Num país disfuncional, onde os diretores-gerais apresentam a demissão para evitar a dos ministros, como aconteceu com o Comandante-Geral da PSP que seria substituído pelo que, na sua atuação, deu origem à demissão, cria-se um lugar político para os abnegados mártires. Na PSP, hoje com 13 oficiais equiparados a generais de 3 estrelas, arranjou-se um lugar… em Paris, por 12 mil euros mensais, para o desprendido demissionário.
A demissão do responsável máximo da Autoridade Tributária, um diretor-geral, tem certamente à espera uma sinecura à altura do sacrifício. Imolou-se no altar da hipocrisia ao serviço da degradação ética do regime que este Governo e esta maioria, à rédea solta, levam a cabo, com o PR preso curto.
Um país onde o segredo fiscal, à semelhança do de justiça, é para ser violado, protegem-se os amigos, hoje os deste Governo, amanhã os do próximo. O sigilo fiscal era a prática dos funcionários de Finanças como os pagamentos à Segurança Social e ao fisco o eram dos governan…
Comentários
O povo é que sofre. Abaixo os corruptos de direita (PS, PSD e CDS).
Como não explicou o envolvimento com Bush na guerra do Iraque.
Como não explicou nos voos da CIA.
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Está noutra.
Quer aparecer "de novo", no fim do(s) mandato(s) de Cavaco e Silva, são e escorreito, "liberto" de qualquer mácula.
Conta, ou com a nossa imbecilidade, ou com a nossa amnésia.
Para o resto, não está. Foi (fugiu) para a Europa.
Para "exemplo" devia-se pensar no tempo e ver quem teve responsabilidades em tal, e que essa mesmas pessoas fossem punidas, como qualquer cidadão Português que falte às suas obrigações.
Se não for assim, continua a existir cidadãos de 1ª e de 2ª, e outros com mais possibilidades de ... limparem a cara.