Perante a demência e as ameaças do Imperador Trump não se sabe o que mais admirar, se a benevolente esperança de Marcelo, de que as próximas declarações é que valem, sem o censurar, se o silêncio do loquaz Paulo Rangel, incapaz de acompanhar os líderes europeus que já o enfrentam. Pior, só Nuno Melo, o único ativo tóxico irrevogável, para manter a ficção AD, e que, sempre que fala, é notícia pelas piores razões. Entretanto, na Casa Branca disparam-se decretos contra o Tribunal Penal Internacional, com juízes em risco de ir parar a Guantánamo, fazem-se propostas de defesa à Ucrânia, a troco de minas de metais raros, e ofertas de hotéis de luxo para substituir por turistas os autóctones com inaceitável intolerância à ocupação. O mais saboroso para a Pátria é observar a queda em desgraça dos dirigentes do Chega, afastados pelo currículo que os levou ao Parlamento, às autarquias e a cargos de direção, que afinal era cadastro. O Chega é um albergue da pedofilia, delinquência, gatunagem,...