A criatividade do 4.º Pastorinho, mentiroso compulsivo e intriguista militante.
A criatividade do 4.º Pastorinho, mentiroso compulsivo e
intriguista militante.
Se fosse verdade seria demasiado grave. Seria o próprio
mitómano a confessar que tem nas polícias quem lhe forneça dados que
comprometem o PM e o MAI. Seria a denúncia de forças policiais ao serviço de um
partido de extrema-direita.
Pior, aceitar num Estado de Direito democrático que possam ser
espiados, como a PIDE fazia, os mais altos titulares de cargos públicos, é
admitir que os alicerces democráticos estão minados por bufos ao serviço de
forças antidemocráticas.
Depois das infindáveis escutas ao PM António Costa e ao juiz
Ivo Rosa, caso à espera de uma resposta do atual PR à carta que o próprio lhe
dirigiu sobre a perseguição de que foi alvo, é de temer que o Estado esteja
refém da infiltração de inimigos da democracia.
No fundo, o 4.º Pastorinho admitiu que o seu partido é um instrumento
de chantagem da democracia.
Para confessar os intuitos criminosos do Chega, escusava de se
vitimizar e encenar a vandalização do seu próprio gabinete.

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