Momento de poesia



Sinfonia poética a duas mãos…

É tanto o que não se pode adiar, que adiamos todos os dias!!
o homem, que escreve o destino,  nada sabe sobre o tempo
Sónia M.

… nem sobre o fulgor do instante, que lhe ofusca o olhar,
quando ouve a melodia das manhãs
pelo canto dos pássaros azuis, que lhe trazem a tua voz...
E é aqui que começa a escrever-se o seu destino,
interrogando os astros, colando os estilhaços da memória
à geometria do teu poema, para que ele não acabe
na voragem da ausência
e da distância.
Alexandre de Castro

4 de Junho 2012
E aqui começou a lenda do Pássaro Azul.


Nota: Composição da responsabilidade do Alpendre da Lua, na base de mensagens trocadas por email entre os autores.

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