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Quem diria que escrevi este texto no dia de hoje, há exatamente seis anos?

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TRUMP e o Irão – Carlos Esperança 22 de junho de 2019 Trump e o Irão ou o adiamento do projeto do conselheiro de Segurança Nacional, John Bolton, É preciso ser demasiado ingénuo ou excessivamente tolo para acreditar que Trump teria cancelado o ataque ao Irão porque morreriam 150 pessoas, e é demasiado perigoso ficar tranquilo com a capacidade do imprevisível PR da maior potência mundial para decidir a invasão de um país, com catastróficas consequências globais. É tão pueril a desculpa de Trump para suspender a agressão como idiota a fanfarronice do ayatollah Khamenei a acusá-lo de salvar um avião dos EUA com 35 pessoas a bordo. A acreditar na informação ou contrainformação, esteve tudo preparado para a tragédia e nada assegurado para que não venha a acontecer. Imaginar uma tal agressão em curso e suspensa porque, entretanto, Trump perguntou quantas pessoas iam morrer, é juntar um pesadelo com a mais idiota das desculpas. Pela primeira vez na história dos EUA, Trump tem a rara...

A euforia de Helena Ferro Gouveia com a agressão dos EUA ao Irão:

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Segundo a Senhora, a Europa estava em risco porque os mísseis iranianos podiam atingir a Europa. Não tenho pena dos Aiatolás, tenho vergonha da nossa hipocrisia.

Ursula von der Leyen e o conceito de Paz

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  O mundo ficaria melhor sem Aiatolas, mas ficaria ainda melhor sem os EUA. A culpado foi o invadido.

Da série: O PSD não tem emenda

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O PM quase nasceu Cavaco. São ambos da mesma raça: RASCAS Montenegro confunde os centros náuticos com as coudelarias e os atletas de canoagem com cavalos selecionados. É a escola de Cavaco no 10 de Junho a funcionar todo o ano.

56.º aniversário do maior desastre da guerra colonial

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O soldado Moura e o desastre de Mopeia –– Crónica –– 4120 carateres Naquele sábado, 21 de junho de 1969, o Batelão Chupanga fazia mais uma travessia do baixo Zambeze entre a localidade que lhe deu o nome e Mopeia. Ficou registado que eram 17H30 quando o Chupanga, apinhado de militares e viaturas vindos de Lourenço Marques para a província do Niassa, atravessava o rio Zambeze, começou a meter água e se virou rapidamente. Arrastou no naufrágio centena e meia de homens que faziam a travessia e seguiram para as águas revoltas com as 30 viaturas que traziam. Mais de meio século depois, o maior desastre da guerra colonial está esquecido e apenas vive na memória dorida dos que aí perderam amigos e de raros familiares dos que então pereceram. Hoje, já não se condena a guerra nem se referem as vítimas que provocou. Por amarga coincidência, dois soldados eram, como eu, do Bcaç. 1936, exportados para Moçambique na defesa da civilização cristã e ocidental , na linguagem pia do cardeal C...

Luís Montenegro, um português de má raça

Luís Montenegro @LMontenegro_PT !   Pela quarta vez campeão da Europa de K1 1000! É esta a raça lusitana, é esta a garra portuguesa. Bravo! Que grande orgulho, @FPimenta13  Raça lusitana? O PM é mesmo de má raça! Arraçado de Ventura e Passos Coelho. Que nojo!

O Ministério Público (MP) e Pedro Nuno dos Santos

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A nomeação do/a titular da Procuradoria Geral da República é da competência do PR, sob proposta do Governo. É naturalmente um ato de normalidade democrática. O cargo está ocupado por um magistrado que os média saudaram, apenas com dúvidas jurídicas sobre a permanência no cargo para lá dos 70 anos, limite imposto a todos os magistrados, que Amadeu Guerra logo excedeu. O péssimo desempenho de alguns antecessores, especialmente de Lucília Gago, levou um grupo de 50 personalidades, onde se incluíram juristas renomados e o antigo líder do PSD, Rui Rio, a publicarem o “Manifesto dos 50” que propôs dez critérios para escolha do/a PGR ainda no tempo de Lucília Gago. Pretendiam evitar, entre outros problemas, a influência do politizado Sindicato (SMMP), o que aconselhava a que o novo titular não fosse oriundo do MP. Aconteceu que Montenegro propôs um Procurador-geral-adjunto já reformado e, soube-se depois, sem consultar o PR que acusou o azedume por não ter sido consultado, isto é, foi-l...

