante_Afonso_de_Espanha

Morte e enterro

Em Março de 1956, Juan Carlos, Afonso e os seus pais encontravam-se em Villa Giralda, no Estoril, Portugal, para as férias da Páscoa (1 de Abril). Na Quinta-feira Santa, Afonso morreu num acidente. A Embaixada de Espanha em Portugal emitiu um comunicado oficial:

Embora Sua Alteza o Infante Alfonso não tivesse a efectuar a limpeza do revolver, estando esta com o seu irmão, um tiro foi despedido, acertando na sua testa e matando-o em minutos. O acidente ocorreu às 20.30 horas, após o regresso do Infante do serviço religioso da Quinta-feira Santa, durante o qual ele tinha recebido a santa comunhão.

Muito rapidamente, no entanto, os rumores que surgiram nos jornais era que a arma tinha sido efectivamente disparada por Juan Carlos no momento em que o tiro foi despedido. Josefina Carolo, empregada da mãe de Afonso, disse que Juan Carlos apontou a pistola a Afonso e puxou o gatilho, ignorando que a pistola estava carregada. Bernardo Arnoso, um amigo português de Juan Carlos, também disse que Juan Carlos disparou a pistola não sabendo que estava carregada, e acrescentando que fez ricochete num muro acertando em Afonso na face. Helena Matheopoulos, um autor grego, que falou com a irmã Pilar, disse que Afonso tinha saido da sala e quando ele retornou e empurrou a porta aberta, a porta golpeou Juan Carlos no braço, fazendo disparar a pistola.

Tem havido várias histórias sobre a origem da pistola. A mais frequentemente e repetida é que ela foi dada a Afonso pelo General Franco.

O funeral de Afonso foi realizado no Sábado Santo e foi presidido pelo Monsenhor Fernando Cento, Núncio Apostólico em Portugal. Ele foi sepultado no cemitério municipal em Cascais, Portugal. Em 1992, foi re-enterrado no Panteão dos Príncipes do El Escorial, perto de Madrid.
Ruca disse…
o que é que o cu tem a ver com calças ?

arranja alguma coisa melhor ok ?
Joaquim disse…
Ruca, na monárquica Espanha o casamento gay já existe. E existe pelo facto de já ninguém levar a sério a família real. Aquilo é só para enfeitar - e gastar dinheiro.

Continuo à espera de esclarecimentos sobre a proveniência dos rendimentos da suposta família real portuguesa.

E, já agora, dos fetish's (?)
Stefano disse…
Calma, Ruca!!!
http://www.youtube.com/watch?v=5UIY750KQ6k
Maria disse…
Sabe quando e porquê o 10 de junho passou a ser denominado ‘dia da raça’?

http://www.dailymotion.com/video/x5q1ew_cavaco-silvadia-da-raca_news


Saúdem aqui os campinos:

http://www.youtube.com/watch?v=KLLa-5Vy3Yo&feature=PlayList&p=0EAFAA9596C52294&playnext=1&playnext_from=PL&index=5

e lá desmaiou:

http://www.youtube.com/watch?v=ZYFZSK0fVIs&feature=related

o robot e as vaquinhas ..

http://www.youtube.com/watch?v=5tNH1Zc_Te0&feature=related



http://www.youtube.com/watch?v=6OCMdMtzMuM&feature=related


http://www.youtube.com/watch?v=CX2roSxua3k
Joaquim disse…
Eu, muito modestamente, pretendia não o trono, mas sim saber do paradeiro de um tal Ruca.
Homem valente nos blogues, embora com um nome pouco digno para realezas, Ruca (!!!) tem estado estranhamente ausente nas últimas horas.
Presumo eu, que sou presumido mas não monárquico, que o nosso Ruca (!!!) esteja a investigar afincadamente duas questões que lhe coloquei anteriormente, a saber:

1-Ruca(!!!)disse: "não tenho fetish's com uma mulher que a imagem tem 100 anos !"
Eu, humildemente, retorqui "Se for possível traduzir para Português, agradeço-lhe."

2- Posteriormente, indaguei o nosso Ruca (!!!)da seguinte forma: "Continuo à espera de esclarecimentos sobre a proveniência dos rendimentos da suposta família real portuguesa."

Constato, com tristeza, que até à presente hora em que escrevo este submisso comentário, o nosso Ruca (!!!), ou algum membro da Casa Real em sua substituição, não tenha vindo a terreiro fazer luz sobre o meu inquieto espírito de súbdito da Pátria. Assim, não vamos lá reizinhos.
Ruca disse…
Para quem tem pouca cultura geral e provavelmente não tem mais nada para fazer na vida :

Fetish - "sexual attraction to objects or body parts not conventionally viewed as being sexual in nature" -> Wikipedia

Os rendimentos de D.Duarte são públicos :

- herdou património no Brasil através de sua mãe Bisneta de D.Pedro IV
- herdou prédios em Lisboa através da sua madrinha Rainha D.Amélia
- Tem uma quinta em Santar onde a família rentabiliza
- faz consultoria a empresas que se pretendam estabelecer em Portugal ou nas ex-colónias
- a casa dele foi comprada pelo seu dinheiro

Nada se deve ao Tuga como você que só se deve ter lembrado de ser português ontem quando o Ronaldo jogou :)
Joaquim disse…
Ruca, "fetish" in english, é fetiche em português. Eu, que não sou monárquico, teria preferido usar a língua mãe. Você prefere dar um ar mais cosmopolita mas isso pode fazê-lo perder pontos no Concurso ao trono da Nação.
Subsiste, no entanto, um problema. A frase continua a não fazer sentido. Lamento.

A questão dos rendimentos está esclarecida.
O Duarte herdou prédios usurpados pela família aos portugueses e aos brasileiros.

Numa coisa concordo consigo:"a casa dele foi comprada pelo seu dinheiro". Pois foi - com o meu e com o de milhões de portugueses.

Quem é o Ronaldo, também faz parte da pretensa família real?

ps: Como é que acabou aquela história do peditório para a estátua que nunca chegou a ser construída?
Filipe Castro disse…
Delicioso! Um pingo de óleo de fritar peixe, um milagre, um condestável do reino e uns cavalos ajoelhados em Fátima, 500 anos antes das "aparições". Isto é uma história de sonho!
Filipe Castro disse…
Enquanto os monárquicos se preocuparem com cavalos ajoelhados e com pingos de óleo milagrosos a coisa até é divertida.

Mas estas organizações, tipicamente cheias de pobres de espírito, têm um lado sinistro: não param de conspirar contra a mobilidade social, ou seja, contra a democracia e contra a justiça.

Portugal é hoje um sovaco mal cheiroso, em vez de uma meritocracia, por causa desta ideologia perversa e imoral, que desencoraja o esforço e o mérito, e que se alimenta de sabujices lascarinas e de rituais sem sentido.

Em qualquer país decente o respeito merece-se, não se herda.
Ruca disse…
o respeito merece-se hehehe como ?

Com sendo pedreiro livre ? LOL
Ruca disse…
Meus caros companheiros monárquicos, vamos retirar deste site.
Quanto mais vierem aqui mais a cotação deste Bordel aumenta no Google e consequentemente ganha "fama" no Top 10.

E afinal o conteúdo deles não vale assim tanto para tal ...

Eles não sabem o que é Honra ...
E todos temos mais que fazer do que perder temos com rameiras e labregos.

bem haja
Ruca disse…
Tempo é precioso meus caros "democratas" monárquicos.

Deixai os cães ladrarem ... enquanto a caravana passa :)
Ruca disse…
Se és corrupto e pedreiro livre tens futuro :) E "mereces" todo o respeito que a corrupção dá !
Joaquim disse…
Retira Ruquinha, retira. Reúne as tropas monárquicas e retira estrategicamente para Aljubarrota.

