Submarinos


Quando ministro da Defesa, Paulo Portas foi impedido de se cobrir de glória na invasão do Iraque. Jorge Sampaio, impediu as Forças Armadas de participarem no crime. Assim, limitou-se a enviar um barco de guerra para a Figueira da Foz contra um barco que disparava pílulas abortivas contra a moral e os bons costumes.

A fúria guerreira de quem não foi militar levou-o a comprar dois submarinos, um para subir e outro para descer, com a manutenção a onerar o futuro, e cujas luvas levaram à prisão os corruptores alemães, tendo o MP arquivado o processo, em Portugal, contra os corrompidos, talvez por não saber onde foi parar 1 milhão de euros.

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