Portugal e o Estado Islâmico

Dentro da coerência que procuro, regozijo-me com a presença, embora simbólica, de 30 militares portugueses no combate ao Estado Islâmico. É a defesa da civilização contra a barbárie. É um sinal de que não permitiremos que a sharia substitua a democracia.

Só lamento que o PR e o PM tenham ocultado a informação aos portugueses e que fosse   o chefe da diplomacia dos Estados Unidos a dar a notícia, antes do encontro com Rui Machete, agradecendo o envolvimento de Portugal no combate contra o EI no Iraque.

Acontece, quando os dirigentes de um país estão de joelhos. Acabam a rastejar, sem que os aliados respeitem o protetorado.

Comentários

Mensagens populares deste blogue

O último pio das aves que já não levantam voo

Cavaco Silva, paladino da liberdade

A ânsia do poder e o oportunismo mórbido