Afirmações do patriarca Policarpo

Diz D. José Policarpo que "a existência de crucifixos nas escolas é uma questão que deve ser vista com sentido de respeito pelas comunidades", lembrando que, "ao longo dos tempos, sobretudo no século XX, durante o Estado Novo e depois, nem a igreja nunca exigiu isso, nem o Governo nunca o proibiu", acabando a colocação de crucifixos nas salas de aula "por ser espontânea e sempre um pouco ao nível da decisão da comunidade local".

A mentira é condenável, mesmo num cardeal:

«Em todas as escolas públicas do ensino primário infantil e elementar existirá, por detrás e acima da cadeira do professor, um crucifixo, como símbolo da educação cristã determinada pela Constituição.

O crucifixo será adquirido e colocado pela forma que o Governo, pelo Ministério da Educação Nacional, determinar.» (Lei nº 1:941, de 1936; ver a «Base XIII»)


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Comentários

e-pá! disse…
A estratégia "policarpiana" quanto aos crucifixos nas escolas, assemelha-se aos 3 ritmos, glosados pelos açorianos, em relação ao dia a dia:
"devagar, devagarinho e parado!"

Ou, então, a [im]pertinência dos factos consumados [há séculos]...

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