A metamorfose do fascismo, que regressa – 3

A fusão do CHEGA com o PPV/CDC*, ao qual uma insólita decisão do Tribunal Constitucional, ao arrepio da CRP e da sua própria jurisprudência, permitiu usar uma designação confessional, a simpatia reiterada do cardeal Clemente, o apoio do Movimento Zero de polícias, dos exóticos Médicos pela Verdade, do Opus Dei  e de outros grupos e personalidades de porte duvidoso, criaram as condições para o partido fascista singrar. [* Partido Cidadania e Democracia Cristã (PPV/CDC)]

Para se ter ideia do que pensam os militantes do Chega, deixo aqui comentários de um leitor da minha página de Facebbock, que me abstenho de adjetivar, escolhido por usar um português aceitável e manifestar conhecimentos políticos. Apenas faço notar que defendendo a guerra colonial, fugiu dela, não por discordância ideológica, por medo, e que não é versado em química, quando se refere aos «maus metanos».

Joaquim Torrado – Militante do Chega

«Esquecia-me de mencionar outra organização controlada pelos globalistas, a OMS chefiada por um pantomineiro comunista e relevar que escolheram outro dedicado serviçal traidor, um tal Toino Guterres à cabeça da ONU. Nenhuma pouca vergonha é poupada aos desgraçados portugueses da tão malfadada era pós-abrileira. Felizmente que há luz ao fim do túnel com o Chega e o corajoso André Ventura nos comandos.»

In CRÓNICAS DA MEMÓRIA 2 – Primeira Comunhão (Comentário às 9H46 de 25-9-20020. (comentário isolado)

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Diálogos em comentários seguidos

Joaquim Torrado

Legítima defesa é defender o seu país dos invasores. Transgredir as fronteiras dum país é crime. Qualquer país tem o direito de se defender pelas armas ou não foi assim que sempre fizeram todos os povos ao longo da História? Além disso os "refugiados" vêm raramente de países em guerra, são imigrantes económicos atraídos pelas facilidades de viverem bem sem trabalhar ou enriquecerem com tráficos e outros ilícitos. Apenas instalados sonham logo tomar conta disto, submeter-nos pela violência ao mau metanismo, a religião dos invasores/ocupantes, substituir-nos racialmente (genocídio branco) e culturalmente (colonização) até transformar os nossos países nos mesmos shit-holes donde vieram.

 · Responder · 15 h

Carlos Esperança

Joaquim Torrado, também conta para a guerra colonial em que houve um exército de ocupação no país dos outros? Aliás, era o que Hitler pensava, a necessidade de um espaço vital de que o seu Chega copiou a ideologia.

 · Responder · 5 h

Joaquim Torrado

Carlos Esperança guerra colonial? Hitler e reductio ad Chegorum? Acaba de atingir magistralmente o ponto Godwin. Está a falar da guerra que grupos de terroristas armadas pelos soviéticas, a China comunista e o governo americano e moveram em vão pela guerra de guerrilha roubar as nossa províncias ultramarinas? Nossas sim, com a legitimidade dos 500 anos de presença civilizadora e muito esforço e sacrifício pelo desenvolvimento global de todos os territórios integrantes da Nação multiracial portuguesa. Factos reais e não falsificação politicamente correcta da História. Acha que os ultramarinos estão melhor agora que no tempo do "colonialismo" português? Muitos deles suspiram que Portugal volte rápidamente e em força para retomaram o destino que lhes coube de desenvolvimento e dignidade, mas agora defraudados dessa esperança por corjas de vagabundos e corruptos "governantes" que assaltaram o poder depois da traição das nossas "elites" militares do esquerdalho pró- soviético e cubano. Que o esquerdalho anti-patriota continua a idolatrar como grandes heróis da humanidade, quem não passou de criminosos sanguinários. "Atirem-nos aos tubarões", lembra-se?

 · Responder · 4 h

Carlos Esperança

Joaquim Torrado, eu estive 26 meses em zona de guerra.

 · Responder · 4 h

Joaquim Torrado

Carlos Esperança porque foi lá se era contra as possessões ultramarinas portuguesas e negava a nossa legitimidade? Penso que devia lá voltar agora, ouvir as vítimas do engodo anti-colonialista e observar as diferenças entre o tempo do maldito "fascismo" e o agora, o do tempo da "democracia" e da independência tribal. Se calhar é melhor não ir, podia morrer de desgosto e arrependimento pelo apoio politico que deu e militou a favor da "auto-determinação" dos bandos de terroristas afro-soviéticos. Eu sofro de remorsos por ter pensado a mesma coisa. Bem me enganaram os adultos universitários esquerdalhos da época em que eu mal rapava o bigode.

 · Responder · 3 h

Joaquim Torrado

Olhe, está ao corrente do ataque terrorista mau metano hoje em Parias? Mais uma vez um ataque contra o Charlie Hebdo por banda dos invasores islamonazis em jihad de conquista do Ocidente.

 · Responder · 3 h

João Moreira

Joaquim Torrado você decida-se, afinal são invasores " islamo-esquerdistas" ou "islamonazis" 🙂? Isso é no que dá não tomar a medicação. Tem de pedir ao André para lhe lembrar...

