A PSU deve ser reduzida e paga em suaves prestações

A PSU deve ser reduzida e paga em suaves prestações

Enquanto Moedas corta descontos nas refeições a 30 mil alunos, o PM reduz despesas na Prestação Social Única (PSU) que agregará 13 apoios sociais, Rendimento Social de Inserção (RSI) incluído, recebido de uma só vez, 285 € todos os meses.

Tem-se negligenciado o facto de ser pago de uma só vez, sublinho, de uma só vez, com a tendência dos pobres para gastarem mal o que recebem, como advertiu, há anos, a Dr.ª Isabel Jonet, experimentada profissional da caridade, ao advertir que iam logo gastá-lo em bifes. Esse perigo e outros desvarios existem, os pobres são assim.

Não se pense que o Governo ignora abusos a que os subsídios dão origem. Vai criar, e bem, a linha de denúncias para os reprimir. Há abusos que os pobres não conseguem evitar. E os beneficiários da PSU que se cuidem, não se deixem, no mínimo, apanhar a trinchar um bife, que lhes fará perder o direito ou com meia dúzia de sardinhas na mão, ao preço a que chegaram.

Os portugueses já pensaram na falta que fazem 557 milhões de euros anuais, 0,4% da despesa pública (0,17/% do PIB) quando é urgente aumentar despesas na Defesa para 5% para proteger as fronteiras? O ministro Nuno Melo já tem 5,7 mil milhões de euros destinados a veículos militares de alta gama e precisa de mais! Não se podem gastar recursos preciosos com imigrantes do Bangladesch e autóctones ociosos.

E as fraudes, cuja única maneira de as eliminar é acabar com os subsídios? Julgam que não há fraudes? Há, como no IVA e IRS, mas é diferente e não se pode acabar com elas.

Enquanto a balança de transações se deteriora, o SNS se arruína e se agrava o custo de vida, vale-nos o facto de a situação económica portuguesa ser melhor do que a alemã, como garantiu o PM, testemunhando o alto conceito de que desfruta lá fora.

O Governo não pode contar com os partidos de esquerda que gostam de imigrantes e de subsídios a quem não trabalha. Felizmente, tem um aliado que o ameaça, fingindo que é oposição, mas que está do seu lado e de forma vigorosa. O PSD e o Chega já acordaram destruir a CRP e a coesão social que impedem o crescimento prometido de mais de 3%.

Montenegro e Ventura vivem em contubérnio. O casal começou com arrufos, e acabou na mais íntima e indefetível união de facto. Até que a morte os separe! Era melhor que se casassem porque têm um longo caminho a percorrer contra os devaneios de abril.

Entretanto, a Seleção Nacional e as guerras na Ucrânia e Irão são motivo de satisfação, com a Rússia à beira da rendição e o Irão a oferecer a Trump a vitória e a ficar a portajar o Estreito de Ormuz, uma pequena vitória para os persas financiada por consumidores de petróleo e fertilizantes da Europa e de outras latitudes.

O importante é a vitória da Seleção. O resto é inveja do Governo quando correm banhos de casamento canónico do Luís com o André, para redimirem a longa mancebia.


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