A opinião (excelente) de Vital Moreira

  sexta-feira, 20 de junho de 2025 Como era de temer (14): A "cheguização" do PSD Publicado por  Vital Moreira 1.  As notícias postas a circular pelo Governo quanto a restringir o acesso dos imigrantes à nacionalidade portuguesa e quanto à sua possível perda - nomeadamente dificultar a aquisição da nacionalidade por naturalização e criar uma nova pena de privação da nacionalidade para certos tipos de crimes - mostra que o processo de "cheguização" do PSD foi posto em marcha, preparando-se o Governo da AD para adotar iniciativas anti-imigração típicas do Chega, e que seguramente vão ter o seu apoio. Motivadas por mesquinhos posições ideológicas,  elas só vão alimentar os preconceitos anti-imigrantes  que a extrema-direita populista nutre sem escrúpulos . 2.  Qanto à  naturalização , considero que quem vive e trabalha em Portugal há mais de cinco anos, paga  impostos e contribuições para a segurança social, fala português e cumpre as leis e muito pr...

Caros leitores (3) – A invasão do Irão por Israel (4949 carateres)

Na sequência do texto de Pedro Queirós que aqui divulguei, acho importante transcrever o comentário de um seu amigo, Frederico Nolasco, e a resposta do Pedro. É uma forma de conhecer posições de dois portugueses, com conhecimento do país, sem embarcarem na retórica sionista. Este é o meu contributo para chamar a atenção para a realidade que me interpela e que recuso observar pelo prisma maniqueísta das redes sociais ou pelo fanatismo ideológico militante. Boa leitura para quem quiser informar-se e apreciar duas versões, não opostas, de dois amigos, ambos apologistas da paz e da não violência. Frederico Nolasco: 《 Querido Pedro, não me arrogo minimamente a conhecer ou dissertar sobre o país onde vives há que tempos, sendo que estive por aí durante 1 mês e picos. Mas não deixo de olhar para o que escreveste tendo eu um certo distanciamento da realidade, que tu, vivendo aí, não tens. Não é por Israel atacar agora o Irão que temos de fazer uma dicotomia entre bom e mau. Não é por...

Caros leitores (2) – A invasão do Irão por Israel (2487 carateres)

Para memória futura:  Caros leitores (2) – A invasão do Irão por Israel (2487 carateres) Na sequência do texto de Pedro Queirós que aqui divulguei, achei interessante o comentário de um leitor que me pediu para o identificar por Gastão X. Aqui fica: « Vamos ser todos sérios? O Irão é um Estado confessional (República Islâmica do Irão), em que ortodoxos e clero condicionam a vida em geral. É tecnicamente uma democracia, mas não há igualdade de direitos para todos (basta ver o caso da condição feminina). É patrocinador de grupos como os Houtis, o Hezbolah e o Hamas. Pode ser directa ou indirectamente ligado a actos terroristas no passado. Preconiza a destruição de Israel. O Irão não tem armamento nuclear, mas teria, se pudesse. Em suma, não é um Estado recomendável e suscita a atenção e acompanhamento da Comunidade Internacional. Israel é um Estado confessional (Estado Judaico de Israel), em que ortodoxos e clero condicionam a vida em geral. É tecnicamente uma d...

A deriva belicista da União Europeia (UE)

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Não devia fazer declarações prévias antes de condenar o que me horroriza, mas gosto de reiterar o meu europeísmo e a defesa da UE por muito que me repugne, e repugna, a sua política externa e a paixão pela guerra em detrimento do bem-estar económico e social da sua população. Reafirmo também o meu horror às ditaduras, especialmente às teocracias, às islâmicas e à sionista que confiscou o Estado de Israel. Não nutro igual rejeição às duas teocracias cristãs, a católica do Vaticano e a monástica cristã-ortodoxa do Monte Atos, na Grécia, por não disporem de Forças Armadas. Dito isto, não é aceitável a ausência da UE na diplomacia da paz nas guerras na Ucrânia e no Médio Oriente. Como levar a sério Kaja Kallas, desajustada à função diplomática? E que dizer de Von der Leyen, tão pressurosa a declarar o direito de Israel a defender-se após a agressão, não do Irão a Israel, mas inversa? E de António Costa, incapaz de alterar a agenda da UE que é do seu pelouro? Nenhum democrata duvida d...

Da série: Já não é precisa

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Pedro Nuno dos Santos viu arquivada pela segunda vez a investigação preventiva que a PGR recuperou na campanha eleitoral  para desviar as atenções da SPINUMVIVA. A AD já reforçou a maioria, o PS já está amordaçado e as avenças da SPINUMVIVA continuam a chegar a casa de Montenegro.

Guerra Israel / Irão

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É fácil pôr no ar a D. Helena Ferro Gouveia e o comentador Jorge Botelho Moniz, só os apelidos assustam quem se lembra do Júlio e do Jorge Botelho Moniz no 28 de maio de 1926, mas ter em permanência o general Isidro Morais Pereira, oriundo de Infantaria, é uma tarefa só possível pelo efeito conjugado da NASA, da Mossad e da CNN.

