Que se passa consigo, Lídio?
“Tenho um cão. Quando era muito novo tive um pequeno exemplar, rafeiro o mais possível, que se dava pelo nome de farouk. Era castanho, de pequeno porte e morreu atropelado. Eu senti muito a sua perda e nunca mais quis um por perto. Ao longo do tempo fiz comentários vários, para mim mesmo, sobre as pessoas que têm cães e que os passeiam na rua. Sobre os dejectos de cão, sobre a paciência de alguns e a descontração absoluta de outros, em relação aos comportamentos sociais do animal, sobre aqueles que abandonam os cães no Verão, para irem de férias e aqueles que os acolhem, num gesto de humanidade efectiva. (...)" in PROVAS DE FOGO
Comentários