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Foto: Eduardo Gageiro No 50.º aniversário da sua inumação – Salazar e o ensino Perante a falsificação da História, metodicamente feita por velhos e novos salazaristas, urge redobrar a paciência e com o método do velho professor primário que sou, repetir, repetir e repetir até cansar os panegiristas do ditador. Um leitor, dos que surgem na minha página do Faceboock, em comissão de serviço do Chega, afirmou que nuca se construíram tantas escolas como no tempo do tirano. Vou referir de memória o que acontecia nesses tempos de obscurantismo, sem repetir os outros crimes da ditadura. As escolas primárias funcionavam com o mínimo de 35 alunos e eram extintas se fosse transferido ou morresse 1 só aluno e ficassem reduzidas a 34. Passavam imediatamente a “posto escolar”, tendo ‘a’ professora de sair (sem vencimento, se fosse agregada), e de concorrer a nova vaga. Os alunos ficavam sem aulas até que o Posto Escolar fosse a concurso e uma ‘regente escolar’* concorresse. Quando fui a...