Não seria altura, depois do último desastre, de nomear um professor de Direito Penal, de reconhecido mérito? A vitória das corporações é a derrota do nosso futuro.
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Anónimo disse…
Os portugueses "sabem" - estão à espera - que, apesar de todas as piruetas de Sócrates, Marques Mendes e Cavaco, dê à costa um "pacote" de pactos "reformadores":
- da lei eleitoral; - da segurança social; - da administração pública; - do SNS; etc.
Virá o dia - provavelmente tarde - o PS vai aperceber-se que, em termos de identidade partidária, independência política e matriz ideológica, fez um "pacto com o diabo". (...passe a expressão bíblica).
Virá, depois, o dia em que todos vamos constatar que não há mais política - tudo é economia.
O triunfo da celebrada "sociedade civil".
Anónimo disse…
PORTO, 2006.09.16 Em minha opinião, a injustiça da justiça vai mandar o País para o fundo. Depois da cena ridícula de J M Júdice, ex - bastonátio que ficou a falar sózinho, do parecer do catedrático Gomes Castilho a destempo sobre o apito dourado, do péssimo trabalho do ainda PGR, tudo isto nos vem dizer que a justiça em Portugal está insegura. Já ouvi falar em novo Procurador mas não espero melhorias algumas. E quando assim é...
O artigo anterior sugere a nomeação de um professor de Direito Penal, de reconhecido mérito? Ora o problema está precisamente aí, na falta de mérito dos nossos especialistas em Direito. Pelo menos é isso que nos é dado observar. JS
Li no excelente blogue De Rerum Natura , num post de Carlos Fiolhais , o seguinte: «De facto, o candidato a rei é autor de um opúsculo laudatório do Beato Nuno, onde se pode ler esta pérola: “Q uando passava de Tomar a caminho de Aljubarrota, a 13 de Agosto de 1385, D. Nuno foi atraído a Cova da Iria, onde, na companhia dos seus cavaleiros, viu os cavalos do exército ajoelhar, no mesmo local onde, 532 anos mais tarde, durante as conhecidas Aparições Marianas, Deus operou o Milagre do Sol» (“D. Nuno de Santa Maria - O Santo” , ACD Editores, 2005).»
Fiquei maravilhado com o que li e, sobretudo, por saber que o Sr. Duarte Pio escreve.
O Sr. Duarte Pio, suíço alemão, da família Bourbon, imigrante nacionalizado português pela conivência de Salazar e pelo cumprimento do Serviço Militar Obrigatório, podia emprestar a imagem às revistas do coração mas precaver-se contra a ideia de publicar opúsculos.
Claro que não é necessário saber falar para escrever e, muito menos, ...
Antes das 11 horas da manhã, uma numerosa comitiva de polícias, militares da GNR, e alguns outros do Exército, tomaram posições em frente à Igreja de Santa Cruz. Bem ataviados esperavam a hora de deixarem a posição de pé e mergulharem de joelhos no interior do templo do mosteiro beneditino cuja reconstrução e redecoração por D. Manuel lhe deu uma incomparável beleza. Não era a beleza arquitetónica que os movia, era a organização preparada de um golpe de fé definido pelo calendário litúrgico da Igreja católica e decidido pelas hierarquias policiais e castrenses. Não foi uma homenagem a Marte que já foi o deus da guerra, foi um ato pio ao deus católico que também aprecia a exibição de uniformes e a devoção policial. No salazarismo, durante a guerra colonial, quando as pátrias dos outros eram também nossas, não havia batalhão que não levasse padre. Podia lá morrer-se sem um último sacramento!? Éramos o país onde os alimentos podiam chegar estragados, mas a alma teria de seguir lim...
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- da lei eleitoral;
- da segurança social;
- da administração pública;
- do SNS;
etc.
Virá o dia - provavelmente tarde - o PS vai aperceber-se que, em termos de identidade partidária, independência política e matriz ideológica, fez um "pacto com o diabo".
(...passe a expressão bíblica).
Virá, depois, o dia em que todos vamos constatar que não há mais política - tudo é economia.
O triunfo da celebrada "sociedade civil".
Em minha opinião, a injustiça da justiça vai mandar o País para o fundo. Depois da cena ridícula de J M Júdice, ex - bastonátio que ficou a falar sózinho, do parecer do catedrático Gomes Castilho a destempo sobre o apito dourado, do péssimo trabalho do ainda PGR, tudo isto nos vem dizer que a justiça em Portugal está insegura. Já ouvi falar em novo Procurador mas não espero melhorias algumas. E quando assim é...
O artigo anterior sugere
a nomeação de um professor de Direito Penal, de reconhecido mérito? Ora o problema está precisamente aí, na falta de mérito dos nossos especialistas em Direito. Pelo menos é isso que nos é dado observar.
JS