Ramalho Eanes
Esteve bem, muito bem, quando uma jornalista lhe perguntou se estava confiante na vitória do candidato, cujo nome mencionou, e que tinha apoiado.
Com 91
anos, disse que não devia responder. Óbvio. Não esqueceu o respeito pelas leis,
ao contrário da jornalista, não podendo apelar ao voto em um dos candidatos no
dia das eleições. Tal como na véspera, dia de reflexão, faça ou não sentido.

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