Façam-lhe justiça

Manuel Machado, espírito que atormenta ainda muitas mentes, no final do seu mandato afirmava que para haver co-incineração era necessária uma licença e que o seu executivo não a emitiria. Carlos Encarnação, depois de fazer uma campanha para as autárquicas e para as legislativas com esse processo como arma de arremesso, vem agora dizer o que já se sabia.
E por falar em Manuel Machado, independentemente dos erros que cometeu, nunca permitiu um endividamento irresponsável da autarquia, muito menos em obra feita.
O mesmo Manuel Machado que garantiu nunca viabilizar nenhum empreendimento imobiliário caso a Estaco fosse encerrada. E é o que se vê...
Chegados aqui apetece perguntar se um homem que se afastou da vida política activa, que soube aceitar a sua derrota democraticamente, não merece que a cidade tenha para com ele uma atitude diferente?
Não nos esqueçamos que 90% das obras agora apresentadas por Carlos Encarnação foram por ele projectadas e por ele garantidas de financiamento.
Os outros 10 % são o estádio de Taveiro e o Eurostadium ( diferenciar da remodelação do Estádio Municipal de Coimbra).

Comentários

Anónimo disse…
Manuel Machado foi e será a grande marca do PS no desenvolvimento de Coimbra.. não há quem.

contra tudo e contra todos..
com ele não houve clientelas nem favores ao Amorim...

Tinha um mau feitio.. ninguém é perfeito... quem perde?
Anónimo disse…
Pena os srs das sondagens ou os seus idiotas terem omitido o nome do Manuel Machado... estou certo que teriam uma grande surpresa....

recordam-se de uma sondagem realizada pelo Diário de Coimbra em 1997/1998?.. Machado era a segunda/terceira figura que os conimbricenses identificavam com a cidade logo atrás de Inês de Castro...
Gravatas disse…
Afinal o Manuel Machado era bom em alguma coisa... era um excelente técnico de CAD. Tanto que ele projectou...

Continuam, como verdadeiros socialistas que são, a ver o fácil.

No tempo do técnico de CAD no norte do concelho, e muitos outros lugares, cagava-se para a fossa... agora também mas isso agora está a mudar.

Mas estas obras interessavam pouco... eram debaixo da terra e lá já estavam muitas cabeças!
Anónimo disse…
Em vários locais desta cidade, bem perto da residência do M.Machado, ainda se caga para as fossas.
Anónimo disse…
O Machado ao pé do batista é um senhor!
Anónimo disse…
O tempo tudo cura, até os ódios de estimação. É exactamente esse tempo, muito ou pouco, que irá fazer de Manuel Machado o melhor Presidente de Câmara que Coimbra teve, apesar das críticas que lhe fazem. Com algumas até concordo; com outras é uma profunda injustiça.
Anónimo disse…
Concordo com o último post.
De facto no tempo de Machado ainda se "cagava " para as fossas, mas antes dele lá chegar "cagava-se" na beira da estrada porque nem fossas havia.
Manuel Machado, goste-se ou não, foi O Grande Presidente e o tempo dar-lhe-á razão.
Impoluto. Com carácter. Trabalhador. Com uma ideia de interesse público como mais ninguém tem no PS. Eis Manuel Machado.
Anónimo disse…
O Povo tem memória curta.
Anónimo disse…
ATRAS DE MIM VIRÁ QUEM DE MIM BOM FARÁ....

certamente que este pensamento tem passado pela cabeça do M Machado nos últimos dias...
Anónimo disse…
"Prédio construído em zona verde"

As responsabilidades, segundo a Câmara de Coimbra, devem ser assacadas a quem aprovou, em 1995, o loteamento Jardins do Mondego

A urbanização Jardins do Mondego ocupa uma área que está classificada no Plano Director Municipal (PDM) de Coimbra como “zona verde de uso público”. Além de um arruamento e vários pisos de estacionamento, foi também construído um edifício de habitação (com seis pisos) numa espécie de “corredor verde”, com cerca de 500 metros quadrados, que pretendia ligar o Jardim Botânico de Coimbra ao actual Parque Verde do Mondego, confirmou ontem o vereador da Administração e Gestão Urbanística, João Rebelo, a propósito da urbanização em que o Diário de Coimbra denunciou a construção ilegal de um 8.º piso em cinco torres (edição de 3/4/2005).
João Rebelo garantiu que o executivo municipal a que pertence não tem responsabilidades por aquele tipo de ocupação, ao lembrar que o loteamento em causa foi aprovado em 1995, pela Câmara e Assembleia Municipal de Coimbra. E desde essa altura, acrescentou o vereador, a autarquia não autorizou alterações à localização do edifício de habitação que está em cima da zona verde, no extremo norte da urbanização, junto ao prédio onde está instalada a 1.ª Repartição de Finanças de Coimbra.



Falta de memória

Questionado sobre se, na proposta da empresa Quinta do Junqueiro S.A. aprovada em 1995, o edifício em causa estava em cima de zona verde, o anterior presidente da Câmara de Coimbra, Manuel Machado, não foi peremptório. «Não devia estar», respondeu o socialista, antes de se referir ao «acordo de urbanização» firmado com o empresário Emídio Mendes, «em 94 ou 95», segundo o qual este cedeu ao município, «gratuitamente», os terrenos do Parque Verde do Mondego e da Avenida da Lousã.
O ex-vereador João Silva, que tinha as actuais funções de João Rebelo, durante a presidência de Manuel Machado, disse não estar em condições de prestar esclarecimentos sobre o assunto: «Não me consigo recordar», disse.
DCoimbra, 14.04.2005

O MACHADISMO NO SEU MELHOR! VIVA M.MACHADO.
Anónimo disse…
..já repararam que em Lisboa e no Porto (e outras autarquias) os novos poderes puseram-se a remexer no passado.. e em Coimbra o que descobriu o PSD? depois de tantos anos à frente da Autarquia o que descobriu o PSD sobre a gestão de Manuel Machado?? o que foi feito da dita auditoria que queriam fazer às contas da gestão socialista??

Encarnação já meteu mais água em 3,5 anos do que Machado em 12...

essa é que é a verdade que deveria orgulhar os PS's
Anónimo disse…
ESCLARECIMENTO:
EM 1995 NÃO ERA JOÃO SILVA O VEREADOR DAS OBRAS. ERA O ACTUAL GOVERNADOR CIVIL, HENRIQUE FERNANDES.
PARA SORTE DA EDUCAÇÃO HENRIQUE FERNANDES NÃO TUTELOU AS ESCOLAS NO MUNICÍPIO DE COIMBRA, ATÉ PORQUE SERIA MUITO MAIS PROTECTOR...DO...ENSINO ...PRIVADO!
PERQUISEM ...