Momento de poesia
Adeus, Stephen Hawking… Foste habitar aquela estrela, que descobriste, e pela qual te apaixonaste, depois de teres encontrado Deus num buraco negro, onde ELE se escondia, para o obrigares a renegar tudo o que ELE dizia sobre a criação do Universo e da vida humana… Do teu corpo morto fizeste uma nova vida para o nosso espanto, pois não temos a tua força nem a tua inteligência nem sabemos devorar as insónias das galáxias, das estrelas, dos planetas e dos cometas e tudo aquilo que a Física Quântica provoca nas nossas cabeças com as suas insondáveis incógnitas… Nasceste no dia em que Galileu, há trezentos anos, morreu, e morreste no dia em que Einstein nasceu, na ponta final de dois séculos atrás, e eu não sei se isto não foi uma partida de Deus, para vos catalogar à entrada do céu… O que eu sei é que vais levar os seus corações na tua mão para que a Física vença a ignorância e triunfe no meio das trevas e da escuridão… Adeus, S...