 · Responder · 3 h

Joaquim Torrado

João Moreira islamo-esquerdistas é outra coisa, mas você tem dificuldade em interpretar os textos. Isla-esquerdismo é a aliança do esquerdalho e dos maus metanos que os primeiros querem instrumentalizar e acicatar por razões de oportunismo político e eleitoral. São aliados agora, mas serão eles as primeiras vítimas depois, quando os islamonazis não precisarem deles e os considerarem como traste inúteis para a sua agenda de invasão/conquista das nossas terras. Foi sempre assim em todas as situações, vidé por exemplo o que aconteceu ao esquerdalho aliado no Irão depois do Khomeiny ter tomado o poder. Chacinados e perseguidos.

 · Responder · 3 h

Carlos Esperança

Joaquim Torrado, porque a ditadura dos seus me obrigou.

 · Responder · 3 h

Joaquim Torrado

Carlos Esperança podia ter feito como eu, sair do país e asilar-se noutro. Já não era obrigado a ir combater os turras comunas.

Às 23H22 de 24-7-2020 in Carlos Esperança 23 de setembro às 17:05  ·Conteúdo partilhado com: Público (Título do post: Há 5 anos) 


Comentários

Laurentino disse…
Por favor não responda a energúmenos... distanciamento social...
mensagensnanett disse…
Os HIPÓCRITAS que pretendem o fim da liberdade de expressão na internet... dizendo que é preciso combater o discurso de ódio... SÃO ELES PRÓPRIOS DIFUSORES DO MAIOR DISCURSO DE ÓDIO DO PLANETA:
- o discurso dos migrantes!!!
.
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Uma frase que os africanos (e demais aspirantes a donos da demografia) nunca dizem:
- «respeitamos a existência de povos autóctones no seu espaço».
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Ora, de facto, o problema dos africanos (e dos demais...) não são Direitos Humanos... mas sim... ganância/tiques-dos-impérios:
- possuem imensos territórios ao seu jeito... pois mas... eles vêem nas Intenções Identitárias um obstáculo aos seus tiques-dos-impérios;
- mais, eles investem no caos para ocupar e dominar novos territórios.
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Os africanos (e os demais...) SÃO PORTADORES DO MAIOR DISCURSO DE ÓDIO DO PLANETA:
-1- eles falam nos problemas climáticos... não no sentido... de existir respeito para com os povos autóctones de pequena pegada ecológica que procuram prosperar ao seu ritmo... mas,pelo contrário... procuram institucionalizar o ódio/intolerância para com os povos autóctones de pequena pegada ecológica (que reivindicam a LIBERDADE de prosperar ao seu ritmo no SEU espaço) com a argumentação de que "o problema climático é um problema global";
-2- eles acusam de «RACISTAS» a mão-de-obra servil que protesta afirmando o óbvio:
- "num planeta aonde mais de 80% da riqueza está nas mãos dos mais ricos, que representam apenas 1% da população, quem deve pagar a ajuda aos povos mais pobres é a Taxa-Tobin e não a degradação das condições de trabalho da mão-de-obra servil de outros povos";
-3- eles acusam de «RACISTAS» os povos que não estão interessados em corridas demográficas:
- ou seja, os povos que investem em filhos no sentido que eles tenham boas condições de trabalho... quer trabalhem (ou não) como mão-de-obra servil;
- ou seja, os povos NÃO interessados em receber a abundância de mão-de-obra servil que os aspirantes a donos da demografia estão disponíveis para fornecer.
-4- etc.
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---» Os ‘globalization-lovers’, UE-lovers, etc, que fiquem na sua... os Separatistas Identitários (separatistas-50-50) não estão interessados em ‘tiques-dos-impérios´... mas sim, em LIBERDADE, isto é:
– todas as Identidades Autóctones devem possuir o Direito de ter o SEU espaço no planeta -» inclusive as de rendimento demográfico mais baixo, inclusive as economicamente menos rentáveis.
[ blog http://separatismo--50--50.blogspot.com/ ]
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P.S.
Ao contrário dos africanos (e dos demais...) os Identitários não estão interessados em 'corridas demográficas'... no entanto... estão interessados em sustentabilidade demográfica; nota:
—»» Promover a Monoparentalidade (sem ‘beliscar’ a Parentalidade Tradicional, e vice-versa) é evolução natural das sociedades tradicionalmente monogâmicas!!!
Explicando melhor:
– urge dar incentivos à disponibilidade emocional do indivíduo… isto é, ou seja, a SEXO, ORIENTAÇÃO SEXUAL, ESTADO CIVIL É IRRELEVANTE… importante mesmo é apoiar os indivíduos com disponibilidade emocional do indivíduo para criar/educar crianças!!!
-» ver blog: http://tabusexo.blogspot.com/
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P.S.2.
O europeu-do-sistema (das mais variadas corporações) está em conluio com os aspirantes a donos da demografia, por motivos óbvios :
- este europeu ambiciona ter acesso a abundância de mão-de-obra servil, e ambiciona ter acesso a salvadores da demografia.
Mais.
-» São muitas as corporações (a dos políticos inclusive):
- que querem reformas antecipadas;
- que não gostam de trabalhar para a sustentabilidade
[nota: trabalhar para a sustentabilidade... não é ter (ou ter muitos) filhos... é sim, aceitar participar numa sociedade aonde são criadas as condições NECESSÁRIAS E SUFICIENTES para a sustentabilidade demográfica: acesso a barrigas de aluguer, acesso a bancos de óvulos, creches municipais a funcionar 24 horas por dia, etc];
- que querem leiloar tudo o que puderem a estrangeiros/naturalizados endinheirados...
RESULTADO: estas corporações consideram os Identitários um alvo-a-abater.

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