Entretanto, podes inscrever-te nas novas oportunidades da dona Maria de Lurdes. Sempre aprenderias qualquer coisita de português. Para um candidato ao trono não é coisa de somenos e, além do mais, demonstra que és um soldado Honrado.
Maria disse…
estes "Espanhóis" pensavam que não já havia Patriotas neste País ...


esfregaram as mãos a pensar que retirávamos-nos.
Filipe Castro disse…
Caro Ruca,

O respeito merece-se de tantas maneiras. A chamar nomes às pessoas não. :o)

Aproveite e leia este texto sobre plebeus, meretrizes e labregos, como V. diz, neste caso de várias cores, credos e nacionalidades, que valem pelo que fazem na vida (não precisam de invocar antepassados): http://www.edge.org/3rd_culture/dennett06/dennett06_index.html
Joaquim disse…
Maria, se quer ser Patriota comece por tratar bem a Língua Portuguesa.
Maria disse…
joaquim, é o reflexo da educação dada nas escolas ... o seu não é melhor.

_________________

Ao ler que o Povo PortuguÊs resistia a tudo, resistiu a este áquele e aqueloutro, pensei logo e

resistirá ao Sócrates & lda
Joaquim disse…
Maria, há mais vida para além das escolas e dos palácios reais inundados de sangue azul.
Eu sei que na escola lhe contaram todas aquelas história fantásticas dos Descobrimentos, dos maravilhosos Reis e Princesas, da grande obra de Evangelização Católica e dos "mundos que Portugal deu ao Mundo".
São fábulas muito lindas e, por isso, eu compreendo que você se deixe fascinar.
Mas eu quis conhecer melhor a historinha, Maria. E descobri escravos, massacres, pilhagens, violações em massa... enfim, uma história muito feia.
Você também pode investigar um pouco. Garanto-lhe que vai encontrar muito sangue azul com as mãos sujas de sangue autêntico - do vermelho.
Maria disse…
Ao pesquisar a história tb descobri que na Rússia milhares de pessoas que pensavam diferente do presidente após a revolução foram executadas

tb descobri que hoje em dia em muitos países em que os governantes vivem num luxo, o povo passa fome ...

descobri tb que nos países em que existiram as chamadas revoluções as pessoas viveram e nalguns países vivem, amordaçadas, reprimidas, sem poderem falar, sem serem livres de deslocarem-se de um local para o outro.

Em todos estes países o Povo não ficou com um nível de vida melhor.

Pelos acontecimentos de hoje em dia, vejo fome, sofrimento, guerra.
Muitas mãos manchadas de sangue inocente.

pelos factos da história descobri que o Ser-humano é igual a ânsia do poder é como um cancro que invade a mente do Ser-humano e quem consegue um pouco que seja de poder começa a olhar o seu semelhante arrogantemente e com um orgulho desmedido que os leva a não olharem a meios para atingir mais e mais poder e mais e mais riqueza e tudo isto À custa do sofrimento de outros.
O poder e riqueza cega-os e ficam incapazes de ter sentimentos de bondade para com seu semelhante.

As metástases invadem o seu ser e chamam-se: arrogância, orgulho, intolerância.


Não haverá solução para os males do Mundo em que vivemos sem que haja uma mudança no coração do Ser-humano, sem que aprendam o respeito pelos outros e por tudo o que rodeia-nos. Que seus corações tornem-se humildes e cheios de sentimentos bons para com todos.
Maria disse…
Sempre fui Monárquica e continuarei a sê-lo.



O Rei é o representante de um Povo isento de ligações partidárias.
É o "BI" cultural e histórico de um Povo, nele revemos-nos.

D.Duarte poderia não conseguir que os partidos entendem-se e fizessem leis justas para seu Povo, mas é a nossa identidade histórica e cultural.

Um presidente não possui essa identidade, não revejo-me num presidente ele representa uma carreira política pessoal nesse partido.
Maria disse…
"Eleições e Historiadores

Tema difícil, tema ingrato para os historiadores republicanos, as eleições são, no entanto, assunto inevitável quando se estuda um regime que tanto se ufanou do seu carácter democrático. A justificação para as bombas, os golpes revolucionários, os assassínios políticos, sempre foi a vontade do povo, que se presumia oprimida, abafada, silenciada sob o peso da autoridade monárquica.


Conhecida a constância e insistência com que a propaganda republicana associou os conceitos de república e democracia, salientando sempre a natureza popular das aspirações republicanas e a impossibilidade de conciliação do regime monárquico com a soberania do povo, nenhuma outra atitude seria de esperar, da parte do regime nascido em 5 / 10, senão um devoto e escrupuloso respeito pelo carácter electivo de todos os poderes públicos.

No caso particular da república portuguesa, esta atitude seria tanto mais esperada quanto só por esse caminho poderia encontrar o regime a justificação para a tomada do poder pelas armas. Do ponto de vista democrático, um golpe de força só se justifica quando um povo se encontra impedido de exprimir a sua vontade.
Percebe-se, pois, o doloroso desconforto dos historiadores afectos à república quando, levados pela sequência dos temas, lhes cabe a tarefa de falar das eleições republicanas. Não é fácil encarar o despudorado desprezo com que os seus heróis trataram a vontade dos eleitores. Perante esta miséria, os cronistas do regime hesitam entre a fuga ao assunto, o desvio das atenções ou o ataque aos adversários. Ser-lhes-ia mais grato descartar o problema fulminando as objecções com uma tirada eloquente, como fez o deputado Alexandre Braga no discurso que inaugurou a Assembleia constituinte:

“Cuido desnecessario accentuar a indiscutivel legitimidade d´esta assembléa para arrogar-se a funcção representativa do paiz, no momento em que ella sancciona, pelo direito, o facto historico que transformou as nossas instituições politicas. E cuido-o desnecessario, porque a dignidade civica de todos nós se sentiria, por certo, degradada, se eu a rebaixasse até à ignominia de dar ouvidos ao latido de mastins desnacionalizados, que, lá de longe, e a soldo da jorna cosmopolita do clericalismo, rosna contra nós o seu odio envenenado e impotente“.

Mas a distância temporal retira eficácia a estes sonoros insultos, e os historiadores dos nossos dias precisam de recursos mais sofisticados para embelezarem o tortuoso processo que entregou o parlamento nas mãos da república. As eleições de 1911, em que o partido republicano obteve 97% das cadeiras parlamentares, são um caso particularmente difícil de explicar. Como conciliar o conceito de pluralismo com o de monopólio do poder? Como se pode aceitar que o partido republicano, nomeando deputados sem votação em grande parte dos círculos, estivesse a promover a representação da vontade nacional?

É aqui que se exibe a riqueza de recursos dos historiadores.

Raul Rego decide-se a passar por cima do tema correndo como por ferro em brasa. Limita-se a dizer que os monárquicos não tiveram coragem de se apresentar às eleições e detém-se depois na pormenorizada descrição dos concorridos festejos que assinalaram a primeira sessão do parlamento, comovendo-se com a magnífica jornada de festa popular a que se assistiu então (Raúl Rego, História da República. Lisboa, Círculo de Leitores, 1986). Para este paladino da república o regime já estava legitimado desde o dia 5 de outubro, dada a falta de combatividade dos monárquicos. Fica assim estabelecido um fecundo critério para se avaliar a legitimidade dos regimes, medindo-a pela agressividade e coragem física dos seus apoiantes.

David Ferreira apresenta uma justificação muito diferente para o monolitismo do primeiro parlamento republicano. Segundo ele a supremacia do partido republicano deveu-se à atitude dos monárquicos, que se puseram de parte, não por falta de coragem mas por deliberada intenção de afronta à república, querendo mostrar que não a reconheciam nem acatavam as suas instituições.

Oliveira Marques prefere iludir a questão da representatividade. Tratando-se de um parlamento em que quase só existe um partido, não se detém a examinar a pluralidade das opiniões, preferindo debruçar-se sobre as origens sociais dos “representantes do povo”, tecendo demoradas análises das profissões que estavam mais “representadas” no parlamento, como se cada deputado representasse a sua profissão e o parlamento fosse uma câmara corporativa.. Assim sugere um conceito alternativo de representatividade democrática: já que não estavam representadas no parlamento opiniões variadas, pelo menos havia uma certa variedade nas profissões com assento no areópago. Consciente das objecções que este conceito pode levantar, propõe uma nova fórmula de representatividade, dando-lhe carácter meramente numérico, independente da vontade dos eleitores: para Oliveira Marques o número de deputados é um índice da representatividade do parlamento. A Assembleia Constituinte de 1911 tinha 1 deputado por 27 000 habitantes do território português, o que lhe dava, segundo o ilustre historiador, uma”representatividade bastante superior à do constitucionalismo monárquico”. Mas de seguida vê-se forçado a reconhecer que, como alguns destes “representantes do povo” foram transferidos para o senado assim que se votou a constituição, o parlamento perdeu 71 deputados, e por isso representatividade, ficando reduzido a um deputado por 36 500 habitantes (A. H. de Oliveira Marques, A Primeira República. Para Uma visão Estrutural. Lisboa, Livros Horizonte).

