Boçalidade de um escriba pio num pasquim católico



Comentários

e-pá! disse…
A homofobia - e não só a boçalidade - sempre puderam aacoitar-se nas instituições religiosas sejam elas capelas, santuários, confrarias ou pasquins.
Resta-nos esperar que este 'orgão da imprensa diocesana (regional/paroquial)', deve estar assim 'classificado', não seja subsidiado pela República.
ana disse…
Quando leio estes desabafos, fico sempre a pensar se quem os escreve não estará apenas roído de inveja dos homossexuais que se assumem. É que muitos vivem uma vida inteirinha a desejar o que a cobardia não os deixa ter.
Manuel Galvão disse…
"Não sou homem, não sou mulher
sou roto
António Botto".

Afinal pode não ter sido uma boçalidade assim tão grande. Pode ter sido uma forme desajeitada de invocar o poema referido (poema de orgulho gay).
Nem todos os católicos são monstros...
Manuel Galvão:

Conheço excelentes católicos e católicos de bem mas dar o benefício da dúvida ao escriba referido, é demasiada benevolência.
Unknown disse…
o cavalheiro que isto escreve, não é coisa nenhuma…
o sujeito que isto escreve é um inqualificável - nem homofóbico consegue ser. e, o seu intenso desejo de ser penetrado trá-lo debaixo dum pavor que nem ele é capaz de entender… não o pavor/receio de doer, antes ou talvez, o pavor de vir a ser queimado nas ditas "chamas eternas dos infernos"…
esta gentinha salazarenta a tresandar hóstias bafientas, são uma náusea.
mas o grande problema é que... esta gente, ao que parece, existe.

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