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A mostrar mensagens de novembro, 2025

Os desvarios do Xerife

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A banalização do mal.  

A UE, a Alemanha e a Guerra

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A UE, a Alemanha e a Guerra Desde 28 de junho de 1914 que a Alemanha inicia as Grandes Guerras na Europa e se rearma. Foi, aliás, a derrota na II GG, depois da derrota na I GG, que lhe interditou o rearmamento, embargo que os vencedores, os Aliados, foram esquecendo. Deseja agora enfrentar a Rússia pela terceira vez, apoiada por países da UE e o RU, na defesa da Ucrânia, uma vontade quase unânime a que vem minguando o entusiasmo. E a guerra fez crescer os partidos de extrema-direita, já apoiados pela Rússia e EUA. Independentemente da bondade das intenções, da legitimidade da guerra ou malignidade russa, surpreende o entusiasmo da presidente da Comissão Europeia a fazer da guerra a prioridade quando os objetivos da UE não são coincidentes, sendo a Nato e cada um dos seus países os responsáveis pela defesa comum contra agressões exteriores. A corrida armamentista, estimulada pela Comissão Europeia, cria divisões entre países ávidos de beneficiar dos fundos comuns, com o RU a querer part...

Bloco de Esquerda – A eleição do novo coordenador

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Os ataques pessoais e políticos a Mariana Mortágua são a última tentativa para eliminar o BE no espetro partidário português. Não são os ataques à ideologia do partido, legítimos e naturais por quem não se revê na ideologia do BE, aliás, difusa, que se censuram, mas atacar Mariana pela solidariedade com o povo da Palestina, um ato de coragem que a honra a si e ao pai que lhe coube, o heroico Camilo Mortágua, e do qual este se orgulharia, é uma ignomínia. Perante o silêncio, cumplicidade mesmo, com o genocídio de um povo, só a covardia e a hipocrisia juntas permitem censurar a generosidade dos portugueses que embarcaram na flotilha para Gaza onde Mariana era a figura mais mediática. E a covardia atinge as raias da abjeção quando se mistura a tragédia de um povo mártir com a ideologia do grupo terrorista Hamas, que germinou no seu seio. Parece não interessar a denúncia do fascismo islâmico, ideologia presente em todas as teocracias onde se implantou, muitas delas aliadas das demo...

O homem da Paz, entre a Paz e a imposição da Democracia.

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Só me surpreendem duas coisas, as reservas de petróleo da Venezuela e o silêncio da União Europeia. Quanto ao exótico ditador da Venezuela não interessa o que eu penso.

Guerra na Ucrânia

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  O embaixador não é suspeito de ser putinista.

O que o País deve a Marcelo Rebelo de Sousa

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Obrigado, Marcelo.  

A guerra na Ucrânia

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  A Queda de um Anjo e a UE em apuros.   Entrada de Milhazes na pré-reforma. Princípio de Peter.

Montenegro em bicos de pés

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Um tiro de pólvora seca.  

25 de novembro de 2026

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  A foto da vergonha Palavras de um Historiador O desabafo de um herói de Abril e comandante da Região Militar de Lisboa.  Vitorioso no 25 de novembro com Melo Antunes e todo o grupo dos Nove. 

O juiz Carlos Alexandre e o combate à fraude

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A nomeação do juiz Carlos Alexandre para liderar uma Comissão de Combate à Fraude no Serviço Nacional de Saúde (CCF-SNS) causou perplexidade, quer pelo perfil do juiz, quer pela função que lhe está destinada. Em primeiro lugar, porquê para o SNS e não, por exemplo para as privatizações onde o ministro está sob suspeita desde a privatização da TAP, pela calada da noite, já com o governo caído, e agora reincide como vendedor, sob buscas policiais a decorrer? Não faltam, em todos e cada um dos ministérios, mecanismos de controlo, auditoria e fiscalização, muito menos, no Ministério da Saúde, onde a titular substituiu todos os líderes herdados do Governo PS nas entidades reguladoras, organismos e comissões a que o PM acrescentou agora outra. É, aliás, o hábito, sempre que lhe faltam soluções, desvia as atenções. Pode ser medíocre a governar, mas é excelente na propaganda. Perante a inaptidão da ministra para o cargo, Montenegro passou a gerir a sua imagem. Incapaz de tratar a saúde d...

