Morreram pela Pátria, há 118 anos.

A carta escrita por Manuel Buíça, em 28 de janeiro, quatro dias antes do regicídio, com a assinatura reconhecida pelo tabelião Motta, na rua do Crucifixo, em Lisboa, revela bem o carácter e a dimensão ética do homem de coragem, determinado e com profundo amor à pátria. Eis um comovente parágrafo:

«(…) Meus filhos ficam pobrissimos; não tenho nada que lhes legar senão o meu nome e o respeito e compaixão pelos que soffrem. Peço que os eduquem nos principios da liberdade, egualdade e fraternidade que eu commungo e por causa dos quaes ficarão, porventura, em breve, orphãos».


Comentários

Albino Manuel disse…
Isto já não é ser republicano, é ser carbonário - passado mais de um século. Do outro lado há quem prometa curas à Maio de 1926. Estão bem uns para os outros pois são iguais.

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