Mensagens

À atenção da PGR

Imagem
Um Ministério Público tão lesto a arquivar os processos da sublevação de polícias e tão lento a dar explicações sobre o processo do primeiro-ministro que derrubou, deixa a impressão de ter uma agenda em sintonia com o Chega. Basta!

Factos & documentos

Imagem
 

Meus tweets de hoje

Chega – Exigir urbanidade e respeito ao partido fascista para com as deputadas de esquerda é como esperar de Marcelo neutralidade partidária e sentido de Estado.   Iniciativa Liberal – Os liberais não são fascistas porque defendem a democracia, salvo se esta impedir o liberalismo, como aconteceu no Chile de Pinochet. Na Argentina, não foi preciso, as eleições levaram ao poder um desmiolado neoliberal que frequenta a extrema-direita. À atenção da PGR – Um Ministério Público tão lesto a arquivar os processos da sublevação de polícias e tão lento a dar explicações sobre o processo do primeiro-ministro que derrubou, deixa a impressão de ter uma agenda em sintonia com o Chega. Basta
  A LIBERDADE QUE ABRIL NOS DEU No princípio era o lápis azul… Por Onofre Varela Nos 50 anos da Revolução dos Cravos apetece-me falar da Liberdade conqu istada e graças à qual tenho vindo a preencher este espaço no nosso jornal Alto Minho. Na  verdade, antes de Abril de 1974, era impensável alguém publicar a sua opinião sobre Religião, livremente, do modo como o tenho feito aqui desde Março de 2022, sob  o ponto de vista de um ateu, expondo, com plena liberdade, a minha opinião diversa da do religioso comum, respeitando-o na sua religiosidade mas não calando a minha voz. Devo esta Liberdade (todos nós a devemos) aos heroicos militares de Abril… e é exactamente por aqui que vou começar: nunca gostei de militares!… Cumpri o serviço militar obrigatório (de Fev. de 1965 a Fev. de 1968) contra a minha vontade. Na minha juventude as palavras “Pátria” e “Portugal” soavam-me a falso. A Pátria era uma quinta que não era minha… nela eu não passava de um lacaio dos patrões da propri...
Imagem
                                                                                                                                      Cartune de Varella

Se eu fosse iraniano …

Imagem
Em nome da liberdade, contra a polícia teocrática, regozijar-me-ia, e, se fosse iraniana, em nome da dignidade da mulher, exultaria para vingar a morte de Mahsa Amini, presa por não usar de forma correta o hijab, e em solidariedade com as jornalistas presas por divulgarem a sua morte. E nunca, mas nunca, chamaria «bondoso profeta» ao beduíno amoral que teve visões entre Medina e Meca e julgou que o vetusto anjo Gabriel lhe ditou um manual, misto de judaísmo e cristianismo, em péssima tradução e defensora dos piores costumes.

Efeméride – 50.º aniversário

Imagem
20-05-1974 – Há 50 anos Américo Tomás e Marcelo Caetano partem para o exílio no Brasil, num ato de grande generosidade dos capitães de Abril. A ditadura ficou por julgar.

Memórias da ditadura fascista – 70.º aniversário do assassinato de Catarina Eufémia

Imagem
Há 70 anos o abrutalhado tenente da GNR, Carrajola, ficou na memória dos portugueses por ter assassinado a tiro uma ceifeira analfabeta, mãe de três filhos, durante uma greve de assalariados rurais, quando esta resistia à repressão fascista. Hoje é dia de recordar, com raiva e nojo, o assassino impune, e de exaltar Catarina Eufémia, símbolo da mulher corajosa cujo martírio perdura na memória dos que não esquecem a ditadura salazarista e os alegados brandos costumes. Quando a hidra fascista renasce sob vários disfarces, recordar a mãe-coragem de 26 anos, é homenagear as mulheres que lutaram pela dignidade e combateram a exploração. Ser mulher, pobre, analfabeta e assalariada rural foi o ónus de milhares de portuguesas que sofreram a ditadura. Catarina morreu a combater, com a intuição de que é preferível morrer lutando do que desistir e sobreviver na escravidão. *** RETRATO DE CATARINA EUFÉMIA Da medonha saudade da medusa  que medeia entre nós e o passado dessa palavra polvo da recu...

DN, hoje

Imagem
  Talvez seja verdade, mas… Antes de 2 de abril as greves eram servidas assustadoramente na abertura dos telejornais, agora «são assuntos para a segunda parte do telejornal».

ANCORADOURO

Imagem
Alguns leitores perguntam onde podem adquirir o meu livro «ANCORADOURO». Resposta – Em qualquer livraria. (Já está na generalidade das livrarias Bertrand, FNAC e Almedina, mas qualquer outra o pode pedir à Âncora Editora. Os leitores interessados podem igualmente pedir o envio pelo correio à Âncora Editora, Wook ou Bertrand.

António Costa

Resistiu à pandemia, à guerra na Ucrânia, ao jornalismo militante, à direita dura e aos juros elevados. Só não resistiu aos esforços conjugados do Ministério Público e do PR com a PGR. Montenegro, Aguiar Branco e Chega são efeitos secundários da central de intoxicação de Belém e o País continua abúlico sem exigir explicação das suspeitas que ditaram a queda de um primeiro-ministro.

AR e o racismo

Imagem
Quando o PR, em modo Ventura, filosofa sobre a imprevisibilidade dos rurais e a lentidão dos orientais, é natural que o PAR não distinga um crime de uma opinião.

Notas Soltas

André Ventura – O homem tem orgulho em «toda, toda, toda a História de Portugal» – disse   ele –, mas é para os 48 anos da ditadura de Salazar / Caetano que vai toda, toda, toda a sua admiração e enlevo. Governo – Quando se escolhem mal os ministros não se pode esperar que estes escolham bem, mas talvez seja o PM o maior erro de casting do XXIV Governo Constitucional.

SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DE LISBOA - Última hora

Imagem
 O Governo já nomeou um gestor para substituir Ana Jorge.  É um banqueiro conhecido em Moçambique.

Da série: Frases para a História

Imagem
 

Carlos Moedas

Imagem
Da série: Viva a coerência!  

Obrigado.

Imagem
 

Até logo, dilet@s

Imagem
 

É a vida!

Imagem
 

Para memória futura -- Aeroporto de Lisboa

Imagem