O incontinente verbal Marcelo Rebelo de Sousa

O lastimável PR, cada vez mais alinhado com o Chega e a IL, disse hoje ao chefe da missão diplomática da Palestina em Portugal que alguns palestinos “não deviam ter começado” esta guerra com Israel e aconselhou-os a serem moderados e pacíficos.

Depois, não se contendo, imoderado e belicista, encetou um lamentável diálogo onde manifestou a opinião sobre a política externa, uma reserva exclusiva do executivo.

Com um País que julga que o Governo responde perante o soba de Belém e não perante a AR, Marcelo é cada vez mais um perturbador e um aliado do radicalismo sionista.

Na falta de mediação dos média, que lhe bebem as palavras, os esgares e as ameaças, há o risco de se perder o prestígio laboriosamente alcançado pelo Governo na gestão do espaço que fica livre para cada um dos países da Nato.

Depois da patética viagem à Moldávia a exibição frenética do inquilino de Belém só vai parar quando o sucessor lhe confiscar o alvará da impunidade.

Comentários

Victor Nogueira disse…
Não fosse o assunto sério e a presente catilinária de Marcello II poderia ser estilo a do avô Cantigas, no remanso do lar, dizendo aos netinhos traquinas: "Vejam lá, se não se portam bem levam tau-tau e não comem a sobremesa." Quando a idade não perdoa, que fazer a quem, incontinente na verborreia, já não mede o que diz?

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