1 – Do Opus Dei às obras do demo – Carlos Esperança, 03-01-2008

1.FEV. 1983 — Escândalo financeiro em Espanha da «RUMASA», empresa de Ruiz Mateos, supranumerário da Opus Dei, tinha sempre em cima sua secretária o livro «Camiño». Ficaram provados financiamentos à «Opus Dei». 

Ruiz Mateus, fugiu para Inglaterra e Alemanha. Extraditado para Espanha, em nov. de 1985, nas investigações confirmou e documentou o destino do dinheiro. Internado em 1989 com trombose mesentérica, causa provável de envenenamento.

Confirmou-se que a Opus Dei controlou uma rede internacional de bancos em Portugal, Espanha, Suíça, França e E.U.A., como: Banco Popular Español, Banque des Intérêts Français, Banco Bilbao-Vyscaia, Nordfinanz Bank, Banco Ocidental e o Continental Illinois Bank.

Em 1963 o numerário Gregório Ortega Pardo (administrador regional para Portugal) adquiriu para a Opus Dei em Portugal o Banco da Agricultura (onde se encontraram Jardim Gonçalves e Filipe Pinhal), importante participação no Banco de Angola e fundou a Lusofin.

Ortega foi preso em Caracas em 1965, onde foi internado numa clínica psiquiátrica, dirigida por um médico da Opus Dei.

Nota: Na próxima Assembleia Geral (AG) do Banco Comercial Português (BCP) estarão presentes duas listas. Uma integra Paulo Macedo, outra Bagão Félix, ambos do Opus Dei.

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