Fonte: http://www.centenariodarepublica.org/centenario/2008/09/14/eleicoes-e-historiadores/
FPtrad disse…
"FPtrad
o sr. ou sra. é um ou uma ignorante! Desde quando é que um Rei governa? Não sabe nada de nada sobre Monarquia! Aumente os seus conhecimentos sobre Monarquia porque os países mais desenvolvidos de toda a Europa são Monarquias. Já não se diz súbditos mas sim cidadãos.
VIVA O REI!"

Sra. Dona Maria de Menezes,
Se o rei não governa, então para que serve um rei? Para exercer funções de representação? Para isso já basta o presidente da república...
FPtrad disse…
Já agora, deixo uma pergunta aos nossos amigos monárquicos: que estratégias concretas apresenta o Sr. Duarte Pio para resolver os problemas do país?
Rui Monteiro disse…
Estatégias ? procure saber o que é o IDP !

E se para representaçãoe existe o presidente ... ele saí-nos muito mais caro porque são 16 milhões de euros anuais quando a Coroa Espanhola gasta 9 milhões anuais !

Este país precisa de um home ao leme e não um presidente em acções formação de 5 em 5 anos !
Joaquim disse…
Olhe, Maria, por mim pode ir converter todos os corações humanos que quiser. Pode dedicar-se aos bordados na pacatez do lar enquanto não chega o príncipe encantado. Pode ler as fábulas com final feliz que entender. Pode ajoelhar-se, tal como os cavalos do santo azeite condestável, aos pés de uma virgem que já foi mãe. Pode aparar o real bigode ao sr Duarte, as unhas à dona Isabel e lavar os pezinhos aos doces infantes.

Isso teria duas vantagens. Por um lado, ocupava-lhe algum tempo e talvez me poupasse ao esforço de decifrar os seus textos - acredite que não é fácil.
Por outro lado, poderia dar-lhe guarida na casa real, o que sempre dava para você poupar uns cobres.

Um conselho republicano: siga as pisadas do Ruca e passe a escrever(?) noutro blogue. No Parque Jurássico, por exemplo.
Joaquim disse…
"Este país precisa de um home ao leme e não um presidente em acções formação de 5 em 5 anos!"

Rui Monteiro, será possível encontrar um monárquico que domine minimamente a língua portuguesa?

ps: Como é que acabou aquela história do peditório para a estátua que nunca chegou a ser construída?
Rui Monteiro disse…
foi em Portugal ? foi com o dinheiro dos contribuintes portugueses ? ou é mais um boato tipo Freeport ? Meta-se na sua vida !
Dedique-se ao tricô pode ter mais sorte !
Rui Monteiro disse…
Ou então explique o canudo do Sócrates ... acho que o Povo ainda não percebeu tal Estória ...
Joaquim disse…
Rui Monteiro, não precisa de se ofender por causa de uma simples curiosidade da minha parte.
Eu só pretendia ser esclarecido. Lamento que o senhor, em vez de responder, se limite a fazer perguntas que não ajudam a fazer luz sobre o assunto.
Se você não se digna a explicar, eu vou ficar sempre com algumas dúvidas.
E, claro, hei-de continuar a insistir - há que ter fé.
Sei bem que pode ser um assunto desagradável monarquicamente falando mas, convenhamos, a vida nem sempre é isenta de dificuldades. Mesmo para a realeza e respectivos súbditos.

Admiro tanto o Sócrates como, presumo, o senhor admira os comunistas, ou seja, zero. Portanto, por aí não vai lá, Rui.

No que diz respeito a canudos, o que me vem à memória, assim de repente, é o canudo por onde o Duarte ficou a mirar Timor a umas milhas de distância e depois quis convencer-nos que tinha protagonizado um acto de suprema coragem. Ou seja, quis enfiar-nos (n)o canudo. E, note bem, há quem tenha apreciado - são gostos.
Stefano disse…
rei merece xeque-mate
Rui Monteiro disse…
A razão da estátua se está a falar é da "rainha Catarinha II de Bragança" a rainha de Inglaterra mulher de Carlos II, de onde vem parte de Nova York com o nome QueensLand. A estuatua existe e está guardada num armazém porque depois de se saber que a rainha estava relacionada com escravatura ( o que era natural na época ) não quiseram mais a estátua.
Que eu saiba a estátua não é em ouro, não dá para derreter e devolver o dinheiro.

Por curiosidade explique-me como é que o assasino de Sidónio País tinha uma carta no bolso do Grão Mestre do Grande Oriente Lusitano Sebastião Magalhães Lima ...

Explique-me como a esfera armilar mais as cores da bandeira republicana são tiradas da Bandeira da Carbonária ...

Gostavamos de ter tambéms respostas :) Por cortesia
Joaquim disse…
Sr Rui Monteiro, agradeço o seu esclarecimento. A única coisa que me ocorre dizer, de momento, é que felizmente ainda há povo(s) com memória, sentido de decência e verticalidade - recusaram a estátua. Fizeram bem, muito bem mesmo!
Espero que tenha servido de lição à monarquia. Caso contrário, vai ser necessário alugar mais uns armazéns para amontoar estátuas.

Quanto às questões que levanta, lamento mas não sei responder. Não sou, nunca fui, nem serei Maçon, sr Rui. E não gosto de aventais.
Maria disse…
Ao observar os factos históricos, noto que a moral desta história também demonstra o que aconteceu nas repúblicas, apregoavam antes da obtenção do poder a igualdade e melhor nível de vida para o Povo:


"Era uma vez um bando de ratos que vivia num buraco no soalho duma casa velha. Havia ratos de todos os tipos, grandes e pequenos, pretos e brancos, velhos e jovens, fortes e fracos, do campo e da cidade.


Mas não se importavam com as diferenças, pois todos eles estavam irmanados num sonho comum, que era um queijo enorme, amarelo e cheiroso e que estava bem perto dos seus narizes.
Comer aquele queijo seria a suprema felicidade.


Bem ,bem perto é modo de dizer. Na verdade ele até estava bastante longe, pois entre eles e o manjar estava de permeio um gato.
O gato era malvado, alem de ter dentes e garras afiadas ,não dormia nunca. Às vezes fingia que sim. Mas bastava algum rato aventurar-se fora do buraco que o gato tratava-lhe da saúde.


Os ratos odiavam o gato e esse sentimento unia-os ainda mais numa grande cumplicidade desejando a sua morte e sonhando até com a vinda dum cão.
Como não podiam fazer nada decidiram um dia reunir-se para falarem sobre o assunto. Foram feitos muitos discursos sobre os gatos e as mais variadas teorias circularam. Chegaram mesmo à conclusão que quando fosse implantada a ditadura dos ratos todos seriam felizes.


"O queijo é grande e bastará a todos"
"Vamos socializar o queijo "- dizia outro
Todos batiam palmas e em uníssono cantavam canções .Era comovente tal fraternidade. Como seria bom quando o gato morresse.
E sonhavam...no seu sonho, comiam o queijo. E quanto mais o comiam mais ele crescia. Porque os queijos sonhados detêm uma propriedade: não diminuem, estão sempre a crescer...
E marchavam juntos ,as caudas entrelaçadas ,chiando: "O queijo já".


Sem nenhuma explicação um dia acordaram e o gato tinha desaparecido como por encanto.
O queijo continuava lá ,mais lindo que nunca. E se dessem uns passos fora do buraco?
Olhando cuidadosamente em redor ,não fosse estar uma ardilosa armadilha montada, saíram pata ante pata.
Mas o bichano tinha desaparecido e então foi uma alegria, todos se lançaram ao queijo com uma voracidade nunca vista.
Foi aí que uma grande transformação ocorreu...bastou a primeira dentada.
Compreenderam, imediatamente que os queijos de verdade são diferentes dos queijos sonhados, porque quando comidos em vez de crescerem diminuem...


