O PSD e o TGV

Durão Barroso estudou na cartilha de Mao e aprendeu nos salões de chá ingleses, que ora frequenta ao serviço do banco Goldman Sachs, a ver as armas químicas de Saddam Hussein.

Já poucos se lembram da promessa de Durão Barroso, de que enquanto houvesse uma criança sem médico, não haveria TGV no País em que o PSD tinha votado contra a criação do SNS.

Depois, esquecido da promessa eleitoral, quando rejubilava com a invasão do Iraque, assinou cinco contratos de linhas de TGV a que não faltou a do Porto/Tuy, enquanto o País ficou mais periférico sem ligação ferroviária rápida a Espanha e à Europa.

Hoje, sem os avultados subsídios então disponíveis para as ferrovias de alta velocidade, estamos cada vez mais dependentes dos transportes rodoviários, da chantagem das empresas de transporte rodoviárias e de energias poluidoras.
Dos TGV de Durão Barroso resta a versão da foto, lenta e melancólica, a ligar a Lousã a Coimbra.


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