Efeméride – A 1.ª Cruzada – 27 de novembro de 1095

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Há cinco versões diferentes, cada uma de acordo com a recetividade dos povos a quem era dirigido, do discurso que Urbano II entregou no Concílio de Clermont-Ferrand, mas, como sempre acontece nas religiões, não há nenhuma garantidamente fidedigna. Certo é o apelo feito aos cristãos, convocados em nome de Deus, e o perdão garantido dos pecados a todos os que “morressem, em terra ou no mar”, na guerra contra os infiéis muçulmanos , a fim de reconquistar Jerusalém. Urbano II lambia ainda as feridas do Grande Cisma do Oriente e disputava a hegemonia com Henrique IV (Sacro Imperador Romano (1056-1106) sobre o diferendo que opunha o Papa ao Imperador, em que o primeiro pretendia nomear os Imperadores, em nome de Deus, e o segundo, em nome do Império, queria nomear o clero. Além disso, Urbano II tinha ainda a competição do antipapa de Roma. A Igreja, débil, assistia a lutas internas, violações, roubos, pilhagens, matanças e casos de corrupção nos quais o clero estava envolvido, contra a...

Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra as Mulheres

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«(…) até que a morte nos separe.» Assim, não. Nunca mais. As mulheres foram sempre as vítimas prediletas, nos empregos, na sociedade e em casa. A misoginia é uma tara que não foi erradicada. Faz parte de numerosas culturas e está presente na nossa. Os livros sagrados que os patriarcas tribais da Idade do Bronze nos legaram, de forma mais ou menos civilizada, continuam a ser a basse dos monoteísmos que os funcionários de Deus, mais ou menos civilizados, impõem. A tradição religiosa e cultural pesa certamente na perpetuação dos crimes cuja violência oculta a crueldade sofrida em silêncio, na humilhação de quem quer preservar os filhos e teme pior danos. Veja-se como evoluiu o direito, no que se refere às mulheres, em Portugal: 1969 – As mulheres casadas deixaram de precisar de autorização do marido para tirarem passaporte; 1974 – Foi autorizado o divórcio com uma alteração à Concordata do regime fascista, decretado o acesso das mulheres a todos os cargos da carreira administrat...

Carta do Infante D. Henrique a Marcelo Rebelo de Sousa, 13 de novembro de 2025 e.v.

Senhor Regente do Reino de Portugal, digo, Presidente da República Portuguesa:   No 565.º aniversário da minha defunção, apesar de os ateus negarem outro mundo para além do que deixei, garanto-lhe que há este onde chegam defuntos todos os dias, que me informam sobre V. Ex.ª, o País e o Mundo até ao último Expresso, espécie de Diário de Bordo, como o dos meus capitães, agora com muito mais mundo e novos mares. O Sr. Presidente sabe, pela fé, que um morto não tem atividades, projetos ou ambições, só não sabe que gosto de estar informado o que consigo com os novos defuntos. Sei que está a par de tudo o que se passa no Reino, aliás, é artífice de muito, Influenciador-mor. E sei tudo o que aconteceu depois da fatídica data de 5 de outubro de 1910, a data a que o sábio professor Cavaco e Passos Coelho quiseram, e bem, tirar o feriado. Gostei de saber que Durão Barroso invadiu o Iraque como D. Afonso Henriques invadiu e conquistou terras dos sarracenos, só não conseguiu lá ir, e foi...