Quanto maior numero de ratos comia, menor a quantidade que cabia a cada um.
Começaram a olhar então de soslaio uns para os outros como se fossem inimigos. Olhavam para a boca uns dos outros ,para verem quem andava a comer mais. E enfureceram-se e arreganharam os dentes. Já nem se lembravam do gato.
Eram inimigos uns dos outros e a luta começou.


Os mais fortes expulsaram os mais fracos ás dentadas e alguns até ameaçaram chamar o gato para restabelecer a ordem.
Para pôr cobro á confusão um rato velho alvitrou que se devia socializar definitivamente o queijo...e o projecto foi aprovado.


Que qualquer pedaço de queijo poderia ser tomado dos seus proprietários para ser dado aos ratos magros, desde que esse pedaço tivesse sido abandonado pelo dono.
Mas como jamais nenhum rato abandonou o que quer que fosse, os pobres dos ratos magros foram condenados a esperar eternamente.


Eles magros e famélicos dentro do buraco do soalho não podiam compreender o que tinha acontecido. Porque o mais inexplicável para eles era a transformação que se operara no visual dos ratos fortes...agora donos do queijo. Tinham todos o jeito do gato...de olhar malvado e dentes arreganhados."
Rui Monteiro disse…
"Quanto às questões que levanta, lamento mas não sei responder. Não sou, nunca fui, nem serei Maçon, sr Rui. E não gosto de aventais."

Pois é caro Joaquim então quando se refere a República nem sequer sabe do que está a falar ... ou seja nem sequer sabe a história da "sua ideologia".

Quanto a estátuas ... muitas repúblicanas também deviam ir para o Lixo ... a começar por todos responsáveis pela 1ª República porque as da 2ª República deram cabo delas depois de 1974.

Tanta coisa por acusarem Catarina II de escravatura e o presidente "deles" George Washington comprava dentes aos escravos para por na sua protese na boca. Além de ele fazer exactamente o contrário do que dizia a constituição ...

Por isso bom censo não têm os republicanos a apontar um dedo porque como se costuma dizer "quando apontas um dedo tens três a apontar para ti"
FPtrad disse…
Desculpe, caro Rui, mas não acredito que todos os que acreditam no ideal republicano sejam maçons.

Do ponto de vista histórico, você tem toda a razão, pois a maçonaria está ligada à implantação da república e o Mário Soares, por exemplo, que vem de uma família com tradições republicanas, tem fama de ser maçon (se é ou não, não faço a mínima ideia e nem tenho curiosidade em saber).

Agora dizer que todos os que preferem a república são maçons... eu própria nunca fiz parte da maçonaria e não sei muito sobre ela (e não tenho grande interesse em tornar-me maçon).
Rui Monteiro disse…
Meus caros deviam saber que a República foi implantada em Portugal com o apoio e suporte expresso da Maçonaria Portuguesa e com o braço armado da Carbonária.

Liberdade Igualdade e Fraternidade são ideais : republicanos , maçons e carbonárias coincidência ?

Felizmente hoje a Maçonaria afastou-se dessas lutas mas ninguém pode separar o passado conturbado da republica da Maçonaria.

Ninguém disse que você é maçon, cada que enfie o barrete, pode ser frígido ?
Joaquim disse…
Oh, Maria! As sua fábulas são tão bonitas, tão comoventes.
Que pena não terem reis e raínhas, princípes e princesas, donzelas ofegantes de amor pelo príncipe encantado. Aquela espera interminável que deixa o leitor suspenso pelo beijo redentor e salvador ao mesmo tempo.

Ai, Maria! Que saudades dos castelos e das ameias, dos buracos onde se enfiavam os inimigos e das aldeias incendiadas.
Que saudade daquele tempo onde havia raínhas más e uma fada para nos salvar, Maria.
Aqueles desfiles lindos em que o povo ajoelhava à passagem de suas majestades. Ali sim, ali sabia-se quem mandava e quem obedecia - tudo claro, e clero.
Conte mais Maria, conte. Delicie-me com as suas fábulas imemoriais de ratos e de queijos, de peste e de fome, de reis gloriosos e de povos famintos.
Por favor, Maria. Rogo-lhe!


Sr Rui Monteiro, nunca me referi, nestes comentários, à República, nem acho que isso seja uma ideologia.

Não é pelo facto de a República ter gente pouco recomendável, que a Monarquia passa a fazer algum sentido.

Posso estar enganado mas, pelo que me parece, se por uma qualquer remota eventualidade, a monarquia voltasse a Portugal, a primeira coisa que aconteceria seria uma guerra entre os candidatos ao trono. E você lá estaria, Valente Rui.
Rui Monteiro disse…
Para republicano você sabe muito de monarquia caro Joaquim, estará por detrás dos pseudo herdeiros do trono ?

http://reifazdeconta.blogspot.com

Leia a blogue, pode ficar mais esclarecido.

Aqui todos os monárquicos são por D.Duarte, sua legitémidade é inquestionável.
Joaquim disse…
Eu bem que tinha dito. Há os "inquestionáveis" e os "pseudo".

E não, sr Rui, não tenho rigorosamente nada a ver com essas guerrinhas de sangue azul.
Limito-me a achar-lhes piada. Afinal de contas, em tempos que não estão para risotas, a malta tem de se divertir com alguma coisa.
FPtrad disse…
Caro Rui,

Não estou aqui a insultar ninguém, por isso agradecia que não viesse com jogos de palavras de gosto duvidoso como "barrete frígido".

Tem toda a razão quando fala da influência da maçonaria e da Carbonária na implantação de república e não sou eu quem vai contradizer a sua afirmação.

Só que há que ver umas coisas:
- actualmente, ser-se republicano não significa necessariamente ser-se maçon; há republicanos católicos, ateus, socialistas, conservadores, etc.
- ser-se republicano não significa desejar a anarquia: os republicanos querem que todos os membros dos órgãos de estado sejam eleitos, enquanto que os anarquistas desejam acabar com todas as formas de poder político representativo, bem como todas as formas de organização económica
- ser-se republicano não significa necessariamente gostar de "tachos" e ser-se conivente com a situação; há quem seja assim e quem não seja. Eu não sou assim

Imagine que eu lhe dizia coisas do género:
- os monárquicos são tendencialmente anti-democratas
- os monárquicos querem o regresso do Santo Ofício
ou outras coisas do género. Claro que você acusar-me-ia de ser mentirosa e injusta e teria toda a razão.

Felizmente, eu não penso isso da monarquia, apesar de não acreditar nela
Rui Monteiro disse…
Bem só faltava dizer que os monárquicos são : fascistas e de direita.

Efectivamente há monárquicos em todos os partidos, mesmo até no Parlamento.

Meu caro hoje em dia ser "republicano" resume-se a ser a favor da União com Espanha e ... votar nas Presidênciais.

Vocês não "têm" nenhum ideário político ... vê alguém a manifestar-se ? Vê muita gente nas comemorações do 5 de Outubro ? ... não vê ...
FPtrad disse…
Hum... a favor da união com a Espanha? Não, não é esse o meu caso. Apesar de termos algumas parecenças com os espanhóis, acho que seria contraproducente unirmo-nos a Espanha, pois a nossa identidade reside precisamente na nossa diferenciação com a Espanha. Além disso, os espanhóis têm problemas específicos que teríamos de suportar e vice-versa, e isso não seria bom nem para nós nem para eles.

Quanto aos ideais republicanos, se ler bem este blog, poderá ter conhecimento deles: acesso a todos os cargos do Estado (incluindo o de chefe de Estado) através de eleições pelo sufrágio universal directo e separação entre a Igreja e o Estado, isto é, a laicidade (que é a ausência de uma religião oficial e a não preferência por uma determinada religião - pelo menos na teoria, infelizmente...).
São esses alguns dos ideais republicanos e alguns ainda estão, infelizmente, por cumprir (e nisso dou razão aos monárquicos, especialmente no que diz respeito ao desenvolvimento).
Quanto às manifestações, elas não têm a ver com o facto de estarmos numa república, mas têm a ver com reivindicações concretas e elas poderiam ocorrer em qualquer país democrático, seja ele uma monarquia ou uma república.
Rui Monteiro disse…
Em 2002 fez-se um inquérito nacional através do CESOP, 30% da população é à partida monárquica e pelo menos 20% de indecisos ...
80% diz que a Família Real devia estar no Palácio que foi dos Reis ... Palácio de Belém.