Caros leitores

Raramente partilho publicações alheias, mas esta, com o mundo à beira de um conflito nuclear que pode eclodir em várias latitudes, exige-o. Precisamos de quem defenda a paz. O autor é um amigo, filho de um amigo da minha juventude e a quem devo a publicação do meu primeiro livro de crónicas, Pedras Soltas. O Pedro conheceu a mulher, iraniana, numa Universidade do Reino Unido e é um lutador pela paz e concórdia. No dia do seu aniversário esperava em Paris o filho, o Vicente, ansioso por se encontrar com o pai e a sonhar com a ida a Paris e à Euro Disneylândia. A invasão do Irão por Israel impediu a família de se reunir. O lancinante testemunho não me reconcilia com a patologia islâmica dos Aiatolas nem com o que fizeram à rica civilização persa em obediência a um beduíno analfabeto e amoral, como Atatürk definiu Maomé, mas o que escreveu tocou-me profundamente. Aqui fica transcrita para que os leitores tenham uma versão diferente da propaganda sionista: Pedro Queirós O meu Irã...

15.º aniversário da morte de José Saramago (texto atualizado)

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Há quinze anos faleceu o Nobel do nosso contentamento, em Tias, Ilhas Canárias, onde o levou o azedume a Cavaco Silva, dando relevo a quem não o merecia, e aos 85 anos o aguardou a morte, com o desvelo de Pilar del Rio, o seu último e intenso amor. Foi o início da viagem às origens, o regresso a Azinhaga, onde o esperavam os avós que sempre estremeceu e a oliveira onde lhe depositaram as cinzas. 2010 foi o Ano da Morte de José Saramago, o escritor que deu à língua Portuguesa o Nobel da Literatura e deixou uma obra ímpar e multifacetada. De Camões e Gil Vicente, passando por Vieira e Aquilino, Saramago destacou-se na plêiade de escritores do século XX e mostrou que a liberdade conquistada com o 25 de Abril trouxe consigo o espírito criativo e a genialidade que conservou até à morte. A língua deve-lhe a riqueza da imaginação e da sabedoria, e os portugueses o orgulho de o terem como referência estética e cultural, esquecidos da mediocridade de um Governo em que figuras menores, Santana L...

Para mais tarde recordar

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 Twitter – Ontem este meu Tweet foi considerado Tweet do dia. Já vai com 21.572 visualizações: « A prova de que Israel tem supremacia aérea é ter a Helena Ferro Gouveia sempre no ar. »

Da série: Monstros

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  Esta mulher esconde um monstro dentro de si.

IMI - Imposto Municipal sobre Imóveis

Só hoje conheci o montante do imposto a cobrar, este ano com a primeira das três prestações anuais a ser paga até ao fim do mês. É impossível não ver no adiamento a manobra para ser cobrado depois das eleições legislativas. E o aumento, em relação a 2024, é de 8,3% . É obra!

Eleições presidenciais – o melhor e o pior dos três candidatos declarados

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Como nunca me abstenho, se houver apenas estes candidatos, votarei Seguro, candidato em riso de não atingir o mínimo de votos para a subvenção do Estado. É outra Maria de Belém, apoiado pelos que dividiram apoios a Sampaio da Nóvoa e denegriram António Costa durante oito anos ao lado de Marcelo e do PSD. Na última semana estiveram os três em evidência: Seguro, merecedor de encómios, pela coragem da candidatura e pelo melhor discurso de apresentação dos três, bom na forma e excelente na substância, incluindo a única voz decente na referência às despesas militares; mau a declarar-se não vindo da política tradicional , como se isso fosse verdade ou desonra; Marques Mendes, bem no notável sentido de Estado a pronunciar-se contra a invasão do Irão por Israel, a mostrar que é político; péssimo no deplorável elogio ao programa do Governo, pior que o anterior e desonesto por incluir o que tinha omitido na campanha eleitoral, mostrando que não passa de satélite de Montenegro e alter ego ...
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Nacionalismo criticado pelo Papa Por Onofre Varela O sentimento nacionalista é uma faca de dois gumes. Se, por um lado,  com ele se  pode demonstrar o “amor” (talvez melhor dito) o “interesse” do cidadão  pela terra que é sua,  pelo país que é seu, o qual enaltece  por razões perfeitamente válidas  que  têm a ver com a sua história familiar que f a z o lugar onde nasceu,  e  cujo lugar também acabou por o moldar numa simbiose natural difícil de igualar… o que é  u m sentimento poderos o  e, podemos dizer,  mesmo , saudável  (se for  bem  doseado) . Porém,  h á um outro sentimento nacionalista  que deve ser  evita do … é aquele que  acaba por  inquina r  mente s  defeituosa s, divorciadas de qualquer sentimento de fraternidade  e saber,  quando  o  nacionalismo  p ropala do   por  tal defesa não passa do “egoísmo  nacionalista e patriótico ...