Perplexidade:

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A UE já condenou a ameaça dos EUA à Venezuela? E Portugal, que tem 700 mil portugueses na Venezuela, não condena? Parece que o Direito Internacional só interessa a Montenegro., Marcelo e Paulo Rangel se o agressor for a Rússia!
  «QUAL A INFLUÊNCIA DA RELIGIÃO NA POLÍTICA?» Por Onofre Varela A frase que faz o título desta crónica vi-a há dois dias,  em rodapé de um programa de televisão, motivando-me a escrever sobre ela.  Qualquer enciclopédia nos diz que “Religião” é termo que designa um sistema sócio-cultural (de entre outros sistemas) que abarca divindades, práticas, profecias, crenças, cosmovisões, profecias, éticas, sobrenaturalidade, transcendência, espiritismo e também espiritualidade.  O divino e o sagrado   são elementos comuns à maioria esmagadora das religiões, as quais existem em número desmedido …  são cerca de 10.000 em todo o mundo… e, curiosamente, cada uma afirma ser “única e verdadeira”, na demonstração da pequenez de quem   que as fundou e lidera!  Nas práticas religiosas   incluem-se rituais, sermões, festivais, venerações, sacrifícios, festas, transes e iniciações, mas também serviços prestados à sociedade onde cada religião se estabelece, como...

Ministério Público -- Factos

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O 25 de novembro -- Sousa e Castro, capitão de Abril, porta-voz do Conselho da Revolução

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 Excerto de uma entrevista trazido do mural do Facebook do jornalista Carlos Fino: “….Na altura, tivemos de lidar com o CDS, que era o partido legal mais à direita. Mas o CDS tinha gente civilizada e culta na sua liderança. Está a ver o Freitas do Amaral, o Adelino Amaro da Costa ou o Francisco Lucas Pires a reescreverem a História de Portugal? Está a vê-los a dizer: não, o 25 de Abril não foi uma revolução, a revolução foi o 25 de Novembro? Não estou a vê-los. Hoje temos a extrema-direita institucional, que é o Ventura, do Chega, e o Nuno Melo, do CDS. O Ventura é um aventureiro político, um populista, um tipo sem cultura e sem ideias. O Melo é um político medíocre, que se deixou arrastar pelo Ventura para esta ideia de comemorar o 25 de Novembro. O Luís Montenegro, e vou dizer isto com palavras claras, é uma pessoa muito ignorante. Com pouca cultura, que não sabe nada de História. Por isso, foi na onda. É a ironia da História.” Rodrigo Sousa e Castro Capitão de Abril e Comand...

PRESIDENTES DA REPÚBLICA EXÓTICOS – CURIOSIDADES ZOOLÓGICAS

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Na Venezuela, Maduro fala com o morto, Hugo Chávez, através de um canário; na Argentina, Milei escuta mensagens divinas através de um cão morto; em Portugal, Marcelo fala com os eleitores através de um pássaro da sua capoeira, Marques Mendes, seu alter ego. E o interessante é continuar a falar depois de voltar ao ensino, bem condecorado, como presidente vitalício da Casa de Bragança e a preparar-se para voar para a próxima Jornada Mundial da Juventude (JMJ) 2027, em Seul, onde a idade não é obstáculo para a bênção de Leão XIV, CEO da multinacional da fé católica, sediada no Vaticano.

Ministério Público

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  O amigo do Luís Evolução na continuidade. Agradecimento público. Era a última oportunidade. Só assim Marcelo poderia entregar o poder ao seu partido. Só lhe falta agora Marques Mendes em Belém para se vingar do 25 de Abril. 

Factos & documentos

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  Enquanto Trump ultimava o plano de capitulação da Ucrânia. Três líderes acossados pela extrema-direita.

PLANO DOS EUA PARA A PAZ NA UCRÂNIA (2) – Ontem no Facebook

1 – Este plano para a capitulação da Ucrânia, designado como plano para a paz, parece ter sido imposto à revelia das partes, pelo menos de uma, tal como o plano de paz para a Palestina, onde nem a Palestina nem Israel parecem ter sido ouvidos; 2 – A minha publicação, antes do anúncio por qualquer dos media portugueses a que eu tivesse acesso, deveu-se ao desejo de informar os meus leitores, em primeira mão; 3 – Cumprido esse desejo, li todos os comentários feitos até agora pelos meus leitores e a mágoa, revolta e azedume dos que se pronunciaram; 4 – Soube posteriormente que esta proposta foi apresentada a Zelensky com ultimato cuja resposta terá de ser dada até à próxima 5.ª feira; 5 – Independentemente de vir a pronunciar-me sobre o fim ou continuação da guerra na Ucrânia e as implicações para a UE, respondo a um aleivoso comentário que sub-repticiamente insinua a minha satisfação com o referido plano: – Não fui consultado, não interferi na sua elaboração e não emiti qualque...

