O incrível acontece…

FMI insiste que Governo pode subir taxas mais baixas do IVA link

Ou Portugal transformado num laboratório de experiências de resgate. E os portugueses em cobaias nas mãos do ‘senhores de preto’ que estão a colocar o ‘bom aluno’, à beira de um ataque de nervos.

Interessante é propagandear a intenção de equilibrar o deficit orçamental cortando na despesa mas sempre que surge um contratempo – do qual ninguém se assume como responsável – aposta-se na solução pelo lado da receita.

O Governo tem de esclarecer urgentemente esta circunstância: quando afirma que ‘não precisa de mais tempo, nem mais dinheiro’, acaso estará a pensar agravar a austeridade e intensificar a recessão económica.

Os permanentes sound bites vindos dos representantes dos credores, que trimestralmente por aqui passam e se anunciam desta forma, são o sufoco dos contribuimtes e a fatal ameaça de destruição da economia nacional, já tragicamente debilitada. 

Incrível!

Comentários

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poys.....«Épá,(cáestá a citação) isto era uma coisa que não ia dar nada». Estávamos descrentes, mas embalados naquele turbilhão. A 14 foi a «brigada do reumático». Eu e o Casanova estávamos na sala de oficiais da Academia Militar, vimos a cerimónia pela televisão: «Em consequência, as Forças Armadas, representadas pelos seus generais, exigem a exoneração do chefe e do vice-chefe do EMGFA…». Por volta das 11 da noite saímos da Academia Militar e fomos para casa do Monge falar do acontecimento. Juntou-se a nós um capitão oriundo de miliciano, Armando Marques Ramos, que tinha uma ligação estreitíssima com o Virgílio Varela, das Caldas da Rainha. Estávamos ali na conversa, quando às nove da noite chegou um telefonema de Lamego. Era o Manuel Ferreira da Silva, dos comandos, para dizer ao Monge que a malta de Lamego vira na televisão o comandante da Região Militar do Porto na «brigada do reumático», e, superando tudo o que pudesse opor-se-lhes, iam marchar para o Porto, em coluna, para exigir ao comandante a sua demissão imediata. Este rapaz, soube há dias pelo Aprígio Ramalho, um capitão que estava em Viseu, no RI-14, telefonou para lá, para dizer à nossa malta o que se estava a passar, exactamente pelas mesmas palavras. Pensou o Aprígio: «Então é o Movimento…»

Mas o RI-14 não sabia de nada. Eu estava completamente fora deste baralho...

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