A mulher e o Islão

Um índice inquestionável pelo qual se pode avaliar o nível de evolução e a qualidade da democracia de um povo é pelo grau de igualdade entre os sexos.

Há pouco tempo foi assassinado na Holanda o realizador de cinema Theo van Gogh, por extremistas islâmicos, por denunciar a forma cruel como os muçulmanos tratam a mulher. E a cultura judaico-cristã não a tratou muito melhor. A emancipação da mulher tem sido, sobretudo, mérito de si própria e da progressiva separação do Estado e da Igreja.

O direito de voto da mulher é recente. O cume das várias profissões tem sido um objectivo penosamente atingido. A igualdade de direitos é fruto de uma luta que avança mas está longe da vitória.

Para quando uma mulher na Presidência da República, em Portugal?

Era um belo exemplo de um povo aberto ao progresso, à justiça e à democracia.

As próximas eleições podiam e deviam constituir uma excelente oportunidade.

Carlos Esperança

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