A ditadura e o clero português

Há folhetos que valem dezenas de páginas de um compêndio, panfletos que se tornam o libelo acusatório de um regime e da cumplicidade que o perpetuou, papéis que ficaram a atestar uma época, um regime e a Igreja de que o ditador foi o produto.

Para os que esqueceram as rezas das missas pela longevidade dos governantes e orações pias de agradecimento aos próceres do fascismo, aqui fica um documento para gáudio dos democratas e vergonha dos fascistas.


Comentários

e-pá! disse…
CE:

Este miserável panfleto dificilmente fará o 'gáudio' dos democratas. O fascismo não foi propriamente uma folia... para os democratas que convicta e abnegadamente o combateram.

Por outro lado, os fascistas não têm vergonha (como se alvitra).
Tão simplesmente estão à espreita de novas oportunidades apostando no cavalgar de uma (nova) onda populista, sem conseguir esconder os tiques autoritários e repressivos de antanho, que alimentam o (seu) visceral despotismo.
Presentemente, dispensam a limitada via panfletária e optaram pelo 'massacre' (organizado e difundível) através dos média e das redes sociais.

Todavia, os ignaros e ocultos autores do panfletário livreto (exibido no post), que mais parece uma bula, andam por aí (na rua, nos clubes, nas escolas, nos grémios, nos templos, nas sacristias, ...) travestidos com outras roupagens.
Mas - não tenhamos dúvidas - são os mesmos!
Manuel Galvão disse…
Este foi como o Bruno de Carvalho.
Depois de endireitar as finanças e de controlar as greves selvagens, deu ouvidos a uns quantos fascistas que lhe cantaram a loa do poder eterno... e alinhou ! estúpido !

Se não fossem estúpidos podiam ter ficado na história dos respetivos clubes,do lado bom...

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