Notas Soltas

Notas Soltas

Passos Coelho – O patriota que já gostava do «nosso Ultramar infelizmente perdido», está disposto a ser vice-primeiro-ministro do 4.º Pastorinho. Quem o julgava um inútil, enganou-se, consegue fazer ao Governo a oposição de que o PS é incapaz.

Rita Matias – Já invadiu a Faculdade de Direito, 2025, e a de Letras, 2026, em Lisboa, e agora os estúdios da Rádio Universidade de Coimbra. Com esta experiência está apta a comandar marginais na ocupação de gabinetes alheios. Quem vandalizou o do André?

4.º Pastorinho – Após a homenagem que lhe rendeu o ex-gestor da Tecnoforma e PM, o nível de rejeição diminui e a sua cotação no mercado eleitoral dispara. Será vice-PM, ou PM, se a cumplicidades do PSD com a extrema-direita continuar e o País ensandecer.

Andy Burnham – O novo PM inglês, vítima de uma espécie de loucura que percorre o Mundo, acusou a Rússia, suspeita do costume, de responsável pelo Brexit. Faltou dizer que Boris Johnson é russo, quiçá comunista, e que os EUA eram contra o Brexit.

UE – Aprovadas 1.600 sansões, “o maior pacote de sempre” contra a Rússia, linguagem tipo Trump, irá de pacote em pacote até à derrota final, da Rússia ou da UE, sem desejar parar a vertigem suicida e orgia de morte que a devora.

UE (2) – A Rússia quer dividir as nações da UE, e vice-versa, mas é ingénuo não ver os EUA como o país mais empenhado na sua desintegração, um objetivo dissimulado que o atual inquilino da Casa Branca explicitou e se esforça por cumprir.

EUA – Trump comprometeu a honra do país, mas deixa-lhe protetorados, Venezuela e Gronelândia, e satélites, Argentina e Brasil, este através de um marginal. Pode ser preso, sem acabar o mandato, com o País a definhar, a reputação arrasada, e o mundo pior.

Espanha – O país que mais cresce na UE, única democracia a opor-se à invasão israelo-americana do Irão e às exigências armamentistas da Nato, vai a eleições para a extrema-direita chegar ao poder. A História repete-se e o franquismo regressa, agora pelo voto.

França – A violência das manifestações onde os extremistas e os marginais se unem é a ajuda de que a extrema-direita precisa para chegar ao poder. Os demónios totalitários regressam à Europa, com a França a ser o laboratório onde o melhor e o pior germinam.

PM – A maior ironia no PSD não é o alheamento da degradação ética e da governação medíocre, é ter militantes que o queiram ainda mais à direita. Nem a abstenção entre um social-democrata descolorido e um extremista, na eleição para PR de direita lhes bastou.

PR – O silêncio de A. J. Seguro perante a Justiça, a desagregação do governo, o assalto não esclarecido ao gabinete do líder do CH, na AR, e a invasão e assalto aos microfones da Rádio Universitária de Coimbra, por deputadas extremistas, é inquietante e perigoso.

Porto – A repressão policial contra uma manifestação lembrou a ditadura. Era escusada tamanha violência perante o legítimo protesto de jovens que Montenegro designou egoísticos [sic] e são apenas jovens sem casa e sem esperança.

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