Num país disfuncional, onde os diretores-gerais apresentam a demissão para evitar a dos ministros, como aconteceu com o Comandante-Geral da PSP que seria substituído pelo que, na sua atuação, deu origem à demissão, cria-se um lugar político para os abnegados mártires. Na PSP, hoje com 13 oficiais equiparados a generais de 3 estrelas, arranjou-se um lugar… em Paris, por 12 mil euros mensais, para o desprendido demissionário.
A demissão do responsável máximo da Autoridade Tributária, um diretor-geral, tem certamente à espera uma sinecura à altura do sacrifício. Imolou-se no altar da hipocrisia ao serviço da degradação ética do regime que este Governo e esta maioria, à rédea solta, levam a cabo, com o PR preso curto.
Um país onde o segredo fiscal, à semelhança do de justiça, é para ser violado, protegem-se os amigos, hoje os deste Governo, amanhã os do próximo. O sigilo fiscal era a prática dos funcionários de Finanças como os pagamentos à Segurança Social e ao fisco o eram dos governan…
Comentários
Agora arranjaram uma tropa de mercenários, onde as coisas têm valor de mercado. É pegar ou largar, e pagar.
Aprendizes de feiticeiro, é o que é!
Sim,o que é que eles estãocá a fazer? Alguém sabe?.
'Eles', quem são eles?
O exército, os militares, a tropa?
Se sim, não lhes compete estudar a rede de ensino, há 'especialistas' para isso; não lhes compete estudar o sistema de saúde, há crâneos responsáveis por isso; e em relação à primeira, à segunda, ou à terceira infância, só lhes competem a eles tarefas de salvamento ou em contexto de catástrofe.
Fora disso, são um elemento fundamental na definição das políticas externas e na cooperação internacional moderna.
E são dos poucos que não nos envergonham internacionalmente, fique-se lá com essa.
Tenho pena do meu país.
Se for pessoal civil contratado (avençado) é legítimo perguntar o que andam por lá a fazer.
Julgo que existem destes especialistas, na Madeira, a rodos.
Então qual a justificação desta manobra despesista?
O dinheiro que sustenta as FA saí do OGE.
Vamos lá a esclarecer...
Só faltou dizer que a culpa, também neste caso, deve ser de AJJ :)
Não necessito, de explicações sobre o valor que poderiam ter as Forças Militares se, em tempo de Paz, estivessem postas ao serviço da Nação que lhes paga o respectivo salário.
Política Externa !!??. Preocupo-me fundamental mente com a falta de política interna bem direccionada, e que dê resposta às nossas prementes necessidades, e nas quais as Forças armadas deveriam ter um papel fundamnetal.
"Cooperação", preferia ver as Forças Armadas Portuguesas ao serviço dos Portugueses; ex.: a Engenharia no arranjo/abertura de novos caminhos; Comandos, O.E., Fuzileiros, Páras, e etc., na vigilância (especialmente) no Verão, da mancha verde que ainda temos; demais especialidades em tarefas de apoio ao Poder Local e às Populações.
Em suma, apoio interno e nada mais.