PLANO DOS EUA PARA A PAZ NA UCRÂNIA

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  PLANO DOS EUA PARA A PAZ NA UCRÂNIA - Trouxe do jornalista Carlos Fino O plano de paz Trump 28 pontos também é confirmado e publicado por NY Post. Ele informa que Umerov concordou com a maior parte do plano, fez várias modificações nele, que os EUA incluíram e o apresentaram a Zelensky. O texto completo do plano de paz Trump de 28 pontos publicado por um deputado ucraniano e os meios de comunicação: 1. A soberania da Ucrânia será confirmada. 2. Será celebrado um acordo completo e abrangente de não agressão entre a Rússia, a Ucrânia e a Europa. Todas as ambiguidades dos últimos 30 anos serão consideradas resolvidas. 3. Espera-se que a Rússia não invada os países vizinhos e que a NATO não se expanda ainda mais. 4. Será conduzido um diálogo entre a Rússia e a NATO, mediado pelos Estados Unidos, para resolver todas as questões de segurança e criar condições para a desescalação, garantindo assim a segurança global e aumentando as oportunidades de cooperação e desenvolvimento económic...

O Reino Unido, os EUA e a União Europeia

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O Reino Unido alinhou sempre a sua política pela dos EUA. Sempre, sempre, sempre! Não foi por acaso que saiu da UE, para a debilitar e impedir a sua concorrência, quando eram idênticos o PIB e a população. Boris Jonhson foi o entusiástico executor. E basta comparar, depois disso, o aumento do PIB dos EUA e a anemia do da UE. Não foi por acaso que o mesmo Boris Jonhson, então PM do RU, e Biden prometeram à Ucrânia, em 2022, meios para se defender da Rússia, depois de armada durante a guerra civil. A UE limitou-se a ser aliado fiel dos EUA que não gostam da UE. Trump apenas se tornou, na sua boçalidade, mais transparente. A UE continuou satélite dos EUA, cofinanciou a guerra contra a invasão russa, e acabou sozinha nesse apoio quando os interesses geoestratégicos dos EUA, debilitadas a UE e a Rússia, visaram a China, a única potência rival, na competição económica e financeira. É de temer a reação eleitoral dos países da UE perante uma Comissão Europeia, que não só se transformou...
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            Cartune de Varella  

A pérfida Albion

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O Reino Unido alinhou sempre a sua política externa pela dos EUA E agora, senhora Ursula Von der Leyen?

Espanha – 50.º aniversário da morte de Franco

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Em 20 de novembro de 1975 faleceu bem confessado e magnificamente ungido o maior genocida da história dos países ibéricos. Centenas de milhares de mortos, execuções nas arenas, a monarquia e o país que delapidou, para benefício pessoal e dos amigos, foram a herança de 39 anos de poder discricionário, despótico e amoral. A guerra civil espanhola (1936/39) foi feroz de ambos os lados da barricada, mas foi um golpe de Estado que derrubou o governo eleito, e foi Franco, cuja sedição Pio XI considerou ‘ Cruzada’ , que iniciou a ditadura que Hitler, Mussolini e Salazar apoiaram. Em Madrid, o delinquente Francisco Franco, que servira às ordens do general mutilado, Millán Astray, autor do grito Viva la muerte !, continuou a matar os ex-rivais através das milícias, que lhes faziam esperas, depois da guerra. O seu diretor espiritual, Escrivà de Balager, que fundaria o Opus Dei, estagiou nessa função para a canonização. Franco, cuja consciência nunca o atormentou, deixou como herança uma mo...