25.º aniversário do ataque às Torres Gémeas de Nova York
25.º aniversário do ataque às Torres Gémeas de Nova York No dia 11 de setembro, há 25 anos, senti-me americano, sufocado pela orgia de horror que desabou num país que tinha sobre os inimigos a superioridade moral, o que não era pouco, que a democracia lhe conferia. Foi o fundamentalismo islâmico o responsável pelo holocausto provocado, a origem da demência assassina de quem gravita em torno de um credo como moscas à volta do seu alimento predileto, a incubadora de suicidas beatos que acreditam na virtude do martírio porque descreem da bondade do seu Deus. Recordo a elegante e altiva silhueta de Manhattan pela câmara de Woody Allen, hoje uma memória dolorosa com milhares de vítimas sepultadas sob escombros do cenário rasgado. Olho a estátua da Liberdade, rodeada de morte e sofrimento, dolorosa metáfora de uma civilização ferida. Os valores de que nos reclamamos foram desafiados. Apesar da dor e da revolta, da raiva e do sofrimento, penso que devemos sobrepor a justiça à vingança, o ca...