Pacto na justiça


Nem todos estão satisfeitos. Ainda bem.

O presidente da exótica Associação Sindical de Juízes (ASJ), um organismo anómalo que confere direito sindicais a titulares de um órgão da soberania, já veio manifestar a sua discordância com o pacto. É um bom indicador da bondade das medidas acordadas.

É inaceitável que o poder judicial, cuja independência é apanágio do Estado de direito, pretenda partilhar ou condicionar o poder executivo.


Também no CDS, cuja irrelevância é um bom sintoma, a «banda» aproveitou para se sublevar contra o provisório «regente» da desafinada orquestra – Ribeiro e Castro.

Telmo Correia, indefectível de Paulo Portas, interpreta a exclusão do CDS/PP do acordo entre o PS e o PSD como «um sinal da progressiva irrelevância» do seu partido.

Telmo Correia, não sendo um génio, descobriu o óbvio ululante.

Comentários

Anónimo disse…
Vamos ser objectivos.

O "bloco central" já deve levantar interrogações aos socialistas.
Particularmente, aos eleitores PS (não filiados) a quem lhes foi solicitado o voto para uma maioria... para governar, como?

Uma "frente" incluindo toda a direita (PS+PSD+CDS/PP)
- como insinua Telmo Correia assestando baterias no presidente do CDS - seria...
o fim da picada!

ou, então, lá "gramávamos" com...
Celeste Cardona para PGR?
Anónimo disse…
Para o comentador das 12.01."só a proximidade faz com que o cu tenha a ver com as calças"

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