Desabafo

Desde 26 de novembro de 2015, sem Passos Coelho e Paulo Portas, e há um ano sem Cavaco Silva (9 de março de 2015) o ar que se respira é outro. O País parece uma casa onde as janelas deixaram entrar o ar que extinguiu os fungos.

Agora só falta que ao dia sem carros, o País decida criar um dia sem Marcelo, não porque o titular de Belém seja antipático, mas porque os portugueses merecem um dia de folga.

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