Agora ... analise ... 40% de abstenção nas Presidênciais ? e com tendência para aumentar ... meu caro faça o cruzamento dos dados, alguma coisa se passa de mal com a vossa república
FPtrad disse…
Leu o último número da revista "Visão"? Há uma entrevista com um sociólogo que diz que o grande problema em Portugal é o facto de os portugueses estarem à espera de um qualquer Salvador da Pátria, venha ele donde vier, e que não há um verdadeiro espírito de cidadania, nem a coragem ou a iniciativa de "arregaçar as mangas".
Para mim, esse é o verdadeiro problema (e acho até que tem mais a ver com o salazarismo).

Já agora, mudando de assunto, sou uma mulher.
FPtrad disse…
E já para não falar na desconfiança em relação aos partidos e ao poder em geral... as pessoas acabam por ter a sensação de que é tudo a mesma coisa...
Rui Monteiro disse…
"Leu o último número da revista "Visão"? Há uma entrevista com um sociólogo que diz que o grande problema em Portugal é o facto de os portugueses estarem à espera de um qualquer Salvador da Pátria, venha ele donde vier, e que não há um verdadeiro espírito de cidadania, nem a coragem ou a iniciativa de "arregaçar as mangas".
Para mim, esse é o verdadeiro problema (e acho até que tem mais a ver com o salazarismo)."

Precisamente por causa disso repúblicanos e monárquicos juntaram-se e criaram o Instituto da Democracia Portuguesa :

http://www.democraciaportuguesa.org/

São portuguêses que se preocupam com o estado do nosso país.
FPtrad disse…
Hum... obrigada pelo site!

Vou dar uma espreitadela!
Joaquim disse…
Diz o sr Rui Monteiro:

"Efectivamente há monárquicos em todos os partidos, mesmo até no Parlamento."

Então, efectivamente, diga-me quem são os monárquicos no grupo parlamentar do Bloco de Esquerda e do Partido Comunista.
FPtrad disse…
"Então, efectivamente, diga-me quem são os monárquicos no grupo parlamentar do Bloco de Esquerda e do Partido Comunista."

Por acaso, também tenho dificuldade em imaginar que haja monárquicos no Bloco de Esquerda e no Partido Comunista: as ideologias destes partidos são tão opostas à monarquia... e será que a monarquia seria compatível com o marxismo-leninismo ou o trotskismo? Francamente, não acredito...
Rui Monteiro disse…
Acha que o Fernando Rosas ia deixar ? Aliás o BE é comandado por dois filhos de fascistas declarados : Fernando Rosas e Francisco Louçã.
O primeiro filho de um ministro de Salazar e o segundo filho do Capitão de Fragata que ameaçou bombardear a Praça de Comércio em 25 de Abril de 1974 quando Salgueiro Maia Estava lá :))

Posso lhe dizer que Fernando Nobre é o mandatário de Miguel Portas ao Parlamento Europeu e é monárquico :)
Posso dizer-lhe o veriador ex-BE da câmara municipal de Lisboa é monarquico :))
Mais há mais do BE monárquicos, do PCP eles andam aí :))

Mas também vamos nos incomodar só 20% de votos ? nah
Joaquim disse…
Pois! Nem eu acredito, FPtrad. Por isso é que me causa espanto a afirmação do Rui Monteiro.
FPtrad disse…
"Acha que o Fernando Rosas ia deixar ? Aliás o BE é comandado por dois filhos de fascistas declarados : Fernando Rosas e Francisco Louçã.
O primeiro filho de um ministro de Salazar e o segundo filho do Capitão de Fragata que ameaçou bombardear a Praça de Comércio em 25 de Abril de 1974 quando Salgueiro Maia Estava lá :))"

Por acaso, não sabia disso, mas estes casos não são assim tão raros. E o contrário também pode acontecer.
Rui Monteiro disse…
Pois é, mas acontecem ...
Temos uns pseudo-esquerdistas filhos de burgueses a falarem para o Povo quando nunca soberam o que era "Fome". Nunca precisaram de lutar pela vida ...

Eu sou militante Socialista com orgulho porque sou grande admirador de Manuel Alegre, filho de monárquicos e um grande adepto do Referendo à República.

Mas há comunistas monárquicos, um dia D.Duarte ia visitar um município no Alentejo. Um homem fez parar a caravana e quando chegou ao pé de D.Duarte disse "Eu sou comunista mas sirvo o meu Rei !". Isto aconteceu e ainda hoje esse homem corresponde-se com D.Duarte, há mais casos por aí e D.Duarte é sempre muito bem recebido por autarcas comunistas ... para além de ser convidado por eles a visitar as Terras quando por exemplo faz anos que uma localidade recebeu "Foral" de um Rei.

Em Abril de 2008 eu estive em Mirandela, Trás-os-Montes, com D.Duarte. Testemunhei a popularidade dele na Rua, as pessoa iam ter com ele e davam sinais de euforia por estarem a ver o Rei. Eu já o acompanhei e vi com os meus olhos, no geral ele é bem recebido e reconhecido por mais 80% da população portuguesa como o legítimo herdeiro dos Reis de Portugal.

O resto são Éstórias ... não vale a pena inventar a Roda ... ela já existe !
O fel que usa para se referir ao chefe da nossa casa real demonstra bem que o Sr. Esperança nunca teve ocasião de se cruzar com Sua Alteza.
Há pessoas que ganham em serem conhecidas e preconceitos que a experiência desmente.
Muito estranho que monárquicos usem por sua vez de tom agreste neste blogueonde são visitas da casa virtual do dito senhor, pelo que se esperaria que mostrassem outro respeito pela sua pessoa e pela sua opinião. Não basta falar das nossas tradições, há que as viver e ser em todas as ocasiões digno delas. Ainda que o não reconheça, o Sr. Esperança é um daqueles portugueses que proclamaram nos liber sumus, rex noster liber est, e a sua liberdade de opinião e franqueza de expressão deviam ser-nos preciosas.
FPtrad disse…
Caro Rui Falcão de Campos,

Muito obrigada pelas suas palavras lúcidas e sensatas.

Bem haja!
Maria disse…
Obrigada Joaquim.

Uma "adivinha":

"A plenitude que sempre existiu, pelo que abandonamos uma teoria de tudo simplesmente para sermos tudo, em união com todo nesta infindável consciência que ergue carinhosamente o Cosmos na alma da mão. E então que o verdadeiro mistério se revela, o rosto do espírito sorri secretamente, o sol nasce no nosso próprio coração e a terra torna-se o nosso próprio corpo, as galáxias percorrem as veias enquanto as estrelas iluminam os neurónios da noite, e jamais voltaremos a procurar uma mera teoria daquilo que é já o nosso rosto original"
felpo disse…
Todos os povos de África praticavam a escravatura. É evidente que um defeito não legitima outro defeito.
Mas como culpar a rainha Catarina de Bragança por uma coisa de que não tem absoluta culpa nenhuma? Só ignorantes poderão afirmar uma coisa dessas. É preciso não esquecer o que ela passou e a guerra que lhe fizeram só por causa de ser católica.
Agora qualquer rei inglês está interdito de casar com alguém que pratique outro credo que não seja o da igreja Anglicana. A História contada pelos anglo-saxões não é isenta. A chegada de Catarina de Bragança, com um dote que correspondeu, nada mais nada menos, ao começo do Império Britânico na Índia, a sua conduta exemplar e sofisticada e, apesar de tudo, a maneira como o rei sempre a defendeu levou a uma transformação profunda nos hábitos de que o mais pequeno dos detalhes é o chá das 5.
Rui Monteiro disse…
Mas os ingleses são os ingleses ...
O meu avô trabalhou na Embaixada Inglesa na década de 30 e dizia que se os alemães não tivessem feito a 2º Guerra eram os ingleses ... aliás são racistas basta ver como trataram recentemente portugueses que trabalhavam em refinarias na Inglaterra.

No geral os Monárquicos consideram Portugal um país com quase 900 anos, os republicanos têm memória curta : lembram-se de 1910-1926 e de 1974 até hoje, esquecem-se do resto ...
FPtrad disse…
"No geral os Monárquicos consideram Portugal um país com quase 900 anos, os republicanos têm memória curta : lembram-se de 1910-1926 e de 1974 até hoje, esquecem-se do resto ..."

