Assunção Cristas, a populista com contrato a prazo

Assunção Cristas, nascida por feliz coincidência no dia 28 de setembro de 1974, dia em que um golpe de direita fracassou em Portugal, trouxe de Luanda um ressentimento que se transformou em azedume contra a esquerda. A religiosidade que a devora, e necessita de exibir, aproxima-a mais de uma líder extremista do que da direita moderada.

Sabe-se que de bancos percebe pouco e entregou o futuro do BES, a pedido da amiga do PSD, às contingências da sorte. Como fez parte de um governo que deixou os bancos na desgraça, não se lhe podia exigir mais como Ministra da Agricultura, Mar, Ambiente e Ordenamento do Território. Bastou-lhe mandar fazer, por medida, umas galochas e um boné para imitar Paulo Portas, ignorando que as imitações são piores do que o original.

Como resolveu disputar eleições autárquicas, para fingir que o CDS é mais do que uma muleta do PSD, até de transportes julga saber. A ignorância sobre os custos leva-a, num golpe de populismo de quem nem uma junta de freguesia vai gerir, a pedir 20 estações de Metro, para Lisboa. Mais vinte!
   
Assunção Cristas há de julgar que as 20 estações de metro são o duplo-decâmetro da caixa métrica da sua escola primária.

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