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A FRASE
Por
Carlos Esperança
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A descolonização trágica e a colonização virtuosa
Por
Carlos Esperança
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Ramalho Eanes referiu como trágica a descolonização em que «milhares de pessoas foram obrigadas a partir para um país que não era o seu». Tem razão o ex-PR cujo papel importante na democracia e o silêncio o agigantou depois da infeliz aventura por interposta esposa na criação do PRD e da adesão à Opus Dei, sempre por intermédio da devota e reacionaríssima consorte, que devolveu o agnóstico ao redil da Igreja. Eanes distinguiu-se no 25 de novembro, como Dinis de Almeida no 11 de março, ambos em obediência à cadeia de comando: Costa Gomes/Conselho da Revolução . Foi sob as ordens de Costa Gomes e de Vasco Lourenço, então governador militar de Lisboa, que, nesse dia, comandou no terreno as tropas da RML. Mereceu, por isso, ser candidato a PR indigitado pelo grupo dos 9 e apoiado pelo PS que, bem ou mal, foi o partido que promoveu a manifestação da Fonte Luminosa, atrás da qual se esconderam o PSD e o CDS. Foi nele que votei contra o patibular candidato do PSD/CDS, o general Soares...
Comentários
A venalidade de um Bannon é coisa pouca por comparação. E mesmo que a incúria e a incompetência de Johnson, Trump e Bolsonaro durante a presente crise tenham de facto custado vidas, isso ainda não ultrapassa o limiar do escândalo que é o início de uma guerra de agressão contra um País com base numa falsidade, que é o crime internacional supremo, nas palavras do Juiz Jackson, acusador dos criminosos de Nuremberga.
Claro, eu suspeito que Trump e Johnson ainda não se meteram em tais aventuras porque são, de coração, uns cobardes (Bolsonaro é demasiado estúpido para contar). Para se ser um criminoso a sério, é preciso coragem.
O mal destes quatro é banal...