Hum... não exageremos...
Joaquim disse…
Maria, confesso que aprecio mais os seus copy/paste do que a sua prosa. Pelo menos vêm sem erros ortográficos. Parabéns.

Rui Monteiro, os genes do fascismo não se transmitem. Isso é conversa de Monarcas.
As descrições da popularidade do Reizinho são de ir às lágrimas. Ainda assim, penso que o Tony Carreira é capaz de ter mais popularidade.
Rui Monteiro disse…
Oh Quim

brinca brinca, olha que se o Tony for monárquicos estás feito ao bife ... o homem se fizer um Pavilhão Atlântico a honrar D.Duarte estás feito ao bife LOL

A brincar a brincar ...
Acho piada estes neo-republicanos ... nem reinventarem-se conseeguem LOL
felpo disse…
A implantação da República no Brasil, aconteceu por reacção de repúdio à libertação dos escravos promovido pela princesa regente Isabel.
"* 15.10.1864
A princesa Isabel do Brasil casa com Gastão d'Orleans, conde d'Eu.
* 02.11.1864
O conde d' Eu, Gastão de Orleans, chega ao Brasil para casar com a princesa imperial D. Isabel.
* 30.06.1887
Começa no Brasil o terceiro período de regência da princesa herdeira, D. Isabel de Bragança.
* 03.05.1888
A Princesa Isabel faz um discurso dizendo que "a extinção do elemento servil é hoje aspiração aclamada por todas as classes", referindo-se à abolição da escravidão no Brasil.
* 04.05.1888
Segundo o abolicionista André Rebouças, almoçaram no Palácio Imperial 14 africanos fugidos das fazendas vizinhas de Petrópolis. Também ele afirmava que a Princesa Isabel protegia escravos fugidos de Petrópolis.
* 13.05.1888
Sancionada a lei Áurea que, assinada pela princesa Isabel, termina com a escravidão no Brasil."
Infelizmente as razões que levaram à implantação da República em Portugal também foram as mais reacçionárias e conservadoras.
Joaquim disse…
Rui, telefone ao Tony.
Se a casa real lhe acenar com um cachet chorudo, ele é homem para isso.
Até eu pagava para ver o Duarte abanar a anca, sem deixar cair a coroa claro, ao som do Tony.
Só acho é que o Pavilhão Atlântico não é, do ponto de vista Real, a escolha acertada.
Funcionaria muito melhor na Catedral de Fátima, sob um cenário onde se pudesse visualizar uns cavalos ajoelhados e o Santo oftalmologista a curar a dona Guilhermina. Isto sim, seria bonito e patriótico.
Rui Monteiro disse…
Brinque Joaquim

Está a contrariar uma resolução recente da ONU para respeito pelas religiões e credos.

Está a esquecer-se da "Fraternidade" LOL

E por falar em Laicidade sabe o que é ? Traduza para português Lacie Age ( idade da cadela Lacie )
Joaquim disse…
"Está a contrariar uma resolução recente da ONU para respeito pelas religiões e credos."

Ai Jesus, que medo! Ai que pecado tão grande! Vou, já a correr, queimar os Autos do Gil Vicente.
Antes que a nova inquisição me "aqueça o pelo" numa fogueira.
Vou fazer desaparecer as 20 caixas de preservativos que estão ali na mesa de cabeceira.
Vou adquirir a Bíblia Sagrada e a do Benfica - mais vale prevenir.
Vou encomendar uma tela onde apareça a Isabel de joelhos e o Duarte diante dela, mas em pé. Tudo isto perante o olhar embevecido do Santo Azeite dos Olhos e, obviamente, dos cavalos.
Acho que me safo.
FPtrad disse…
Desculpem, mas podiam discutir de outra maneira? É que, nos últimos comentários, só vejo "trocas de galhardetes" de ambos os lados e que não dignificam ninguém.

Obrigada
Joaquim disse…
Sabe, FPtrad, torna-se um exercício quase surrealista discutir seriamente estes assuntos.
De facto, lemos aqui relatos sobre a imensa popularidade do Duarte, sondagens magníficas que indicam que os portugueses são maioritariamente monárquicos e respeitam o Duarte como rei, passagens triunfais pelas ruas do país onde toda agente aclama o herdeiro, etc.
Lemos tudo isto e pergunta-se, então de que estão à espera? O triunfo da monarquia está garantido. Concorram às eleições, vençam, mudem a Constituição. Mas concorram, ou estão à espera de ter o poder porque sim? É o concorres...!
Portanto, na verdade, FPtrad, isto não pode ser levado muito a sério. Principalmente depois do opúsculo do Duarte que originou estas conversas.
Você acha que se pode discutir com seriedade um texto daqueles?
Eu só consigo ver aquilo como sendo uma diversão, caso contrário ficaria com sérias dúvidas acerca da sanidade mental do autor.
Mais trágico/cómico ainda, é perceber que há indivíduos, já com uma certa idade, que não distinguem um texto histórico sério de uma fábula para encantar criancinhas antes do ó-ó.
O Duarte enfeitiça-os.
Joaquim disse…
Hum, basta uma simples palavra para que se instale um silêncio sepulcral nas hostes monárquicas.
E qual é essa palavra? ELEIÇÕES.

Funciona sempre. Não há que enganar.
felpo disse…
A república foi implantada em Portugal através de eleições?
Por referendo ou qualquer outro modo de consulta da opinião?
É pena cantar-se de galo e as verdadeiras questões ficarem sempre por tratar.
A falta coragem será um problema próprio do homem, ou um simples problema conjuntural.
Não vale a pena lamentar-mo-nos, é preciso é investigar qual a maneira mais eficaz de viver em sociedade propiciando bem-estar e respeito uns pelos outros.
FPtrad disse…
"Não vale a pena lamentarmo-nos, é preciso é investigar qual a maneira mais eficaz de viver em sociedade propiciando bem-estar e respeito uns pelos outros."

Concordo absolutamente e, para mim, isso é muito mais importante do quaisquer questiúnculas ideológicas.

Quanto às despesas relativas à celebração do centenário da república, por acaso também acho que caem mal neste contexto de crise. No entanto, para mim, o problema não está no facto de estarmos numa república ou de uma monarquia. O problema é outro e é bem "simples": todo o poder é autista.
Joaquim disse…
Felpo, a verdadeira questão é esta: no tempo da monarquia não consta que houvesse eleições ou referendos.
Portanto, a questão está tratada.

Diz Felpo, com o acordo de FPtrad:

"Não vale a pena lamentarmo-nos, é preciso é investigar qual a maneira mais eficaz de viver em sociedade propiciando bem-estar e respeito uns pelos outros."

Estou, por uma vez, completamente de acordo.
Por mim defendo, no mínimo, que se comece por respeitar e dar bem-estar a quem que REALMENTE produz e a quem REALMENTE trabalha - aos trabalhadores.
São estes que estão no fundo da pirâmide, meus amigos.
Portanto, aguardo solidariedade monárquica, e não só, quando houver greves e lutas de operários do sector têxtil, das madeiras, da construção civil, do calçado, dos hipermercados, da hotelaria, etc.

"Palavras, leva-as o vento".
FPtrad disse…
"Estou, por uma vez, completamente de acordo.
Por mim defendo, no mínimo, que se comece por respeitar e dar bem-estar a quem que REALMENTE produz e a quem REALMENTE trabalha - aos trabalhadores.
São estes que estão no fundo da pirâmide, meus amigos.
Portanto, aguardo solidariedade monárquica, e não só, quando houver greves e lutas de operários do sector têxtil, das madeiras, da construção civil, do calçado, dos hipermercados, da hotelaria, etc."

No contexto actual, parece-me mais importante mobilizarmo-nos para ajudar quem mais precisa e para endireitarmos o país (a nível económico, judicial, cultural, educativo, da saúde...) do que discutirmos sobre os vícios e as virtudes da monarquia ou da república.

Vamos a isso?
Ruca disse…
Palavras leva o vento e a morte também acaba com a hipócrisia LOL
Joaquim disse…
FPtrad, quem mais precisa são, e aliás sempre foram, os pobres.
E, no contexto actual, há gente que TRABALHA 50 ou mais horas por semana e é POBRE - não ganha para sobreviver.

