Rutura de Dique e Evacuações em Coimbra
Rutura de Dique e Evacuações em Coimbra
Não se
percebe o que vieram fazer a Coimbra Marcelo, Montenegro e Maria da Graça
Carvalho, esta a única ministra, do Ambiente, que mostrou competência,
capacidade de comunicação e empatia, no atual Governo, nas trágicas
circunstâncias que o País vive.
Não se
percebe, repito, que, por iniciativa do PR, a quem sobram sempre ideias e falta,
tantas vezes bom-senso, se tenha descolado a Coimbra com tão inútil e luzidia comitiva.
Certamente
não foi o remorso do que fez à então MAI, Constança Urbano, nos fogos de
Pedrógão, sabendo-a natural de Coimbra, nem o pedido de desculpas a Ana
Abrunhosa, pela ameaça gratuita, provocatória e ilegítima, caso não cumprisse
as metas do PRR, de que a impediu com o golpe de 7 de novembro de 2023 que
levou à demissão do PM.
A única
razão aceitável para decidir fazer-se acompanhar do MAI, Luís Montenegro, é o desejo,
a 25 dias do despejo do Palácio de Belém, de levar o novo titular a estagiar com
Ana Abrunhosa, para o ensinar a gerir a pasta da Administração Interna que ora
dirige.
No entanto, Coimbra deve estar grata a Marcelo porque, se não tivesse dissolvido a AR, o que permitiu a Montenegro chegar a PM, Ana Abrunhosa não seria hoje a autarca que mostrou competência, dedicação e sagacidade para responder a tão anómalas e trágicas circunstâncias. Coimbra fica a dever-lhes muito. A Marcelo e à presidente da autarquia.

Comentários