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A FRASE
Por
Carlos Esperança
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A descolonização trágica e a colonização virtuosa
Por
Carlos Esperança
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Ramalho Eanes referiu como trágica a descolonização em que «milhares de pessoas foram obrigadas a partir para um país que não era o seu». Tem razão o ex-PR cujo papel importante na democracia e o silêncio o agigantou depois da infeliz aventura por interposta esposa na criação do PRD e da adesão à Opus Dei, sempre por intermédio da devota e reacionaríssima consorte, que devolveu o agnóstico ao redil da Igreja. Eanes distinguiu-se no 25 de novembro, como Dinis de Almeida no 11 de março, ambos em obediência à cadeia de comando: Costa Gomes/Conselho da Revolução . Foi sob as ordens de Costa Gomes e de Vasco Lourenço, então governador militar de Lisboa, que, nesse dia, comandou no terreno as tropas da RML. Mereceu, por isso, ser candidato a PR indigitado pelo grupo dos 9 e apoiado pelo PS que, bem ou mal, foi o partido que promoveu a manifestação da Fonte Luminosa, atrás da qual se esconderam o PSD e o CDS. Foi nele que votei contra o patibular candidato do PSD/CDS, o general Soares...
Comentários
2º trimestre de 2007 - 7.9%
2º Trimestre de 2006 - 7.3%
Enfim...
´Lá para o Brasil. E até já há romarias.
Abaixo as abelhas!
Viva o mel divino!
Queria aproveitar este "espaço dos leitores" para prestar a minha modesta homenagem ao grande músico recentemente falecido - Max Roach.
Tendo sido, juntamente com Clarke, um dos percursores do "bebop", tocou muitas vezes com Charlie Parker e foi, anos mais tarde, um dos mais importantes e participativos criadores do "Hard Bop".
Foi, sem qualquer favor, um incomparável "drummer".
Chegou, nos anos 60, a ser incluido na "lista negra" da indústria fonográfica americana, mas a sua relevante qualidade musical e a sua grandeza humana, acabou por consagrá-lo como músico percursionista de grande prestígio e genialidade tornando-se uma referência mundial do jazz. Recebeu, na Universidade de Harvard, o prémio de "Jazz Master"...,i.e., uma justa (mas tardia) consagração.
Enfim, o Mundo mais pobre.
o casal proprietário da santa permite que esta seja vista pelos fiéis, mas ninguém lhe pode mexer. O padre lá do sítio já veio dizer que o casal é de toda a confiança mas que precisa de tempo para determinar a origem do fenómeno. Ora se o casal é honesto, é claro que só pode ser milagre.
Não sei porquê mas tenho a sensação que os seus escritos são sempre antecedidos de muita pesquisa enciclopedica, talvez pela forma de escrever os factos.
Se tal é verdade, o que lhe sobeja em rigor falta-lhe em espontaneiadade.
Deixe lá porque poucos se podem gabar de escrever tanto e ser criticados por tão pouco.
Se tivesse uma santa que escorrese mel deixava que o povo lhe tocasse?
Não interprete de ânimo leve a vontade do casal como uma tentativa de esconder uma fraude.
Em todo o caso, acho que naturalmente deva manter as suas conviccções sem argumentos noviçais.
Se eu tivesse uma santa que escorresse mel, por que motivo haveria de impedir que alguém lhe tocasse?
Também tivemos uma santa que chorava sangue, lembra-se?
Espero que estejamos cá os dois na altura de desvendar o mistério...