Mas esta gente não precisa de ajuda, precisa de trabalho. Trabalho digno, com direitos e devidamente remunerado.

É preciso que os que têm muito, passem a ter menos porque o "bolo" não é elástico.
Pode começar a sua mobilização por aí, pelos que têm demais. Eu faço a minha a partir dos que têm de menos.
Talvez nos encontremos a meio do caminho mas, perdoe-me o cepticismo, não acredito muito nessa hipótese.
Joaquim disse…
Ruca, o que é "hipócrisia"? E, já agora, "LOL" ?

Ai, Ai Ruca! Sempre ao lado...
FPtrad disse…
"Mas esta gente não precisa de ajuda, precisa de trabalho. Trabalho digno, com direitos e devidamente remunerado.

É preciso que os que têm muito, passem a ter menos porque o "bolo" não é elástico."

Concordo inteiramente.

Ruca, desculpe, mas a palavra "hipocrisia" não leva acento.
felpo disse…
Respondendo a Joaquim

O grande problema é contaminar a análise das questões com mudanças sistemáticas de
paradigma.

1.º Basta haver República para haver justiça social?

É consensual dizer que a justiça social é fundamental para a existência de bem-estar. Se calhar, existem critérios diferentes, nem todos pensam no mesmo quando pensam em bem-estar.

2.º As repúblicas na antiguidade são da mesma natureza das que existiram no século XV, XVII, XIX, XX ou XXI?

3.º A monarquia é ela também sempre da mesma natureza através dos tempos?

4.º Será necessário todos terem a mesma responsabilidade para que a todos possa ser possível a dado momento exercer o cargo topo da hierarquia?

5.º É possível viver de forma organizada sem hierarquias?

6.º Como é possível conviver com a diferença sem que exista estigmatização?

7.º Como pode existir respeito num ambiente de transgressão onde os critérios de valor variam conforme o capricho dos que têm o poder?

8.º Como é possível distribuir, ou melhor todos terem, a responsabilidade e o poder de forma equitativa?

Parece-me que a resposta está na constatação que nenhuma relação tem futuro com base no egoísmo. Nenhuma empresa progride em greve de zelo. Nenhum país, ou comunidade progride com os cidadãos fazendo o mínimo pelo bem comum. Só com entusiasmo, entusiasmo desinteressado, é possível fazer o máximo pelos outros. Só com AMOR!
Ruca disse…
Caro Felpo

Se quiser consulte os seguintes sites ligados a actividades Monárquicas :

http://www.causa-monarquica.tk

http://www.realistas.org

http://centenario-republica.blogspot.com

http://esquerdamonarquica.wordpress.com

http://www.somosportugueses.com/

http://twitter.com/ForumRealistas

http://forum-realistas.hi5.com

Seja bem vindo, o seu contributo será bem recebido

Cumprimentos Monárquicos
Ruca disse…
E faltava o Youtube :))

http://www.youtube.com/user/RealistasForum
Joaquim disse…
Felpo, cá vão as respostas ás suas inquietações:

1- Não
2- Não
3- Não
4- Sim
5- Sim
6- Punindo quem estigmatiza
7- Fazendo eleições democráticas, ou seja, rejeitando o poder hereditário.
8- Dando o poder a quem TRABALHA e não a quem vive à custa da exploração dos outros.

O entusiasmo desinteressado é muito lindo para quem possui contas bancárias bem recheadas e gosta de se exibir nuns chás de caridade dando esmolas do money que lhes sobra.
Quem não tem dinheiro para pão e leite talvez tenha menos entusiasmo, Felpo.
Mesmo que tenha muito AMOR para dar.

ps: Aproveite o convite do Ruca e aliste-se. Pelos vistos, há coroas suficientes para todos.
FPtrad disse…
Ruca,

Você está a chamar-nos "rameiras" e "labregos"? Serei eu uma "rameira" só porque sou republicana? Sabe, eu tenho um namorado e basta-me perfeitamente, não preciso de outros homens.
Lá porque não concordamos com a causa monárquica, isso não lhe dá o direito de tratar os outros abaixo de cão.
Bem diz o Pai de Família que você só desprestigia a causa monárquica. Se eu fosse monárquica até teria vergonha de apoiantes como você.
Se você acha que isto é um bordel e que não vale a pena continuar a ler o que se publica aqui, então porque é que não se vai embora de uma vez por todas? Há que ser coerente consigo próprio!
FPtrad disse…
Já agora, meu caro Ruca, transcrevo o comentário que o Pai de Família lhe dedica ;-):

"Pai de Familia disse...
Não alimento discussões com "monárquicos" folclóricos, "monárquicos" da moda, marialvas e quejandos.

A Monarquia é demasiado séria para ser discutida como moda ou mera atitude.

Pessoas como o Sr. Ruca (?!) dão mau nome à Causa Monárquica.

Deixem-se estar. Ler os vossos comentários é uma tortura pela forma como maltratam a nossa Querida Língua Portuguesa.

E a vossa evidente carência no que respeita às mais básicas regras da educação é algo de doloroso.

Continuem com os vossos patéticos rituais, mas façam-no - por favor! - em privado.

Qui Abr 02, 05:29:00 PM"
Ruca disse…
Sim a Monarquia é demasiada séria para ser discutida com a Plebe :)

Uma mulher que andou 100 anos com o peito ao léu como a república, só pode ser rameira a FPrad não anda com os seios ao léu pois não ? LOL

Joaquim ... veja lá essa dilatação da próstata deve estar na idade de fazer um exame não ?
FPtrad disse…
Olhe, Ruca, se eu ando com os seios ao léu ou não, isso não lhe diz respeito.
É como se eu lhe perguntasse se anda com a sua "coisa" ao léu.

Quanto às críticas que o Pai de Família lhe fez, olhe, as palavras até nem são minhas, pois limitei-me a transcrevê-las. Por isso, não tente utilizá-las para seu proveito.

Posso ser uma plebeia e tenho todo o orgulho nisso. E sabe uma coisa? Ao contrário de você, que está desempregado, eu trabalho.
Ruca disse…
LOLOL

E quem vos prova que sou desempregado ? também posso ser rico ? LOL

Aliás isto é tão giro ...
Cambada de plebeus LOL ...
coitados ... nem na república arranjam um titulo e andam aqui armados em galos de corrida LOL

2010 - o ano em que se tapa o peito à república !

p.s. : Fprad você tapa a coisa ? LOL

E o meu nome nem é Ruca LOL
FPtrad disse…
Olhe, Ruca, o meu nome também não é FPtrad...

E não preciso de títulos para nada, nem tenho inveja de quem os tem.

Deixo-o entregue à sua imbecilidade e estupidez natural e, por isso, incurável.

Passe muito bem!
Joaquim disse…
Reizinho Ruquinha, lamentavelmente desceste a um nível ao qual nem o Fernando Rocha das anedotas porcas conseguiu.
Mas, eu compreendo. Tal como o das anedotas, não passas de um analfabeto funcional. Um iletrado que, há falta de argumentos para discutir qualquer assunto que implique o uso de dois neurónios, opta pelo insulto rasteiro e reles.
Idiotas há-os em todo o lado mas desta feita, felizmente, estás do lado certo - no oposto ao meu.
Quanto a títulos, proponho um:

"Ruca Ruquinha, o Reizinho Idiota"
brevemente numa sala perto de si.
felpo disse…
Joaquim
As inquietações não são minhas, espero que sejam de todos.
Existem dois modelos de comportamento: de um lado o da grosseria e do outro o da santidade. O da grosseria, ou vilania, assenta no exercício cego do egoísmo, na luta contra todos, sem olhar a meios, para impôr uma vontade, para satisfazer um seu próprio capricho. O da santidade é o caminho do serviço aos outros, o trabalho desinteressado, lutando até pelo interesse dos inimigos: “amar quem nos ama é fácil, difícil é amar quem nos quer mal” e que tem como modelo Cristo que na História foi o primeiro a proclamar o Amor desta maneira.
A verdadeira nobreza é seguir este modelo, é seguir a Cristo!
Usar o nome de Cristo para defender a opressão, a inveja, a calúnia, o oportunismo, o crime é ser vilão.
Os que não querem o caminho do bem são os vilões. Muitas vezes são eles que conquistam o poder.
O poder em si não é um mal, o mal é, quem o detiver, não ter a humildade de se pôr ao serviço dos outros.
Assim como um barco de competição a remos precisa de um timoneiro, uma equipa de futebol precisa de um treinador ou uma orquestra e um coro precisam de um maestro, também uma qualquer outra comunidade precisa de um líder, um orientador, alguém que, numa posição isenta e desinteressada possa verdadeiramente ajudar.
Como arranjar, com continuidade, pessoas que possam bem servir uma comunidade?
Criando escolas que possam preparar esses quadros. Só com o saber é possível sermos úteis aos outros.
felpo disse…
Joaquim,
Continuando

A melhor escola seria aquela que promovesse o saber sem comércio; o saber desinteressado, onde a troca de experiências seria um bem ao serviço de todos.
O ideal seria toda a comunidade funcionar como uma família, uma família escola, onde o desafio seria saber mais para servir melhor, saber mais para amar melhor.

