Num país disfuncional, onde os diretores-gerais apresentam a demissão para evitar a dos ministros, como aconteceu com o Comandante-Geral da PSP que seria substituído pelo que, na sua atuação, deu origem à demissão, cria-se um lugar político para os abnegados mártires. Na PSP, hoje com 13 oficiais equiparados a generais de 3 estrelas, arranjou-se um lugar… em Paris, por 12 mil euros mensais, para o desprendido demissionário.
A demissão do responsável máximo da Autoridade Tributária, um diretor-geral, tem certamente à espera uma sinecura à altura do sacrifício. Imolou-se no altar da hipocrisia ao serviço da degradação ética do regime que este Governo e esta maioria, à rédea solta, levam a cabo, com o PR preso curto.
Um país onde o segredo fiscal, à semelhança do de justiça, é para ser violado, protegem-se os amigos, hoje os deste Governo, amanhã os do próximo. O sigilo fiscal era a prática dos funcionários de Finanças como os pagamentos à Segurança Social e ao fisco o eram dos governan…
Comentários
Que tal comentar o vergonhosa votação contra dos deputados camararios do PS (Leia-se Pouco Sabem), numa decisão corajosa e inteligente da Câmara de Coimbra para lutar contra a co-incineração ???? SILÊNCIO TOTAL, Agora só falta vir o lambe botas do é-pá, defender a sua dama ehehehehe
Porque quem pode negociar ?
O Mendes Bota ou o Vota Mendes ?
Feito este aparte, insito que continuo a não perceber a anarquia dos comentários. não chagamos a lado nenhum.
Quem se entende a comentar ao mesmo nível e em simultâneo o PGR e o comportamento da Câmara de Coimbra em relação a Souselas.
Alhos com bogalhos ?
Não dá!