Infelizmente vivemos numa sociedade; onde o comércio, melhor, o lucro obtido pelo comércio, é o mais importante; onde o segredo é apadrinhado como se fosse a “alma do negócio”.
Como é que escondendo o saber, não partilhando aquilo que pode dar aos outros autonomia, se criam relações de confiança?
O objectivo é nítido: escondo para poder ter poder sobre os outros. Não dou, vendo. O objectivo não é o bem-estar, mas sim a manipulação do outro.

O desenvolvimento desta maneira de estar promove a desagregação das comunidades (grandes “famílias” culturais, produtivas, rurais ou municipais, recreativas, políticas). As famílias de Amor desaparecem, mesmo as de sangue (ninho do racismo). Os pais não cuidam dos avós, nem dos filhos, os filhos não constituem família. Pessoas há que, isoladas, optam por adoptar um filho, como se de um animal de companhia se tratasse (sabe bem ter um aquário, tratar das plantas, ter um cão ou um gato, porque não adoptar uma criança infeliz de um país em dificuldades?).

Todos iguais numa grande solidão, é o caminho rápido para escravidão.
Americo disse…
Boa tarde,
Acho que os apoiantes de Duarte Pio estão a levar os republicanos para onde querem: confundirem Duarte Pio com a Monarquia.

Duarte Pio não é herdeiro de título nenhum. O último Rei de Portugal, D. Manuel II, não deixou ao pai dela coisa alguma, e muito menos o morgadio da casa de Bragança. Deixou-o a Portugal. A Rainha D. Amélia não deixou a Duarte Pio nenhum dos bens com que se «abotoou» e que pertencem à Fundação D. Manuel II. Essa fundação foi usurpada pelo pretenso «pretendente», como tudo o resto. E daí lhe advêm fortunas, como a que recentemente recebeu pela venda do edifício onde esteve instalada a PIDE.

Duarte Pio é filho de um «pretendente» inventado pelos ultra-conservadores do Integraliso Lusitano e aceite por Salazar. Pertence a uma linhagem banida e nunca reabilitada por qualquer Rei português.

Duarte Pio não representa a Monarquia portuguesa que era, em 1910, liberal e democrática (nem censura havia para quem insultava o Rei). Representa-se apenas a si mesmo e aos poucos (mas barulhentos) que nele acreditam.

O pai dele nem era filho mais velho do ramo miguelista, quanto mais do ramo legítimo dos Braganças! Os herdeiros de D. Miguel o usurpador estavam banidos há mais de 50 anos e nem D. Maria II, nem D. Pedro V, nem D. Luís, nem D. Carlos, nem D. Manuel II alguma vez levantaram esse banimento.

Não existe qualquer honra em defender esta linhagem de patifes como se fossem Deus. São tão dignos de serem «Dons» como os igualmente palermas Podinami ou Câmara Pereira.

Por favor não conspurquem a memória dos últimos reis de Portugal ligando-os a esta corja.

Vocês sabem que a mulher do Duarte Pio - Isabel - é bisneta do regicida Ribeira-Brava???
felpo disse…
O Senhor devia ter mais delicadeza a colocar as suas posições.
No seu comentário mistura alhos com bugalhos e diz coisas que não são verdades. É Grave usar um meio de comunicação para difamar pessoas.
Todos temos direito ao bom nome.
Os crimes devem ser punidos.
A humildade deve acompanhar sempre uma crítica. Antes de criticar devemos estar informados sobre o assunto que visamos. D.João IV, o I.ºrei da dinastia de Bragança, antes de ser rei era duque, sendo nessa qualidade o chefe da mais rica casa ducal da Europa. Por aceitar ser rei perdeu muito do que possuía, nomeadamente em Espanha. Os bens da Casa de Bragança eram privados. Se D. Manuel II, o último rei, os doou ao estado foi a sua vontade. Que eu saiba o Sr. D. Duarte apesar de ser duque de Bragança nunca usufruiu dos bens da Fundação da Casa de Bragança. Coisa que no entender de muita gente seria perfeitamente legítima. Qual é o mal de sermos descendentes de alguém que comete um crime? Qualquer pessoa só deve ser responsabilizado pelas suas acções. Uma família é parte de uma uma rede a que todos estamos ligados. Todos somos descendentes de Santos e de vilões. A todos nos cabe fazer a escolha do papel que assumir.
Americo disse…
Sr. apoiante de Duarte Pio,

Não refutou em nada aquilo que eu disse. O morgadio da Casa de Bragança não pertence a Duarte Pio.

O morgadio pertence aos portugueses, por vontade expressa de D. Manuel II, último Rei de Portugal. Se pertencesse a descendentes de Braganças anteriores, seria dos herdeiros mais próximos de sua mulher, Augusta Vitória de Hohenzollern. Ou seria dos herdeiros de seu avô D. Luís (o único com irmãos que tiveram descedência).

A que propósito iria parar às mãos de um descendente de geração tão remota? Mesmo que D. Miguel não tivesse sido banido, nunca seriam os seus herdeiros a herdar os bens de D. Pedro IV e D. Maria II!!!!

No entanto, o seu ídolo abotoou-se de facto com a Fundação D. Manuel II, perante uma República Portuguesa impávida e serena!

Sugere sempre que os outros não sabem História. Mas asseguro-lhe que é precisamente nos argumentos históricos que o vosso reizinho de pacotilha não pode apoiar-se.

Quanto à neta do regicida, Isabel Herédia, não sou eu quem acredita em responsabilidades hereditárias: são vocês. Sejam coerentes!
felpo disse…
O Senhor está equivocado.
Quem lhe disse que tenho ídolos?
O que é que o faz pensar que sabe quais são as minhas escolhas?
Repugna-me a sua linguagem e a maneira como se arvora em ditador a tecer considerações sobre os outros criando taxonomias e colocando-os em gavetas.
Esclarecer é partilhar saber, não é catalogar e prender.
Aceito outros pontos de vista não aceito que me construam uma imagem na qual não me revejo. Mesmo que nela me revisse, espero, porque a todos é devido, ser aceite e respeitado.
Sansor disse…
Sr. Esperança,

Ao seu caso aplica-se muito bem o ditado popular:

-"O que o berço não dá só a tumba o leva"

Viva o REI !

gabriela.carreira@gmail.com
Carlota disse…
Qual rei? - Acho que o Américo deixou provado e bem provado que esse usurpador não é rei nenhum!
Ruca disse…
Toda a informação sobre o Rei Faz de Conta pode ser encontrada aqui :

http://reifazdeconta.blogspot.com
jbarroca disse…
Texto vazio de qualquer significância. Para republicano importa-se demasiado com os títulos honoríficos de SAR Dom Duarte... Enfim. Viva a democracia, para nos rirmos um bocado.
Pela Verdade! disse…
A verdade é que o Sr. Duarte Pio é uma farsa completa cozinhada entre a velha raposa Salazar e os descendentes das familias miguelistas que deram suporte ao " Estado Novo"

Toda a verdade em www.reifazdeconta.com

Ver a falsificação da nacionalidade do Sr. Duarte Pio....muito interessante!
Ruca disse…
Tudo encontra-se muito interessante aqui :

http://reifazdeconta.blogspot.com
Bomfim disse…
Duarte Pio foi penhorado e detectada uma eventual fuga a imposto municipal http://www.monarquicos.com/forum/viewtopic.php?t=1817&sid=22

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